00:00Adriana Araújoneutro→ ataca Felipe d'Avila, Soraya Thronicke
Resumo
A mediadora anuncia a primeira pergunta do debate, direcionada aos candidatos Felipe D'Avila e Soraya Thronicke.
Vamos então à primeira pergunta que será dirigida aos candidatos Felipe D'Avila e Soraya Thronicke, nessa ordem.
primeira pergunta que será dirigida aos candidatos Felipe D'Avila e Soraya Thronicke
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
00:07Eduardo Oinegueneutro→ ataca Juliana Rosa
Resumo
O mediador apresenta a jornalista Juliana Rosa, especialista em economia, como a autora da primeira pergunta.
E quem vai fazer a primeira pergunta é a jornalista especializada em economia, Juliana Rosa, do Grupo Bandeirantes. Boa noite, Juliana.
quem vai fazer a primeira pergunta é a jornalista especializada em economia, Juliana Rosa
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
00:15Juliana Rosaneutro
Resumo
A jornalista cumprimenta os mediadores, candidatos e o público, expressando satisfação em participar do evento.
Boa noite, Oinegue, Adriana, boa noite, candidatos, boa noite a todos. Prazer estar aqui com vocês nessa noite tão importante.
Prazer estar aqui com vocês nessa noite tão importante.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozCordial
00:22Juliana Rosaassertivo
Resumo
A jornalista contextualiza sua pergunta citando pesquisas que apontam inflação e emprego como principais preocupações e listando medidas populistas em discussão.
Pesquisas mostram que as maiores preocupações da população são inflação e emprego. Diante das dificuldades, tem se falado muito da necessidade de estender os auxílios aos mais vulneráveis e algumas categorias, manter zerados os impostos sobre combustíveis e também aumentar salários de servidores.
as maiores preocupações da população são inflação e emprego
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio · Sobrancelhas franzidas
VozAnalitico
00:46Juliana Rosaassertivo
Resumo
Ela aponta a incompatibilidade entre os gastos propostos e as regras fiscais, alertando para as consequências econômicas negativas como inflação e baixo crescimento.
Mas tantos gastos não cabem nas regras fiscais. E a gente sabe que sem responsabilidade com as contas públicas, a nossa moeda perde o valor, isso gera mais inflação e baixo crescimento.
tantos gastos não cabem nas regras fiscais
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio · Apertou labios
VozAssertivo
00:59Juliana Rosaassertivo→ ataca Felipe d'Avila, Soraya Thronicke
Resumo
A jornalista pergunta aos candidatos como pretendem conciliar as demandas sociais com a necessidade de responsabilidade fiscal.
Gostaria de saber como equilibrar as enormes demandas sociais e ao mesmo tempo garantir a responsabilidade com as contas do país. Muito obrigada.
como equilibrar as enormes demandas sociais e ao mesmo tempo garantir a responsabilidade com as contas do país
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozIncisivo
01:12Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
O candidato agradece pelo debate e concorda que a estagnação econômica de mais de 20 anos é o principal problema do Brasil.
Boa noite, Juliana. Em nome, eh, da TV Bandeirantes, quero agradecer esse debate muito importante. Boa noite aos candidatos e candidatas. E boa noite a você que nos assiste. Realmente, esse é o maior problema. A economia brasileira está estagnada há mais de 20 anos. O Brasil não cresce, não aumenta a geração de emprego e renda.
A economia brasileira está estagnada há mais de 20 anos.
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaComo equilibrar demandas sociais com responsabilidade fiscal
RespostaEstagnação econômica e apresentação pessoal como empreendedor
D'Avila abordou o problema econômico mas não respondeu diretamente como conciliaria gastos sociais com responsabilidade fiscal, focando em crítica ao Estado e apresentação pessoal.
“A economia brasileira está estagnada há mais de 20 anos.”
Avaliação automatizada
Enganoso65%confiança
As fontes indicam estagnação ou desempenho sofrível em períodos específicos — como a 'década perdida' dos anos 2010 (https://portal.fgv.br/artigos/decada-cada-vez-mais-perdida-economia-brasileira-e-comparacoes-internacionais) e declínio industrial nos últimos 20 anos (https://blogdoibre.fgv.br/posts/o-declinio-da-industria-brasileira-de-1990-2019-produtividade-por-genero-da-industria-e-por) — mas não sustentam a afirmação ampla de que *toda* a economia esteve estagnada por mais de 20 anos, já que o Brasil registrou crescimento expressivo em parte desse período (ex: anos 2000). A afirmação generaliza indevidamente um fenômeno parcial e setorial.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
108wpm⏸1disfluências
01:42Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Políticos de carreira
Resumo
O candidato se apresenta como um cidadão comum, empreendedor, que vive do próprio trabalho e não da política ou do governo.
Mas eu gostaria de me apresentar. Eu sou o Felipe, um cidadão como você, que vive do trabalho, de empreender, é dono do negócio, não vive da política, não vive de governo.
um cidadão como você, que vive do trabalho
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante
VozCalmo
01:51Adriana Araújoneutro→ ataca Felipe d'Avila
Por favor.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
01:52Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Estado Brasileiro
Resumo
Ele expressa o cansaço da população com um Estado caro e ineficiente que, segundo ele, prejudica quem trabalha.
E nós estamos cansados desse estado caro e ineficiente, que atrapalha a vida de todo mundo que trabalha, que rala todo dia de manhã para conseguir o seu dinheiro.
nós estamos cansados desse estado caro e ineficiente
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado · Apertou labios
VozEnfatico
02:03Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Estado Brasileiro
Resumo
O candidato critica a alta carga tributária do Brasil, que está entre as 15 maiores do mundo, em troca de serviços públicos de péssima qualidade.
Nós somos o país, um que tá entre os 15 mais que cobram imposto. Pra quê? Pra dar um serviço público de péssima qualidade.
“O Brasil está entre os 15 países que mais cobram impostos no mundo.”
Avaliação automatizada
Falso72%confiança
Segundo fonte baseada em dados do Banco Mundial, o Brasil ocupa a 32ª posição no ranking global de carga tributária, estando em um 'patamar intermediário' e não entre os 15 maiores (https://clickpetroleoegas.com.br/paises-com-a-maior-carga-tributaria-do-mundo-segundo-o-banco-mundial-dsca00/). Outro estudo do IBPT, citado por https://online.crcsp.org.br/portal/noticias/noticia.asp?c=9272, coloca o Brasil na 30ª posição entre 30 países analisados em termos de retorno dos impostos, reforçando que o país não figura entre os 15 maiores cobradores de impostos no mundo.
Ele defende a necessidade de gestão pública, citando Zema e Adriano Silva como exemplos, e se apresenta como o candidato capaz de realizar essas mudanças.
Tá na hora de ter gestão pública. E para isso é preciso deixar de votar no menos pior. Precisamos votar em alguém que entenda de gestão pública, assim como é o caso do governador Zema em Minas Gerais, como é o caso do prefeito Adriano Silva em Joinville, gente que entende de gestão, sabe como cortar gasto público, equilibrar as contas públicas, atrair investimento e fazer a economia crescer. É assim que nós vamos mudar o Brasil. Muito prazer, eu sou o Felipe D'Avila, candidato do Partido Novo.
Tá na hora de ter gestão pública.
0%
Promessa vaga· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante
VozAssertivo
02:40Adriana Araújoneutro→ ataca Soraya Thronicke
Resumo
A mediadora agradece ao candidato e passa a palavra para a candidata Soraya Thronicke responder à mesma pergunta.
Obrigada, candidato. Agora a candidata Soraya Thronicke responde a mesma pergunta. Por favor, candidata, boa noite.
Agora a candidata Soraya Thronicke responde a mesma pergunta.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
02:50Soraya Thronickeneutro
Resumo
A candidata cumprimenta a todos e agradece à jornalista pela pergunta.
Mas antes eu gostaria de me apresentar. Quero primeiro me me cumprimentar os candidatos que vieram. O comparecimento de todos é de extrema importância, é uma obrigação dos candidatos e é um direito do eleitor conhecer todas as propostas. Não comparecer é um ato de covardia.
Qualidade da resposta · Esquivou
PerguntaComo equilibrar demandas sociais com responsabilidade fiscal
RespostaApresentação pessoal e crítica à ausência de outros candidatos
Soraya usou seu tempo para se apresentar e criticar candidatos ausentes, sem responder à pergunta sobre equilíbrio fiscal.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve · Olhar direto
VozCordial
03:11Soraya Thronickeemocional→ ataca Políticos de carreira
Resumo
A candidata se apresenta como alguém de fora da política tradicional e expressa a frustração do eleitor com as decepções políticas dos últimos 20 anos.
Eu sou Soraya Thronicke, sou senadora pelo Mato Grosso do Sul e como o outro candidato acabou de dizer, eu não sou do mundo político, eu não dependo do mundo político, estou política porque eu tenho uma proposta. Como você que está aí sentado no sofá, eu também estive. Estive nesses últimos 20 anos assistindo a debates como esses. E aí a minha esperança se renovava a cada 4 anos e depois só vinha decepção.
a minha esperança se renovava a cada 4 anos e depois só vinha decepção
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria · Apertou labios
VozReflexivo
03:44Soraya Thronickeconciliador→ ataca Outros candidatos
Resumo
Ela critica o uso de jargões técnicos no debate e afirma que seu objetivo é falar de forma clara e direta com o eleitor, sem confrontos.
Eu acho realmente que é muito chato ficar escutando aqui juridiquês e economês. Eu não vim para brigar com ninguém, não vim para duelar, eu vim para falar com você na língua que todos os brasileiros entendem.
falar com você na língua que todos os brasileiros entendem
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAssertiva
VozDireto
03:57Soraya Thronickeassertivo
Resumo
A candidata apresenta sua principal proposta: o imposto único federal, que substituiria 11 tributos, e promete detalhá-la ao longo do debate.
Nós temos uma solução para o nosso país, é o imposto único federal. Nós trocaremos 11 impostos federais por um imposto só. E no decorrer da minha campanha, no decorrer desse debate, você vai conhecer mais sobre essa proposta inovadora e, na verdade, revolucionária.
O jornalista questiona os candidatos sobre como pretendem reduzir a tensão e os conflitos entre os poderes, que deveriam ser harmônicos segundo a Constituição.
Na Constituição, eles deveriam funcionar de forma harmoniosa, independente, na vida real, na prática, conflitos e intromissão um no outro. Se a senhora for eleita, se o senhor for reeleito, o que pretende fazer para reduzir esse clima de tensão que não contribui com a ordem e o progresso do Brasil?
o que pretende fazer para reduzir esse clima de tensão que não contribui com a ordem e o progresso do Brasil?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozQuestionador
04:54Simone Tebetassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
A candidata afirma que a desarmonia entre os poderes é culpa do atual presidente, que ameaça a democracia, e que a solução é trocá-lo para pacificar e unir o país.
Boa noite a todos. Permitam-me, antes de mais nada, agradecer à imprensa, em nome da Band, pelo debate, que só fortalece a democracia. Cumprimentar os candidatos e a candidata e a todos que estão nos acompanhando. É muito simples. A harmonia dos poderes depende excessivamente de um presidente da República que saiba cumprir a Constituição e o seu papel. Nós hoje temos uma radicalização, uma desarmonia em função de termos um presidente que ameaça a democracia, os valores democráticos a todo momento. Não respeita a imprensa livre, não respeita a independência do Supremo Tribunal Federal, do Poder Judiciário, do Poder Legislativo. A resposta é: precisamos trocar o presidente da República. Sem paz, nós não vamos unir o Brasil. Sem união, o Brasil não vai voltar a crescer, gerar emprego, renda para a população brasileira. A nossa candidatura, a candidatura do centro democrático, do MDB, do PSDB, do Cidadania e do Podemos, é uma é uma candidatura que vai reposicionar o Brasil, porque é a única capaz de garantir credibilidade, previsibilidade e segurança jurídica. Como professora e como advogada, respeito a Constituição e os demais poderes. Está na hora dos poderes terem as suas funções. É a política que está judicializando o poder judiciário e, consequentemente, o poder judiciário acaba excedendo no seu poder. Nós vamos fazer a diferença e vamos pacificar o Brasil.
A resposta é: precisamos trocar o presidente da República.
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaO que pretende fazer para reduzir a tensão entre os poderes
RespostaCrítica a Bolsonaro como causa da tensão e proposta de troca de presidente
Tebet identificou a causa do problema (Bolsonaro) e propôs a solução (troca de presidente), mas não detalhou mecanismos institucionais para garantir harmonia entre poderes.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante
VozFirme
06:24Rodolfo Schneiderneutro
Candidato Jair Bolsonaro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
06:26Jair Bolsonarodefensivo→ ataca Poder Judiciário, MDB
Resumo
O candidato defende que abalou uma falsa harmonia ao escolher ministros técnicos, e acusa o Judiciário, especialmente o STF, de ativismo e interferência indevida no Executivo.
Assumi a presidência e escolhi meus ministros pelos critérios técnicos, sem ingerência política. Isso causou um desconforto por parte de alguns políticos e por parte de alguns partidos, como o MDB, por exemplo. Então, eu abalei a harmonia onde todos eram amiguinhos e, obviamente, davam uma banana para o povo brasileiro. Hoje vocês conhecem quem são os meus ministros e sabem a capacidade de cada um. Possíveis problemas com o Supremo Tribunal Federal. É uma via de mão dupla. A ingerência, o ativismo judicial que hoje se faz presente no Brasil. Um ministro agora há pouco interferiu mandando investigar, fazendo busca e apreensões e, entre outras barbaridades, um grupo de empresários. Ou seja, esse não é o trabalho do poder judiciário. Reagi no tocante a isso. Como, por exemplo, também, dei anistia a um deputado federal que havia, injustamente, sido condenado a 9 anos de cadeia por falar, não interessa o que ele falou, ele tem imunidade por qualquer palavra, opinião e voto. Eu não tenho problemas com poder nenhum. Alguns poderes, ou melhor, alguns ministros do Supremo Tribunal Federal que querem, a qualquer preço, interferir no poder executivo. Nós não podemos admitir isso aí. A harmonia tem que existir e a independência e o respeito acima de tudo. E o respeito não falta da minha parte, de outra parte que alguns se manifestam contrário à minha pessoa.
Eu abalei a harmonia onde todos eram amiguinhos e, obviamente, davam uma banana para o povo brasileiro.
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaO que pretende fazer para reduzir a tensão entre os poderes
RespostaDefesa de que a tensão foi causada por escolher ministros técnicos e crítica ao STF
Bolsonaro redefine o problema como tensão legítima contra o ativismo judicial, mas não apresenta proposta concreta para reduzir conflitos institucionais.
Auto-contradição— afirmações conflitantes no mesmo turno
75% confiança
Disse
“Assumi a presidência e escolhi meus ministros pelos critérios técnicos, sem ingerência política.”
Mas também disse
“Eu não tenho problemas com poder nenhum. Alguns poderes, ou melhor, alguns ministros do Supremo Tribunal Federal que querem, a qualquer preço, interferir no poder executivo. Nós não podemos admitir isso aí.”
Bolsonaro afirma não ter problemas com nenhum poder, mas imediatamente descreve um conflito grave com ministros do STF que 'querem interferir no executivo', contradizendo a afirmação de harmonia.
Agora eu faço a próxima pergunta para os candidatos Lula e Ciro Gomes, nessa ordem. A educação no Brasil, o retrato da educação já era considerado há muitos anos ruim, com o Brasil na lanterninha dos testes internacionais de avaliação da qualidade do ensino. Só que com a pandemia, essa situação se agravou muito. Um estudo recente da Fundação Getúlio Vargas indica que o retrocesso no aprendizado de matemática foi de 15 anos. Em português, nossas crianças retrocederam uma década e o abandono escolar também foi muito mais forte com a pandemia, ampliou muito, sobretudo entre as crianças de 5 a 9 anos de idade. A minha pergunta é: se eleitos, os senhores têm um plano para que o Ministério da Educação aja imediatamente para resgatar essa geração Covid de crianças que podem estar condenadas no futuro a baixos salários, a subemprego, comprometendo inclusive o crescimento do Brasil? E qual é o plano? Começamos com o candidato Lula.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
09:01Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
O candidato lamenta a falta de dados do MEC sobre a educação e propõe, como primeira medida se eleito, uma reunião com todos os governadores para tratar da recuperação da aprendizagem pós-pandemia.
Olha, primeiro eu quero parabenizar a Bandeirante por manter a sua tradição de fazer os debates políticos e abrir de campanha. Segundo, dizer para vocês que, lamentavelmente, a gente não tem informação do MEC para saber quantas crianças estão hoje, sabe, com um grau de educação muito abaixo daquele que deveria estar. Porque nós, hoje nós temos dois tipos de, de, de estudante. Nós temos aquele que teve acesso a tablet, a computador e que continuou estudando durante a pandemia, e nós temos aqueles mais pobres que não conseguiram acompanhar, ficaram sem ir pra aula. Além disso, nós temos no ensino médio uma quantidade de evasão escolar muito grande. E nós precisamos, então, trazer essas pessoas. O que é que eu estou comprometido a fazer? A primeira coisa que eu pretendo fazer, se ganhar as eleições, é logo no começo de janeiro, convocar uma reunião com todos os governadores de estado, convocar uma reunião
A primeira coisa que eu pretendo fazer, se ganhar as eleições, é logo no começo de janeiro, convocar uma reunião com todos os governadores de estado.
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaPlano para o Ministério da Educação resgatar a geração Covid
RespostaDiagnóstico da desigualdade educacional e proposta de reunião com governadores
Lula identificou o problema corretamente mas a proposta concreta (reunião com governadores) é vaga e não constitui um plano de ação específico para a geração Covid.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio · Franzir testa
VozCalmo
92wpm3hedges⏸5disfluências2eu→nós1trocas verbais
09:30Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
O candidato descreve a desigualdade no acesso à educação durante a pandemia, contrastando estudantes com e sem acesso a tecnologia.
tablet, computador e que continuou estudando durante a pandemia.
tablet, computador e que continuou estudando durante a pandemia
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio focado · Sobrancelhas franzidas
VozAssertivo
09:34Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
Ele aponta que os estudantes mais pobres não conseguiram acompanhar as aulas remotas e ficaram sem estudar.
E nós temos aqueles mais pobres que não conseguiram acompanhar, ficaram sem ir pra aula.
não conseguiram acompanhar, ficaram sem ir pra aula
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualPreocupado
VozGrave
09:39Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
Lula menciona a alta evasão escolar no ensino médio e a necessidade de reintegrar esses jovens ao sistema educacional.
Além disso, nós temos no ensino médio uma quantidade de evasão escolar muito grande. E nós precisamos então trazer essas pessoas.
uma quantidade de evasão escolar muito grande
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio determinado · Apertou labios
VozFirme
09:47Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Governo atual
Resumo
Lula propõe um pacto com governadores e prefeitos para combater o atraso educacional e critica os cortes no orçamento da área, relembrando que quintuplicou o investimento em seu governo.
O que é que eu estou comprometido a fazer? A primeira coisa que eu pretendo fazer, se ganhar as eleições, é logo no começo de janeiro convocar uma reunião com todos os governadores de estado, convocar uma reunião com os prefeitos da capital no primeiro momento, para que a gente possa fazer um pacto de fazer uma verdadeira guerra contra o atraso educacional que a pandemia deixou e contra o atraso educacional de outras situações pelo corte de dinheiro que houve na educação. Eu sou daqueles que quando peguei a educação, eu quintupliquei o orçamento da educação, porque eu acreditava que era necessário melhorar a educação. Lamentavelmente, a educação foi abandonada nesse país.
fazer uma verdadeira guerra contra o atraso educacional que a pandemia deixou
0%
Promessa vaga· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDeterminado indignado · Sorriso rapido · Franzir a testa
“Lula quintuplificou o orçamento da educação em seu governo.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo10%confiança
Nenhuma das fontes fornecidas aborda a afirmação de que Lula quintuplicou o orçamento da educação. Os resultados tratam de recomposição pontual de verbas para universidades federais e da sanção do novo PNE, sem qualquer dado comparativo que permita avaliar se houve aumento de cinco vezes no orçamento educacional.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Houve corte de dinheiro na educação após o governo Lula.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro75%confiança
As fontes confirmam que o governo Lula realizou bloqueios e cortes de verbas na educação em diferentes momentos: R$ 332 milhões em agosto de 2023 (https://www.cnnbrasil.com.br/politica/governo-lula-bloqueia-r-332-milhoes-destinados-para-a-educacao/), cortes em bolsas e educação básica em 2024 (https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/04/governo-lula-corta-verba-de-bolsas-de-estudo-educacao-basica-e-farmacia-popular.shtml), e bloqueio de R$ 1,3 bilhão em agosto de 2024 (https://www.sintietfal.org.br/2024/08/corte-mec/). A afirmação é parcialmente verdadeira pois os cortes são contingenciamentos orçamentários — mecanismo técnico de controle fiscal — e não necessariamente reduções permanentes do orçamento total da educação, o que pode tornar a afirmação enganosa dependendo do contexto em que é apresentada.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
10:32Ciro Gomesassertivo
Resumo
Ciro Gomes agradece a oportunidade, cumprimenta os oponentes e afirma que a pergunta sobre educação é uma dádiva, citando o sucesso do Ceará como modelo e propondo transformar a educação brasileira em uma das 10 melhores do mundo.
Boa noite. Boa noite a todos e a todas os brasileiros. Eu quero agradecer a Bandeirantes que lidera esse pool por essa oportunidade de debater. Quero cumprimentar, dar um boa noite a todos os meus ilustres oponentes aqui, às senadoras e aos senhores, eh, candidatos. E a todos os brasileiros, eu devo dizer, basicamente, que essa pergunta parece ser uma escolha que Deus me deu. Por quê? Porque o Ceará tem hoje a melhor educação pública do Brasil, e eu, modestamente, ajudei a produzir isso. Nós temos, por todos os indicadores de avaliação, 79 das 100 melhores escolas públicas do Brasil, e já estamos encaminhando uma equação para essa, esse prejuízo grave que a pandemia causou entre os, os, a comunidade escolar. Porém, vamos ter clareza, eu vou fazer durante esse debate um esforço imenso para que a gente entenda que os problemas brasileiros de hoje não são problemas que nasceram agora. A, o descuido com a educação brasileira é, parece ser um projeto de governo. Portanto, nós precisamos transformar a educação pública brasileira numa das 10 melhores do mundo em 15 anos. E para isso eu preciso dizer como: mudar o padrão pedagógico, trocar o decoreba por um ensino emancipador, que os tempos digitais pedem, e reforçar estruturalmente o financiamento. Se nós não mudarmos o modelo de financiamento da educação brasileira, assim como da saúde, assim como de todas as grandes questões, será falsa toda e qualquer promessa ou desconhecimento da realidade em que estamos atolados no Brasil. Eu quero pedir a todos que acompanhem nas minhas redes os detalhes dessa proposta.
o Ceará tem hoje a melhor educação pública do Brasil, e eu, modestamente, ajudei a produzir isso
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante satisfeito · Sorriso leve · Olhar para o lado
“O Brasil tem 18 de cada 100 jovens de 18 a 25 anos no ensino superior.”
Numérico
Sujeitojovens brasileiros de 18 a 25 anosValor18 %
Verificar contra: INEP
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
O número de 18% corresponde a dados mais antigos (2021), quando 18,1% dos jovens de 18 a 24 anos estavam matriculados no ensino superior, conforme https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/apenas-18-1-dos-jovens-de-18-a-24-anos-estao-matriculados-no-ensino-superior/. Dados mais recentes do Censo da Educação Superior 2022 indicam que menos de 25% dos jovens de 18 a 24 anos acessam o ensino superior, sugerindo que o percentual pode ter aumentado desde então (https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2023/10/10/censo-educacao-superior-754percent-dos-jovens-de-18-a-24-anos-nao-acessam-a-faculdade-no-brasil.ghtml). Além disso, a faixa etária citada na afirmação (18 a 25 anos) difere ligeiramente da usada nas fontes (18 a 24 anos), o que introduz uma imprecisão adicional.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“A Colômbia tem 42 de cada 100 jovens no ensino superior.”
Numérico
Sujeitojovens colombianosValor42 %
Verificar contra: Outro: UNESCO Institute for Statistics
Avaliação automatizada
Falso72%confiança
As fontes disponíveis não confirmam o índice de 42 jovens em cada 100 no ensino superior na Colômbia. Ao contrário, os dados apontam para valores menores: 23% de conclusão universitária segundo https://revistaensinosuperior.com.br/2019/11/03/universitarios-ocde/ e 35% de jovens com diploma universitário segundo https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/no-brasil-apenas-24-dos-jovens-tem-diploma-universitario/. Nenhuma fonte sustenta o valor de 42%.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O governo do PT destinou 40 bilhões de reais para empresários privados via FIES, deixando estudantes endividados com contas de R$110 mil a R$150 mil.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
As fontes fornecidas mencionam o endividamento de estudantes via FIES e propostas de anistia, mas não confirmam nem contradizem os valores específicos citados na afirmação (R$40 bilhões destinados a empresários privados, dívidas individuais de R$110 mil a R$150 mil). As fontes são do próprio PT e tratam de propostas políticas, sem dados financeiros detalhados que permitam verificar os números alegados.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Sem verificaçãoextraída pela IA · pendente revisão editorial
“O governo do PT destinou 40 bilhões de reais para empresários privados via FIES.”
Numérico
SujeitoFIES - Fundo de Financiamento EstudantilValor40 R$ bi
Verificar contra: Outro: Ministério da Educação / FNDE
11:11Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora agradece e passa a mesma pergunta para o próximo candidato, Ciro Gomes.
Obrigada, candidato. Agora a mesma pergunta para o candidato Ciro Gomes. Boa noite.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
12:06Eduardo Oinegueneutro
Resumo
O mediador anuncia o início da primeira rodada de confronto direto, explicando a dinâmica.
Vamos começar agora a primeira rodada de confronto direto entre os candidatos. Todos perguntam e todos respondem.
primeira rodada de confronto direto
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
12:14Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora detalha as regras de tempo para o confronto direto e anuncia que Jair Bolsonaro será o primeiro a perguntar.
Lembrando que perguntas e réplicas têm um minuto cada. Respostas e tréplicas somadas têm 4 minutos, que serão administradas pelo próprio candidato. Pelo sorteio prévio, quem começa essa rodada, indicando quem vai responder, é o candidato Jair Bolsonaro. Por favor, para quem vai a sua pergunta?
Respostas e tréplicas somadas têm 4 minutos
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
13:36Luiz Inácio Lula da Silvadefensivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Em resposta a Bolsonaro, Lula afirma que seu governo foi o que mais investigou a corrupção e lista diversas medidas de combate à corrupção e de transparência que implementou, como o Portal da Transparência e a Lei de Acesso à Informação.
Eu, eu acho que de vez em quando a gente tem que acreditar, sabe, de que nada acontece por acaso. Era preciso ser ele para me perguntar, e eu sabia que essa pergunta viria. Eu acho que isso é importante, porque as pessoas precisam saber de que inverdades não valem a pena na televisão. Citar números que são mentirosos também não compensa na televisão. Aqui é importante a gente citar o seguinte, tá? Não teve nenhum presidente da república que fez mais investigação para que a gente apurasse a corrupção do que nós fizemos. E é importante deixar claro que nós fizemos o portal da transparência, a fiscalização da CGU, a lei de acesso à informação, a lei anticorrupção, a lei contra crime organizado, a lei contra a lavagem de dinheiro, colocamos a AGU no combate à corrupção, fizemos o COAF funcionar e a movimentação bancária das atípicas. Ou seja, colocamos o gato no combate. Então tudo que foi eu, sabe, que nós fizemos no nosso governo.
Não teve nenhum presidente da república que fez mais investigação para que a gente apurasse a corrupção do que nós fizemos.
Qualidade da resposta · Respondeu
PerguntaCorrupção no governo Lula — pergunta de Bolsonaro
RespostaDefesa do legado anticorrupção do governo Lula com lista de medidas
Lula respondeu diretamente à acusação listando medidas concretas de combate à corrupção implementadas em seu governo.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualCalmo ironico · Sorriso contido · Esfregar o nariz
VozFirme controlado
Comport.Gesto autoadaptador
38wpm2hedges⏸4disfluências3eu→nós1trocas verbais
14:30Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula conclui sua fala afirmando que seu governo implementou medidas de combate à corrupção, como o monitoramento de movimentações bancárias atípicas.
funcionar e a movimentação bancária das atípicas. Ou seja, colocamos o gato no combate. Então tudo que foi eu, sabe, que nós fizemos no nosso governo.
colocamos o gato no combate
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeriedade assertiva · Aperto labial · Olhar para baixo
VozFirme
Consulta anotações no início da fala.
14:33Jair Bolsonaroneutro→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro escolhe o ex-presidente Lula como alvo de sua pergunta.
É, ex-presidente Lula.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozDireto
14:34Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora inicia o tempo para a pergunta.
Um minuto, por favor.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
14:36Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro acusa o governo do PT de endividar a Petrobras em 900 bilhões de reais devido à corrupção e pergunta a Lula se ele pretende voltar ao poder para continuar com as mesmas práticas.
Corrupção. A Petrobras, ao longo de 14 anos de PT, se endividou em aproximadamente 900 bilhões de reais. Fruto de desmandos, refinarias começaram a não concluídas, entre tantas outras coisas. Esses 900 bilhões de reais daria para fazer 60 vezes a transposição do Rio São Francisco. Ou seja, o povo nordestino sofreu por falta d'água por causa de corrupção do seu governo. Mas ainda, esse montante é equivalente a 120 vezes o orçamento do Ministério da Infraestrutura. Eu tô falando isso para que se tenha noção do tamanho da corrupção somente na Petrobras. E delatores devolveram 6 bilhões de reais. Ou seja, corrupção houve. Ô, presidente Lula, o senhor quer voltar ao poder para quê? Para continuar fazendo a mesma coisa na Petrobras?
senhor quer voltar ao poder para quê? Para continuar fazendo a mesma coisa na Petrobras?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAcusatorio serio · Aperto de labios · Olhar fixo · Aperto labial · Leve sorriso de canto · Franzir a testa
Sujeitodelatores da Operação Lava JatoValor6 R$ bi
Verificar contra: Outro: Ministério Público Federal / Lava Jato
Avaliação automatizada
Falso82%confiança
A afirmação de que delatores devolveram R$ 6 bilhões é contradita pela fonte da Veja (https://veja.abril.com.br/politica/delatores-da-lava-jato-devolveram-8232-mi-mas-desviaram-muito-mais/), que aponta que delatores da Lava Jato devolveram apenas R$ 823,2 milhões — valor muito inferior aos R$ 6 bilhões alegados. O Jornal GGN (https://jornalggn.com.br/noticia/divida-de-900-bilhoes-refinarias-petrolao-as-mentiras-que-bolsonaro-conta-sobre-a-petrobras/) classifica explicitamente essa afirmação como mentira. O Valor Econômico (https://valor.globo.com/google/amp/politica/eleicoes-2022/noticia/2022/09/30/qual-e-a-conta-da-corrupcao-citada-pelos-candidatos-no-debate-da-globo.ghtml) apenas registra que a afirmação foi feita, sem confirmá-la.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
79wpm
14:42Adriana Araújoneutro
Por favor, um minuto.
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Whataboutism85% confiança
“Segundo Palocci, tudo no seu governo foi aparelhado, tudo, exceto o Banco Central. Então se todo mundo fazia malfeitos, roubava, desviava, só o ex-presidente não sabia.”
Bolsonaro usa as acusações de Palocci para desviar da questão central (o que Bolsonaro fez) e redirecionar para os supostos crimes do governo Lula. (Desvia para apontar problema do oponente em vez de responder)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
14:44Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro rebate citando Antonio Palocci para afirmar que todo o governo Lula foi aparelhado para a corrupção e que apenas o ex-presidente não sabia de nada.
Segundo Palocci, tudo no seu governo foi aparelhado, tudo, exceto o Banco Central. Então se todo mundo fazia malfeitos, roubava, desviava, só o ex-presidente não sabia.
tudo no seu governo foi aparelhado, tudo, exceto o Banco Central
“Segundo Palocci, tudo no governo Lula foi aparelhado, exceto o Banco Central.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
A afirmação é atribuída a Bolsonaro parafraseando Palocci durante debate eleitoral, conforme registrado pelo UOL (https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2022/08/29/bolsonaro-e-lula-o-que-e-falso-e-o-que-e-verdadeiro-no-1-embate-direto.htm), que reproduz a fala: 'Segundo o Palocci, tudo no seu Governo foi aparelhado. Tudo. Exceto o Banco Central.' Contudo, a fonte não confirma diretamente que Palocci disse isso em sua delação — é uma paráfrase de Bolsonaro. Adicionalmente, a Conjur (https://www.conjur.com.br/2020-dez-28/agosto-relatorio-apontou-delacao-palocci-foi-inventada/) aponta que elementos da delação de Palocci não foram corroborados por provas, o que introduz cautela sobre a fidelidade e validade do conteúdo atribuído a ele.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
15:10Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ele define o governo Lula como uma cleptocracia baseada em roubo para comprar apoio no parlamento, beneficiando não só o partido, mas o próprio Lula.
O seu governo foi marcado pela cleptocracia, ou seja, um governo feito a base de roubo. E essa roubalheira era para conseguir apoio dentro do parlamento, não era apenas para o ex-presidente Lula, era para ele também conseguir apoio dentro do parlamento.
O seu governo foi marcado pela cleptocracia
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Generalização apressada80% confiança
“O seu governo foi marcado pela cleptocracia, ou seja, um governo feito a base de roubo. E essa roubalheira era para conseguir apoio dentro do parlamento”
Bolsonaro generaliza casos específicos de corrupção (Petrolão, Mensalão) para afirmar que TODO o governo Lula foi baseado em roubo, sem distinguir entre atos individuais e política de governo. (Tira regra geral de poucos casos)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeriedade intensa · Aperto labial
VozIncisivo
15:28Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro conclui sua fala chamando a defesa de Lula de mentirosa e reafirma que o governo petista foi o mais corrupto da história do Brasil.
Assim sendo, nada justifica essa resposta mentirosa que você deu nessa questão. Sim, o seu governo foi o governo mais corrupto da história do Brasil.
o seu governo foi o governo mais corrupto da história do Brasil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDesdem firme · Olhar fixo · Tensionamento mandibular
VozConclusivo e desdenhoso
Consulta anotações ao final.
15:40Luiz Inácio Lula da Silvadefensivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula reage às acusações de Bolsonaro, classificando-as como indescritíveis.
É, é indescritível o que nós acabamos de ouvir.
é indescritível o que nós acabamos de ouvir
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIncredulidade contida · Sobrancelhas levantadas · Balancar de cabeca negativo
VozPausado e incredulo
16:00Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula defende seu governo, citando a capitalização de R$ 70 bilhões da Petrobras como um grande feito de sua gestão.
pela maior política de inclusão social, pela maior geração de emprego, pelo maior aumento de salário mínimo, pelo maior investimento na agricultura familiar, pelo maior investimento na criação da lei geral da pequena empresa, pela criação do Simples, ou seja, o nosso governo, além disso,
foi exatamente no nosso governo que a Petrobras ganhou o tamanho que ganhou
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Gish gallop75% confiança
“pela maior política de inclusão social, pela maior geração de emprego, pelo maior aumento de salário mínimo, pelo maior investimento na agricultura familiar, pelo maior investimento na criação da lei geral da pequena empresa, pela criação do Simples”
Lula dispara uma série de afirmações superlativas ('maior', 'maior', 'maior') em sequência rápida, tornando impossível verificar ou rebater cada uma individualmente no tempo disponível. (Sobrecarrega com afirmações sem dar tempo de rebater)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeriedade didatica · Gestos com as maos · Contagem nos dedos
VozFirme e didatico
16:20Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula destaca os investimentos em educação, como a criação de universidades e escolas técnicas, que resultaram em um aumento de 3,5 para 8,5 milhões de universitários.
foi o governo que mais fez investimento na educação. São 18 universidades federais novas, 178 campus e 422 escolas técnicas que fez uma revolução nesse país. O meu governo deveria ser conhecido exatamente por isso, porque quando eu cheguei na presidência, a gente tinha 3 milhões e meio de estudantes na universidade, quando eu saí da presidência, a gente tinha, a gente tinha 8 milhões e meio de pessoas na universidade.
a gente tinha 8 milhões e meio de pessoas na universidade
“O governo Lula criou 18 universidades federais novas, 178 campi e 422 escolas técnicas.”
Numérico
Sujeitouniversidades federais e escolas técnicas criadas no governo LulaValor18 universidadesPeríodo2003-2010
Verificar contra: Outro: Ministério da Educação
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro65%confiança
O número de 18 universidades federais e 422 escolas técnicas é confirmado por fontes partidárias (https://lula.com.br/universidades-por-todo-o-pais-lula-levou-a-educacao-brasil-adentro/), mas o número de campi universitários diverge entre as fontes: o site do PT indica 173 campi (https://pt.org.br/confira-as-universidades-e-institutos-federais-criados-pelo-pt/), não 178 como afirmado na alegação. Além disso, as fontes disponíveis são todas partidárias ou ligadas ao próprio Lula, o que limita a verificação independente.
16:49Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ele aponta como marcas de seu governo a reforma agrária, com 51 milhões de hectares para assentamentos, e o menor índice de desmatamento da Amazônia.
É exatamente isso que é a marca do meu governo. 51 milhões de hectares de terra disponibilizado para efeito de assentamento de pessoas nesse país. O menor desmatamento da Amazônia foi feito no meu governo, dos acordos que nós fizemos.
O menor desmatamento da Amazônia foi feito no meu governo
“O governo Lula disponibilizou 51 milhões de hectares de terra para assentamentos.”
Numérico
Sujeitoreforma agrária no governo LulaValor51 milhões de hectaresPeríodo2003-2010
Verificar contra: Outro: INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo30%confiança
As fontes disponíveis mencionam entregas pontuais de terras para reforma agrária no governo Lula — como 385 mil hectares pelo Programa Terra da Gente (https://www.gov.br/incra/pt-br/assuntos/noticias/governo-federal-faz-entrega-historica-para-a-reforma-agraria-por-meio-do-programa-terra-da-gente) e 13.307 hectares em decretos específicos (https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202503/programas-imovel-da-gente-e-terra-da-gente-trabalham-de-forma-interligada-para-possibilitar-a-destinacao-de-terras-para-a-reforma-agraria) — mas nenhuma fonte menciona o total de 51 milhões de hectares alegado na afirmação. Os números citados nas fontes são ordens de grandeza muito inferiores ao valor da alegação, tornando impossível confirmá-la ou refutá-la com base apenas nesses resultados.
17:07Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula menciona os acordos com Alemanha e Noruega para a preservação da Amazônia, visando o desenvolvimento sustentável para os 30 milhões de habitantes da região.
Foi o meu governo que fez o acordo com a Alemanha e com a Noruega para que a gente tentasse, sabe, contribuir com a preservação da Amazônia e com a exploração da riqueza da biodiversidade para garantir possibilidade de desenvolvimento para quase 30 milhões de pessoas que moram na Amazônia.
contribuir com a preservação da Amazônia
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeriedade
VozExplicativo
17:25Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ele exalta o prestígio internacional do Brasil em seu governo, citando o respeito de várias potências e o crescimento do comércio exterior de 100 para 500 bilhões de dólares.
Foi o meu governo que deu cidadania ao Brasil nas suas relações internacionais. Nunca antes na história do Brasil, o Brasil foi tão respeitado no mundo, respeitado pelos Estados Unidos, respeitado pelo Chile, pela China, pela Rússia, sabe, pela Índia, respeitado pela União Europeia. E foi exatamente no meu governo que nós fizemos com que o país que não tinha um fluxo comercial sequer de 100 bilhões de dólares, ultrapassasse 500 bilhões de dólares de comércio no exterior.
Nunca antes na história do Brasil, o Brasil foi tão respeitado no mundo
A afirmação de 'quase 30 milhões' é aproximadamente compatível com os dados disponíveis: a Cognatis/IBGE aponta 28 milhões de habitantes na Amazônia Legal (https://cognatis.com.br/com-28-milhoes-de-habitantes-a-amazonia-representa-13-da-populacao-brasileira/), enquanto o WWF Brasil menciona 'cerca de 30 milhões' (https://www.wwf.org.br/nossosconteudos/biomas/amazonia/). A diferença entre as fontes sugere que o número exato depende do recorte geográfico utilizado (Amazônia Legal vs. bioma), tornando a afirmação parcialmente correta mas imprecisa.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
17:56Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula contrasta o crescimento de 7,5% e a geração de 20 milhões de empregos de sua gestão com a atual situação, acusando Bolsonaro de destruir o país.
Esse país, que era um país que quando eu deixei a presidência, estava crescendo a 7,5%. Esse país que teve 20 milhões de empregos com carteira profissional assinada, é o país que o atual presidente está destruindo. Está destruindo porque ele adora
é o país que o atual presidente está destruindo
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao · Apontar o dedo · Balancar de cabeca negativo
“O governo Lula gerou 20 milhões de empregos com carteira profissional assinada.”
Numérico
Sujeitoempregos formais criados no governo LulaValor20 milhõesPeríodo2003-2010
Verificar contra: Outro: CAGED - Ministério do Trabalho
Avaliação automatizada
Falso92%confiança
As fontes disponíveis indicam que o governo Lula gerou aproximadamente 3,18 milhões de empregos com carteira assinada até agosto de 2024 (https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202409/governo-lula-criou-3-1-milhoes-de-empregos-com-carteira-em-agosto-foram-232-mil), número muito inferior aos 20 milhões alegados. O site do PT confirma 1,69 milhão de empregos formais apenas em 2024 (https://pt.org.br/conheca-os-programas-do-governo-lula-voltados-aos-trabalhadores/), e dados do IBGE apontam 1,5 milhão com carteira assinada em um período de 12 meses (https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202406/quase-3-milhoes-de-empregos-criados-em-um-ano-metade-com-carteira-assinada). A cifra de 20 milhões contradiz todas as fontes consultadas.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
18:23Luiz Inácio Lula da Silvaemocional
Resumo
Lula finaliza evocando a nostalgia do povo pelo seu governo, que ele descreve como o país do emprego e da dignidade, e promete que esse Brasil retornará.
Portanto, o país que eu deixei é um país que o povo tem saudade. É o país do emprego, é o país em que o povo tinha o direito de viver dignamente, de cabeça erguida nesse país. E esse país vai voltar.
o país que eu deixei é um país que o povo tem saudade
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Apelo emocional70% confiança
“o país que eu deixei é um país que o povo tem saudade. É o país do emprego, é o país em que o povo tinha o direito de viver dignamente, de cabeça erguida nesse país. E esse país vai voltar.”
Lula substitui argumentos por apelo nostálgico, evocando saudade de seu governo sem apresentar evidências de que as condições atuais seriam piores ou que seu retorno garantiria os mesmos resultados. (Usa emoção em vez de evidência para persuadir)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualEsperanca e determinacao · Punho cerrado levemente
VozEmocional e firme
18:38Eduardo Oinegueneutro
O próximo a perguntar é o candidato Ciro Gomes.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
18:41Ciro Gomesneutro→ ataca Jair Bolsonaro
Eu vou perguntar ao presidente Jair Bolsonaro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
19:30Ciro Gomesagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ciro Gomes questiona Bolsonaro sobre a fome no Brasil, citando a subnutrição infantil e perguntando se a postura do presidente não é conivente.
É, qualquer pessoa que não tenha trocado o coração por uma pedra, sabe que a fome tá no lar de muitos milhões de brasileiros, que a subnutrição ofende crianças da mais jovem das idades, as mães estão nos ouvindo aqui e elas sabem o que é uma criança dizer: mãe, tô com fome. O senhor não teme que isso seja interpretado como conivência com isso?
O senhor não teme que isso seja interpretado como conivência com isso?
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Apelo emocional75% confiança
“as mães estão nos ouvindo aqui e elas sabem o que é uma criança dizer: mãe, tô com fome.”
Ciro usa apelo emocional intenso (criança com fome pedindo à mãe) como substituto de evidência para pressionar Bolsonaro, sem apresentar dados que fundamentem a acusação de conivência. (Usa emoção em vez de evidência para persuadir)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério assertivo · Franzir testa
VozIncisivo
19:50Jair Bolsonaroevasiva→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Bolsonaro responde de forma evasiva, afirmando que a interpretação das informações é subjetiva.
Cada um interpreta as informações como lhe acha melhor.
Cada um interpreta as informações como lhe acha melhor.
Qualidade da resposta · Esquivou
PerguntaConivência do governo com a fome e subnutrição infantil
RespostaSubjetividade na interpretação de dados
Bolsonaro respondeu com uma frase evasiva ('cada um interpreta as informações como lhe acha melhor') sem abordar a questão da fome.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDesdém · Olhar para baixo
VozMonótono
Comport.Evasiva à pergunta
19:54Jair Bolsonarodefensivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Bolsonaro defende seu governo, culpando o 'fique em casa' pela inflação, mas ressaltando a recuperação econômica e as ações sociais como o Auxílio Brasil, criticando a oposição por votar contra suas medidas.
Ciro, inflação, você tem que falar do fique em casa, a economia a gente vê depois. Agora, mesmo assim, a inflação do Brasil é uma das menores do mundo, menor até que do próprio Estados Unidos. Nós estamos colaborando na geração de empregos. Muitos diziam que apenas a partir do ano que vem voltaríamos aos números de pré-pandemia. Voltamos agora. Pode ter certeza que o mês que vem devemos ter essa taxa chegando a 8%. O nosso PIB tá crescendo. Nós fizemos milagre durante a pandemia. Lamentamos as mortes, mas investimos para que empregos não fossem destruídos, como os programas Pronamp e BEM. Atendemos os mais necessitados. Temos aqui dados do próprio IPEA, levando-se em conta o começo do meu governo, 2019, até agora. No mundo, o número da de famílias na extrema pobreza cresceu e no Brasil diminuiu, passou de 5.1 milhões para 4 milhões. Ou seja, nós atendemos aos mais necessitados. Foi o meu governo que negociou o ano passado passar em média R$ 190, o valor do Bolsa Família, para no mínimo R$ 400. Foi o meu governo, contra o voto do PT na Câmara. Foi o meu governo que, junto ao parlamento, fez diminuir o ICMS dos combustíveis, contra o voto dos senadores do PT no Senado. E o meu governo, no corrente ano, entre outras coisas, deu mais R$ 200 para o Auxílio Brasil até o final do ano, e já está garantido com a equipe econômica que esse valor será definitivo a partir do ano que vem. Ou seja, o meu governo atendeu aos mais necessitados. E esses mais pobres que estão passando necessidade, alguns passam fome, sim, não nesse número exagerado. Querer fazer demagogia com os números aqui fica complicado. Aí isso é inadmissível. E diz o próprio, próprios dados do IPEA, que, por exemplo, quem ganha até 1.9 dólares por dia, está na linha de pobreza. 1.9 dólares são R$ 10. E o Auxílio Brasil paga R$ 20. Quem, porventura, está abaixo da linha de pobreza, deve ter gente, sim, passando necessidade, sim, é só se cadastrar que vai passar a ganhar, então, o Auxílio Brasil de R$ 600. Ou seja, é um governo que tem um olhar todo especial para os mais pobres. Demos R$ 600, três vezes maior do que o PT dava lá atrás com o Bolsa Família. E lá atrás era em média R$ 190 em valores corrigidos, onde tinha família ganhando R$ 80 por mês. Nós passamos no mínimo 600 e aquela mãe que tem filho e tá sem marido, ela pode passar para R$ 1.200. Lá atrás, quando se conseguia um emprego, perdia o Bolsa Família. No meu governo não perde o Auxílio Brasil. Ou seja, um governo que atende aos mais necessitados, que procura incluí-los. Não esqueçamos que 38 milhões de pessoas perderam tudo durante a pandemia, por quê? Foram obrigados a ficar em casa. E pagamos auxílio emergencial para 68 milhões de pessoas no Brasil. Um governo que pensa nos mais pobres, pensa naquele que passa fome e procura melhorar a vida deles, mesmo tendo contra ele, dentro da Câmara e do Senado, partidos como PT, PCdoB, PSOL, entre outros. Então, Ciro, com todo o respeito, nós fazemos a nossa parte, temos, sim, colaborado para que essa, essa, essa chaga seja afastada. Agora, dá uma olhadinha como é que seu PDT votou na Câmara essas propostas de reduzir o imposto dos combustíveis e aumentar o Auxílio Brasil.
Nós fizemos milagre durante a pandemia.
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaConivência do governo com a fome e subnutrição infantil
RespostaDefesa das políticas sociais do governo e ataque ao PDT
Bolsonaro apresentou dados sobre redução da pobreza e programas sociais, mas não respondeu à questão da conivência e desviou para atacar o PDT de Ciro.
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Falsa causa82% confiança
“Ciro, inflação, você tem que falar do fique em casa, a economia a gente vê depois.”
Bolsonaro atribui toda a inflação à política de isolamento social ('fique em casa'), ignorando outros fatores como crise energética global, desvalorização cambial e política fiscal. (Confunde correlação com causa)
“O número de famílias na extrema pobreza no Brasil diminuiu de 5,1 milhões para 4 milhões entre 2019 e 2022.”
Numérico
Sujeitofamílias brasileiras na extrema pobrezaValor4 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: Outro: IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
As fontes fornecidas discutem tendências gerais de pobreza e extrema pobreza no Brasil, mas nenhuma delas menciona especificamente a redução de 5,1 milhões para 4 milhões de *famílias* em extrema pobreza entre 2019 e 2022. Os dados disponíveis referem-se a *pessoas* (não famílias) e cobrem períodos distintos (2021–2024), sem confirmar ou contradizer os números exatos da afirmação.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O governo Bolsonaro negociou o aumento do Bolsa Família de R$190 para no mínimo R$400.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro65%confiança
O governo Bolsonaro de fato criou o Auxílio Brasil com um piso de R$ 400 em 2022, substituindo o Bolsa Família que pagava média de R$ 187 (https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/bolsa-familia-retorna-com-piso-de-r-600-e-valor-extra-por-filhos-de-ate-18-anos/), e o benefício básico inicial foi de R$ 400 conforme confirmado pela FGV (https://ibre.fgv.br/blog-da-conjuntura-economica/temas/bolsa-familia-ampliado-reduz-oferta-de-trabalho-mas-pode-ser). Contudo, a afirmação é imprecisa pois o aumento não foi do Bolsa Família em si, mas sim pela criação do Auxílio Brasil, e o valor de R$ 400 foi estabelecido para 2022 como piso mínimo, não como reajuste direto do benefício de R$ 190 do Bolsa Família original (https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2021-11/governo-aumenta-valor-dos-beneficios-pagos-familias-carentes).
“O Auxílio Brasil paga R$20 por dia, acima da linha de pobreza de US$1,9 (R$10).”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro45%confiança
As fontes confirmam que a linha de extrema pobreza do Auxílio Brasil era fixada em R$ 105 mensais por pessoa (aproximadamente R$ 3,50/dia), não R$ 10/dia como afirma a claim (https://neon.com.br/aprenda/financas-pessoais/auxilio-brasil/). A referência a US$ 1,90/dia como linha de pobreza extrema global é mencionada (https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/conheca-o-auxilio-brasil-e-demais-programas-de-reducao-da-pobreza/index.html), mas a conversão para R$ 10 não é verificada pelas fontes. O valor de R$ 600 do benefício total é citado (https://meutudo.com.br/blog/valor-do-auxilio-brasil/), mas a afirmação de R$ 20/dia per capita depende do tamanho da família e não é diretamente confirmada.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O governo Bolsonaro deu mais R$200 para o Auxílio Brasil no ano corrente.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro75%confiança
As fontes confirmam que o governo Bolsonaro concedeu um acréscimo de R$ 200 ao Auxílio Brasil, elevando o benefício de R$ 400 para R$ 600 a partir de agosto de 2022 (https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/07/15/congresso-muda-auxilio-brasil-no-primeiro-semestre-e-assegura-beneficio-de-r-600). No entanto, a medida tinha caráter temporário, válida apenas até dezembro de 2022 (https://www.smetal.org.br/imprensa/auxilio-brasil-aumento-de-r200-e-eleitoreiro-e-so-vale-ate-dezembro/20220801-182003-i094), e o próprio PLOA do governo previa valor médio de R$ 405 para o ano seguinte (https://www.estadao.com.br/amp/economia/bolsonaro-auxilio-brasil-teto/). Portanto, a afirmação é parcialmente verdadeira: o acréscimo ocorreu, mas com limitação temporal relevante não mencionada na alegação.
Ciro Gomes critica a ignorância de Bolsonaro sobre os dados da fome, reafirma os números da Rede PENSSAN, critica a política de auxílios como 'Papai Noel' eleitoreiro e propõe um programa de renda mínima permanente de R$1000 por domicílio.
Eu considero uma verdadeira aberração termos à testa da administração nacional brasileira, né, um presidente que desconhece a, a Rede PENSSAN é uma das instituições mais respeitadas do mundo. São números recentes, 33 milhões e 100 mil brasileiros estão passando fome. 125 milhões de brasileiros, você está nos ouvindo aí, não comeram as três refeições. Só uma de cada quatro crianças no Brasil fazem três refeições. Por isso eu quero encerrar essa disputa de quem é que é mais Papai Noel em véspera de eleição, Bolsa Família mais 200, que mostra os limites politiqueiros de uma política de renda. Nós temos que transformar isso numa política de renda como uma perna da previdência social. O programa de de renda mínima Eduardo Suplicy vai garantir R$ 1.000 por domicílio, peço que você acompanhe os detalhes nas minhas redes, todas as fontes de financiamento, de onde é que vem o dinheiro, e com isso eu acabo definitivamente com a fome e também com a manipulação política e demagógica da fome e da miséria do povo por esse tipo de interesse.
eu quero encerrar essa disputa de quem é que é mais Papai Noel em véspera de eleição
“Segundo a Rede PENSSAN, 33 milhões e 100 mil brasileiros estão passando fome.”
Numérico
Sujeitobrasileiros em situação de fomeValor33.1 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: Outro: Rede PENSSAN - Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro82%confiança
As fontes confirmam que a Rede PENSSAN apontou 33,1 milhões de pessoas passando fome no Brasil, conforme reportado pela Agência Brasil (https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-06/pesquisa-aponta-que-fome-atinge-331-milhoes-de-pessoas-no-pais) e pela campanha Olhe para a Fome (https://olheparaafome.com.br/). O número exato é 33,1 milhões, não '33 milhões e 100 mil' como formulado na afirmação — embora matematicamente equivalente, a forma de apresentação é incomum. Adicionalmente, o Poder360 (https://www.poder360.com.br/brasil/33-milhoes-vivem-inseguranca-alimentar-grave-no-pais-diz-estudo/) esclarece que o dado se refere a 'insegurança alimentar grave', não necessariamente 'fome' no sentido estrito, o que pode representar uma simplificação da metodologia original.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“125 milhões de brasileiros não comeram as três refeições.”
Numérico
Sujeitobrasileiros em insegurança alimentarValor125 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: Outro: Rede PENSSAN - Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro80%confiança
As fontes confirmam que 125 milhões de brasileiros viviam em algum grau de insegurança alimentar em 2022, sem garantia de fazer as três refeições diárias (https://www.ctb.org.br/2022/06/08/mais-de-125-milhoes-de-pessoas-em-inseguranca-alimentar/, https://www.sescsp.org.br/2-inquerito-vigisan-inseguranca-alimentar/). Contudo, a afirmação de que essas pessoas 'não comeram as três refeições' é uma simplificação: o dado original refere-se a insegurança alimentar (sem garantia de acesso), não necessariamente à ausência efetiva das refeições em determinado momento.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Apenas uma de cada quatro crianças no Brasil faz três refeições por dia.”
Avaliação automatizada
Enganoso82%confiança
As fontes confirmam que 1 em cada 4 crianças (≈26%) realiza ao menos três refeições por dia, mas com uma limitação importante: os dados se referem especificamente a crianças atendidas na Atenção Básica do SUS (de 2 a 9 anos), não ao universo geral de crianças no Brasil. A afirmação original omite essa restrição, generalizando indevidamente para todas as crianças brasileiras, o que a torna enganosa (https://g1.globo.com/saude/noticia/2021/11/15/com-a-pandemia-apenas-1-em-cada-4-criancas-da-atencao-basica-realiza-ao-menos-as-tres-principais-refeicoes-do-dia.ghtml; https://catarinas.info/colunas/apenas-26-das-criancas-brasileiras-tem-tres-refeicoes-ao-dia/).
O mediador informa a Jair Bolsonaro que ele tem 13 segundos para sua tréplica.
Candidato Bolsonaro, o senhor tem 13 segundos para sua tréplica.
13 segundos para sua tréplica
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
24:40Jair Bolsonarodefensivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Bolsonaro reitera que, segundo dados, o número de famílias abaixo da linha da pobreza diminuiu em seu governo, mesmo com a pandemia.
2019, 5 milhões e 100 mil famílias abaixo da linha da pobreza. Mesmo com pandemia, 2022, 4 milhões de famílias. Estamos melhorando sem demagogia e com responsabilidade fiscal.
Estamos melhorando sem demagogia e com responsabilidade fiscal.
“Em 2019 havia 5 milhões e 100 mil famílias abaixo da linha da pobreza; em 2022, 4 milhões.”
Numérico
Sujeitofamílias brasileiras abaixo da linha da pobrezaValor4 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: Outro: IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
As fontes disponíveis tratam de pobreza em termos de pessoas (não famílias) e utilizam métricas de proporção populacional ou programas sociais, sem fornecer dados específicos sobre o número de famílias abaixo da linha da pobreza em 2019 (5,1 milhões) ou 2022 (4 milhões) conforme alegado. Não é possível confirmar nem refutar os números citados com base nas fontes fornecidas.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
leu de papel
24:40Jair Bolsonaroassertivo→ ataca Críticos do governo
Resumo
Bolsonaro defende seu governo afirmando ter reduzido o número de famílias abaixo da linha da pobreza, mesmo com a pandemia.
2019, 5 milhões e 100 mil famílias abaixo da linha da pobreza. Mesmo com pandemia, 2022, 4 milhões de famílias. Estamos melhorando sem demagogia e com responsabilidade fiscal.
Estamos melhorando sem demagogia e com responsabilidade fiscal.
“Em 2019 havia 5 milhões e 100 mil famílias abaixo da linha da pobreza; em 2022, 4 milhões.”
Numérico
Sujeitofamílias brasileiras abaixo da linha da pobrezaValor4 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: Outro: IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
As fontes disponíveis tratam de pobreza em termos de pessoas (não famílias) e utilizam métricas de proporção populacional ou programas sociais, sem fornecer dados específicos sobre o número de famílias abaixo da linha da pobreza em 2019 (5,1 milhões) ou 2022 (4 milhões) conforme alegado. Não é possível confirmar nem refutar os números citados com base nas fontes fornecidas.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Fala rapidamente para se adequar ao tempo limitado.
24:53Adriana Araújoneutro
Obrigado. O próximo candidato que faz a pergunta agora é Felipe Dávila. Para quem o senhor vai dirigir a sua pergunta?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
24:53Adriana Araújoneutro→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
A mediadora anuncia que Felipe d'Avila fará a próxima pergunta e pede que ele indique o alvo.
Obrigado. O próximo candidato que faz a pergunta agora é Felipe D'Ávila. Para quem o senhor vai dirigir a sua pergunta?
O próximo candidato que faz a pergunta agora é Felipe D'Ávila.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro profissional
VozFormal claro
24:59Felipe d'Avilaneutro→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Felipe d'Avila indica que sua pergunta será direcionada a Ciro Gomes.
Pro candidato Ciro Gomes.
Pro candidato Ciro Gomes.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFirme
25:02Adriana Araújoneutro
Por favor.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
25:03Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
D'Avila questiona Ciro sobre como melhorar a educação no Brasil, citando o alto gasto, a falta de resultados, a corrupção e o exemplo de Sobral.
Ciro, eu venho fazendo um trabalho no centro de liderança pública há mais de 14 anos, melhorando a qualidade da gestão pública nos estados e municípios. E uma das coisas que nós precisamos melhorar é a educação, como você sabe muito bem. A gente começou a falar aqui de educação. Mas se não houver uma melhoria real na educação, não haverá aumento de produtividade. E sem produtividade, o Brasil não consegue crescer e gerar emprego nessa era do conhecimento. E eu queria perguntar para você, neste Brasil em que nós gastamos 5,8% do PIB com a educação há tantos anos, as crianças continuam não aprendendo, os professores continuam não ensinando. E eu pergunto para você que tem um exemplo de sucesso em Sobral, como você tem mesmo no fundamental 1, o que é que nós precisamos fazer para acabar com esse descalabro da educação? Agora, recentemente, mesmo, mais de quatro ministros da educação, roubo no FNDE, como sempre. O que é que nós temos de fazer para ter uma educação de qualidade? Porque não é gastar dinheiro, é transformar a educação de qualidade para o brasileiro.
o que é que nós precisamos fazer para acabar com esse descalabro da educação?
Sujeitogasto público com educação no BrasilValor5.8 %
Verificar contra: Outro: INEP / Ministério da Educação
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
As fontes disponíveis indicam valores próximos, mas não exatamente 5,8% do PIB. Segundo o relatório Education at a Glance 2023 da OCDE, o Brasil aloca aproximadamente 5,5% do PIB em educação (https://educacional.com.br/praticas-pedagogicas/investimento-brasil-educacao/), enquanto dados mais recentes apontam para 4,9% do PIB em 2022 (https://centrodametropole.fflch.usp.br/pt-br/noticia/despesas-com-educacao-cresceram-8-no-brasil-entre-2013-e-2022). O valor de 5,8% não é corroborado por nenhuma das fontes consultadas, que apresentam cifras sistematicamente inferiores.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Mais de quatro ministros da educação foram envolvidos em roubo no FNDE.”
Avaliação automatizada
Falso82%confiança
As fontes disponíveis indicam que apenas um ex-ministro da Educação (Milton Ribeiro) foi preso e investigado no esquema de corrupção no FNDE, conhecido como 'Bolsolão do MEC', conforme reportado por https://www.andes.org.br/conteudos/noticia/ex-ministro-da-educacao-e-pastores-envolvidos-no-bolsolao-do-mEC-sao-presos-pela-pF1, https://www.cnnbrasil.com.br/politica/veja-o-que-se-sabe-sobre-o-caso-do-ex-ministro-da-educacao-milton-ribeiro/ e https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/06/22/pf-faz-operacao-de-busca-em-enderecos-ligados-a-milton-ribeiro-e-pastores-que-atuavam-no-mec.ghtml. Os demais presos eram pastores, assessores e outros intermediários, não ministros da Educação, o que contradiz diretamente a afirmação de que 'mais de quatro ministros da educação' estariam envolvidos.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Mais de 48% dos jovens abandonam a escola.”
Avaliação automatizada
Enganoso72%confiança
O dado de 48% encontrado nas fontes refere-se ao principal *motivo* pelo qual jovens abandonam a escola (necessidade de trabalhar), não à proporção de jovens que abandonam a escola, conforme estudo Firjan SESI/PNUD de 2023 citado em https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/campanha-estudante-presente/. A afirmação original distorce esse dado ao apresentá-lo como percentual de abandono escolar, quando na verdade é uma razão declarada para o abandono. Outros dados disponíveis (https://www.cartacapital.com.br/educacao/abandono-escolar-atinge-recorde-historico-entre-criancas-e-adolescentes-do-ensino-fundamental-mostra-ibge/) apontam taxa de abandono de 5,4% no Ensino Fundamental, incompatível com a cifra de 48%.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Inicia a pergunta estabelecendo sua autoridade no tema de gestão pública.
26:04Ciro Gomesassertivo→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
Ciro responde que a educação precisa de duas mudanças: um novo modelo pedagógico, abandonando o decoreba, e mais financiamento per capita.
Professor Felipe D'Ávila, eu lhe saúdo e agradeço essa pergunta. São duas graves questões que nós precisamos considerar em relação à educação. A primeira é que tipo de educação nós oferecemos. De fato, com o mesmo dinheiro que nós aplicamos, já poderíamos ter, como o Ceará mostra, um padrão de educação muitas vezes melhor para o filho do trabalhador e para a filha do trabalhador. Por quê? Porque o padrão de escola que se oferece hoje na rede pública, salvo muito maravilhosas exceções, é o ensino do século XIX, é o ensino do século XX, é o decoreba, é o ensino sem graça, é o enciclopedismo raso, em que o menino é obrigado a decorar coisas que não têm sentido para ele em tempos de Google, isso é puro lixo. Essa é a primeira grande questão, mudar o padrão de educação para oferecer uma pedagogia da da teoria digital, do mundo digital, do mundo do conhecimento. A outra, Felipe, entenda, é financiamento. O Brasil gasta per capita muito menos do que aquele padrão que a Europa, por exemplo, gasta, que os Estados Unidos gasta, e hoje nós estamos obrigados a competir com eles em terceiros mercados ou no mercado brasileiro.
mudar o padrão de educação para oferecer uma pedagogia da teoria digital
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio explicativo · Apertou labios
VozDidatico
27:11Ciro Gomesassertivo→ ataca Eleitorado
Resumo
Ciro se posiciona como o futuro 'presidente da educação' e promete cuidar do orçamento das famílias pobres.
Me pergunte na sequência como fazer isso e eu também, se tiver oportunidade, quero dizer ao povo brasileiro que eu serei o presidente da educação e aquele que vai cuidar do bolso da família pobre brasileira.
eu serei o presidente da educação
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante
VozFirme promessa
27:23Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Governo do PT
Resumo
D'Avila defende focar no aprendizado do aluno, investir na carreira e formação de professores, e no ensino profissionalizante, criticando o desperdício com a máquina pública e os resultados do governo do PT.
Olha, para colocar o Brasil entre os melhores países do mundo, nós temos de focar no aprendizado do aluno. A gente desperdiça dinheiro público com a máquina pública. Isso não melhora o aprendizado do aluno. A criança não aprende. Nós precisamos votar, investir na carreira do professor, uma carreira para valorização do professor. O professor precisa aprender a dar aula, o curso de pedagogia precisa mudar completamente, é completamente arcaico hoje. E mais do que isso, nós precisamos investir no ensino profissionalizante para reter os nossos jovens na escola, porque senão existe esse êxodo de mais de 48% dos jovens da escola. Então, educação profissionalizante, focar na formação dos professores e mensurar o aprendizado do aluno e não ficar desperdiçando dinheiro público com o gasto da máquina pública. Essa é a forma de fazer a educação no Brasil ser de verdade. No governo do PT teve muito gasto com educação, mas 50% das crianças não estavam devidamente alfabetizadas aos 6 anos e quatro em cada 100 só sabiam o conteúdo de matemática no fim do ensino médio.
“No governo do PT, 50% das crianças não estavam devidamente alfabetizadas aos 6 anos.”
Numérico
Sujeitocrianças brasileiras de 6 anosValor50 %
Verificar contra: INEP
Avaliação automatizada
Enganoso62%confiança
Os dados disponíveis indicam que em 2023 (governo Lula/PT) cerca de 56% das crianças estavam alfabetizadas na etapa adequada, o que implica que aproximadamente 44% não estavam — não exatamente 50% (https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/brasil-atinge-patamar-de-56-de-criancas-alfabetizadas). A menção a '50% não alfabetizadas' aparece nas fontes apenas em referência ao município de Sobral em contexto histórico distinto, não como dado nacional do governo PT (https://interessenacional.com.br/uma-crianca-nao-alfabetizada-e-prejuizo-para-o-futuro-da-sociedade/). A afirmação mistura um número aproximado com um contexto impreciso, tornando-a enganosa.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Apenas 4 em cada 100 alunos sabiam o conteúdo de matemática no fim do ensino médio no governo do PT.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
As fontes confirmam que a proporção de alunos com conhecimento adequado em matemática ao fim do ensino médio é muito baixa, mas os números variam: o Saeb (avaliação pré-pandemia) aponta 5% (https://undime.org.br/noticia/26-02-2021-13-41-95-dos-alunos-da-rede-publica-terminam-a-escola-sem-conhecimento-adequado-de-matematica), enquanto dados de 2009 indicam 11% (https://www.defesanet.com.br/geopolitica/apenas-11-porcento-dos-alunos-sabem-matematica-ao-fim-do-ensino-medio-mostra-anuario/). O número exato de '4 em cada 100' não é encontrado nas fontes disponíveis, e a atribuição específica ao 'governo do PT' não é sustentada pelos dados apresentados, que cobrem períodos mais amplos.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
28:27Ciro Gomesassertivo→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
Ciro defende a necessidade de motivar e retreinar professores para uma pedagogia moderna, citando o sucesso do modelo de tempo integral e profissionalizante no Ceará como exemplo a ser generalizado.
O desastre da educação brasileira é medido pelos indicadores de avaliação, se nós estabelecermos o PISA, que é o termo de avaliação internacional, o que de fato nos recomenda aprofundar o debate. Deixa eu ver, motivar professor, retreinar o professor para que ele passe a fazer essa pedagogia emancipadora, que a garotada possa ir para a escola interessada em dominar as tecnologias digitais e pensar fora da caixinha do decoreba. Ensinar o mesmo conteúdo de pontos de vista diferentes para estimular a autonomia intelectual. Isso eu já vi funcionando e nós estamos experimentando isso com extraordinário êxito no Ceará. Só para você ter uma ideia, Felipe, 60 de cada 100 alunos do ensino médio do Ceará já estão em tempo integral. Boa parte profissionalizante, saem dali com estágio remunerado, os seis primeiros meses pelo governo, e mais de 93% ficam retidos pelas empresas, porque nós fazemos essa aposta, não é? E essa é uma experiência que eu quero generalizar para todo o Brasil.
60 de cada 100 alunos do ensino médio do Ceará já estão em tempo integral.
“Mais de 93% dos alunos do ensino médio técnico do Ceará ficam retidos pelas empresas após o estágio.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo40%confiança
A afirmação de que mais de 93% dos alunos ficam retidos pelas empresas após o estágio aparece citada como fala de Ciro Gomes em debate, mas a fonte (https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2022/08/29/ciro-erra-ao-falar-de-educacao-e-acerta-sobre-fome-e-inadimplencia.htm) não verifica nem confirma esse dado específico — apenas o reproduz. As demais fontes não abordam a taxa de retenção pós-estágio no ensino médio técnico do Ceará, sendo insuficientes para corroborar ou refutar o número.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
29:26Ciro Gomesagressivo→ ataca Prefeitos
Resumo
Ciro argumenta que, além da pedagogia, a educação precisa de financiamento, remuneração decente para professores e gestão qualificada, criticando o baixo piso salarial e a politização na escolha de diretores.
Mas, meu irmão, me permita lhe cumprimentando, nós precisamos entender que sem remuneração decente, sem financiamento decente, isso tudo não vai acontecer. O piso salarial do magistério brasileiro, comparado com o mundo, é de encher de vergonha. Viva o magistério brasileiro que consegue dar aula um mês inteiro sem material, sem equipamento, numa lousa com um giz, sabe, ganhando R$ 3.500. Em alguns estados, muitos municípios sequer estão pagando o piso salarial. Qualificar a gestão das escolas também é um elemento essencial. Muitos lugares do Brasil, o diretor da escola é o cabo eleitoral do prefeito.
sem remuneração decente, sem financiamento decente, isso tudo não vai acontecer.
“O piso salarial do magistério brasileiro é de R$3.500.”
Numérico
Sujeitopiso salarial do magistério brasileiroValor3500 R$Período2022
Verificar contra: Outro: Ministério da Educação / MEC
Avaliação automatizada
Falso85%confiança
Segundo a fonte mais recente disponível (www.pebsp.com), o piso salarial do magistério em 2026 é de R$ 5.130,63, valor muito superior aos R$ 3.500 afirmados na alegação. O valor de R$ 3.500 não corresponde a nenhum ano identificado nas fontes consultadas, que mostram uma trajetória de R$ 950 (2008) até R$ 5.130,63 (2026).
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Muitos municípios sequer estão pagando o piso salarial do magistério.”
Avaliação automatizada
Verdadeiro92%confiança
O G1 cita o Anuário Brasileiro de Educação Básica 2025 indicando que uma em cada três prefeituras não paga sequer o piso salarial do magistério (https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/04/09/a-cidade-onde-professor-ganha-mais-que-medico-e-criancas-tem-aula-de-judo-com-campea-olimpica.ghtml). Isso é corroborado por relatos de ações judiciais em todo o país por descumprimento do piso (https://www.pebsp.com/stf-decide-piso-salarial-passa-a-valer-para-professores-temporarios-mas-diversos-estados-ainda-descumprem-a-lei/) e pela constatação de que o pagamento não é garantido em todas as regiões apesar de ser obrigação legal (https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/piso-nacional-do-magisterio-2026-sera-pago-em-todos-os-estados-do/611677/).
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
29:30Ciro Gomesassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ciro defende a valorização dos professores e critica a gestão escolar, depois ataca a política de ensino superior do PT, que segundo ele, endividou estudantes e enriqueceu empresários.
remuneração decente, sem financiamento decente, isso tudo não vai acontecer. O piso salarial do magistério brasileiro, comparado com o mundo, é de encher de vergonha. Viva o magistério brasileiro que consegue dar aula um mês inteiro, sem material, sem equipamento, numa lousa com giz, sabe, ganhando R$ 3.500. Em alguns estados, muitos municípios sequer estão pagando o piso salarial. Qualificar a gestão das escolas também é um elemento essencial. Muitos lugares do Brasil não há padrão de avaliação. A gestão escolar é indicação de político, de vereador. Isso tem que ser uma carreira de estado, como nós fazemos no Ceará. Todos os dirigentes de escola são capacitados, treinados, concursados, em que se se percebe inclusive dotes de liderança, para além de gestão, contabilidade, essas coisas todas, e envolver as famílias, acompanhar aluno a aluno para que ele não perca a idade escolar certa na capacitação. Isto é o que vai mudar o Brasil. E em qualquer circunstância, não haverá essa mudança de qualidade na educação, se não com esses números. O PT, por exemplo, se gaba, o Lula acabou de falar aí, o presidente Lula, de bilhões, de milhões de crianças, de adolescentes, de estudantes que foram para o ensino, eh, em ensino, eh, universitário. É verdade. O Brasil tem hoje 18 de cada 100 garotos de 18 a 25 anos no ensino superior, a Colômbia tem 42. E quando nós vamos olhar que que tipo de escola passaram no governo do do PT, do Lula, 40 bilhões de reais para empresários privados, deixando um garoto endividado no começo da vida com uma conta de 110 a 150.000 reais no FIES. Isso é uma coisa absolutamente chocante, isso não é educação.
deixando um garoto endividado no começo da vida com uma conta de 110 a 150.000 reais no FIES.
Soraya pergunta a Simone Tebet o que pode ser feito para diminuir as filas de consultas, exames e cirurgias no SUS, agravadas pela pandemia.
Candidata, enquanto os profissionais da saúde enfrentavam corajosamente o coronavírus, muitos pacientes que precisavam de procedimentos eletivos, como é o caso de uma cirurgia de catarata ou um procedimento ortopédico, tiveram seus atendimentos cancelados ou adiados. O que é que pode ser feito para diminuir a fila por consultas, exames e cirurgias no SUS?
O que é que pode ser feito para diminuir a fila por consultas, exames e cirurgias no SUS?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria
VozClara e direta
31:49Simone Tebetagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Simone Tebet critica a gestão da pandemia pelo presidente, acusando-o de insensibilidade, de negar vacinas e de envolvimento em escândalos de corrupção na compra de imunizantes.
Obrigada, candidata Soraya pela pergunta. Afinal, essa é uma das questões mais importantes hoje do Brasil. Saúde pública. Nós acabamos de sair de uma pandemia, se é que saímos dela, uma pandemia que podia ter sido muito melhor gerida se nós tivéssemos um presidente da República sensível à dor à dor alheia. Lamentavelmente, no momento que o Brasil mais precisou do presidente da República, ele virou as costas para a dor das famílias enlutadas brasileiras e negou vacina no braço do povo brasileiro. Eu sei porque eu estava lá na CPI. Eu estudei os documentos. Atraso de 45 dias na compra de vacina. Quantas famílias perderam prematuramente seus filhos? Quantas mães perderam filhos, quantos filhos perderam pais? E eu não vi o presidente da República pegar a moto dele e entrar num hospital para dar um abraço a uma mãe que perdeu um filho. Eu vi mais do que isso. Eu vi um escândalo de corrupção na compra de vacinas, como se a vida pudesse custar 1 dólar.
ele virou as costas para a dor das famílias enlutadas brasileiras e negou vacina no braço do povo brasileiro.
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaO que pode ser feito para diminuir as filas no SUS
RespostaCrítica à gestão da pandemia por Bolsonaro e proposta de estado de emergência
Tebet respondeu à pergunta com uma proposta concreta (decreto de calamidade pública para crédito extraordinário), mas gastou a maior parte do tempo atacando Bolsonaro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao contida · Apertou labios · Olhar direto e firme
VozFirme e acusatorio
32:50Simone Tebetassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Tebet propõe decretar estado de emergência na saúde para criar um crédito extraordinário, visando zerar as filas de exames e cirurgias represadas pela pandemia.
Nesse aspecto, Soraya, a pandemia se arrastou porque não teve coordenação do governo federal, não é porque ficamos em casa. É porque se tivesse tido coordenação do governo federal, nós teríamos uma pandemia melhor resolvida, já estaríamos todos trabalhando e com isso a sua pergunta é extremamente importante. Nós ficamos com atraso na compra, na realização de exames, cirurgias e consultas. Só tem um jeito. Decretou-se calamidade pública para tudo, para gastar, para fazer orçamento secreto, para colocar dinheiro público no bolso da classe política, colocando dinheiro onde nós nem sabemos se chegou. Então, a sequela da pandemia é o atraso desses exames. O que nós vamos fazer, Soraya? Nós vamos decretar calamidade pública, estado de emergência apenas para isso, para que possamos criar um crédito extraordinário e com isso, colocarmos dinheiro fundo a fundo para os municípios e para os estados. Cada exame, cada consulta, cada cirurgia atrasada que eles executarem, vai ser imediatamente pago, para que a população brasileira não possa morrer prematuramente das doenças da sequela da pandemia da COVID-19.
Nós vamos decretar calamidade pública, estado de emergência apenas para isso, para que possamos criar um crédito extraordinário.
50%
Bem definida· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDeterminada · Gesto de apontar
VozPropositivo
34:01Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Soraya concorda com a crítica ao SUS, defende um projeto liberal e propõe usar a capacidade da iniciativa privada para complementar o sistema público e reduzir as filas.
Candidata, realmente o SUS sempre foi um orgulho para todos nós brasileiros, no caso da vacinação. Confesso que no atendimento, ele é muito mais bonito no papel do que na realidade. E quem conta isso é o usuário do SUS. Quem tem que nos dizer se o SUS é bom ou não, não somos nós que não utilizamos esse serviço. Quem tem que dizer é quem tá lá na fila. Nós temos um projeto liberal de verdade para a economia, para executar, não é no gogó, não é no gogó. E é por isso que para diminuir todas as filas para exames, para cirurgias, para consultas, nós iremos usar toda a capacidade da iniciativa privada para complementar o SUS e com isso agilizar o atendimento das pessoas. E realmente, é uma catástrofe o que o Brasil vive. Eu, Soraya, ando nas ruas e o que eu vejo nas ruas é desânimo.
nós iremos usar toda a capacidade da iniciativa privada para complementar o SUS.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria e enfática · Acenar com a cabeça · Apertar labios · Franzir testa
VozFirme
35:05Simone Tebetneutro
Obrigada.
Obrigada.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozNeutro
35:07Simone Tebetassertivo→ ataca Governo Federal
Resumo
A candidata concorda com a proposta anterior, relata sua visita ao Hospital de Câncer de Barretos e se compromete, se eleita, a reajustar a tabela do SUS em 25% ao ano, argumentando que a defasagem causa mortes prematuras.
Nós concordamos, eh, candidata Soraya, e eu gostaria até de dar um depoimento e fazer um pedido para os nossos candidatos a presidente da República. Eu peguei um carro daqui de São Paulo e fui a Barretos para poder assinar um documento no Hospital do Amor, do câncer de Barretos, que é um dos hospitais mais importantes na cura contra o câncer no Brasil. O que eu vi lá é de dar inveja ao mundo. Mas eles fizeram uma súplica. Eu fui a primeira a assinar um documento que se eleita presidente da República, vou atualizar a tabela SUS, 25% por ano até 100% nos 4 anos. Sabe por quê? Porque hoje as Santas Casas e as filantrópicas atendem 60% das cirurgias e das médias e altas complexidades, ou seja, dos casos mais complicados de saúde da população pobre. Sabe o que eu ouvi de lá, dos médicos especialistas? Senadora Simone, as pessoas morrem prematuramente, pobre morre até 25% dos pobres morrem no Brasil porque não tem acesso à porta do SUS para tratamento preventivo do câncer, porque nós não conseguimos atender porque a tabela SUS está defasada.
se eleita presidente da República, vou atualizar a tabela SUS, 25% por ano
“As Santas Casas e filantrópicas atendem 60% das cirurgias e médias e altas complexidades do SUS.”
Numérico
SujeitoSantas Casas e hospitais filantrópicosValor60 %
Verificar contra: Outro: Ministério da Saúde / DataSUS Tabnet
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
As fontes confirmam que hospitais filantrópicos (incluindo Santas Casas) respondem por cerca de 60-61% das internações e atendimentos de alta complexidade do SUS (https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-04/governo-federal-libera-r-15-bilhao-para-santas-casas; https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-09/hospitais-filantropicos-fazem-61-das-internacoes-de-alta-complexidade). Contudo, a afirmação original inclui 'médias complexidades' e especifica 'cirurgias', enquanto as fontes falam predominantemente em 'internações e atendimentos de alta complexidade', com o dado de 60% de cirurgias eletivas de alta complexidade mencionado separadamente — tornando a generalização para 'médias e altas complexidades' apenas parcialmente sustentada.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Até 25% dos pobres morrem prematuramente no Brasil por falta de acesso ao tratamento preventivo do câncer.”
Avaliação automatizada
Falso82%confiança
As fontes disponíveis não sustentam a afirmação de que 'até 25% dos pobres morrem prematuramente por falta de acesso ao tratamento preventivo do câncer'. Pelo contrário, os dados apontam que 55% das mortes por câncer no Brasil ocorrem entre pessoas de baixa renda e escolaridade, segundo estudo do Observatório de Atenção Primária da Umane (https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-02/maioria-das-mortes-por-tumores-no-brasil-atinge-pessoas-de-baixa-renda; https://fundacaogrupovw.org.br/falta-de-mobilidade-social-afeta-acesso-a-saude-e-tratamento-rapido/). O percentual de 25% citado na afirmação não encontra respaldo nas fontes, e a métrica usada (proporção de pobres que morrem prematuramente) é diferente da métrica reportada (proporção das mortes por câncer que afeta pobres).
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“A tabela SUS está defasada.”
Avaliação automatizada
Verdadeiro92%confiança
Múltiplas fontes confirmam a defasagem da tabela SUS: um artigo de março de 2025 descreve a defasagem como 'generalizada' em setores como materno-infantil e cardiologia (https://www.gaz.com.br/com-tabela-sus-defasada-hospitais-recorrem-a-emendas-parlamentares-entenda/), e a Câmara dos Deputados registrou em 2019 que a tabela não era reajustada há 17 anos (https://www.camara.leg.br/noticias/556048-debatedores-reclamam-de-defasagem-nos-valores-da-tabela-do-sus/). A afirmação é amplamente corroborada pelas fontes disponíveis, sem contradições relevantes.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
36:15Simone Tebetemocional→ ataca Candidatos à presidência
Resumo
A candidata conclama os outros candidatos a se comprometerem com o reajuste da tabela SUS, sugerindo que os recursos venham do fim do orçamento secreto e da redução de desperdícios, para garantir dignidade na saúde para os mais pobres.
Eu fui a primeira, eu conclamo os demais candidatos a presidente da República que assinem esse compromisso pela vida. 25%, vamos tirar do orçamento secreto, vamos tirar dos desperdícios, vamos reduzir a máquina, mas vamos dar a dignidade da saúde para quem mais precisa, porque este Brasil é de todos. Ele não pode ser mais do rico do que do pobre. O rico não pode ter um atendimento de saúde pública, saúde privada de excelência, enquanto o pobre morre nas filas dos hospitais.
eu conclamo os demais candidatos a presidente da República que assinem esse compromisso pela vida
50%
Bem definida· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDeterminada indignada · Franzir testa
VozConclamatorio emocional
36:44Adriana Araújoneutro
O próximo a perguntar agora é o candidato Lula, que deve dirigir a pergunta para o candidato Felipe Dávila ou para Soraya Troni. Para quem o senhor vai dirigir a pergunta?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
36:52Luiz Inácio Lula da Silvaneutro→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
O candidato escolhe dirigir sua pergunta a Felipe d'Avila.
Eu vou dirigir ao Felipe Dávila.
Eu vou dirigir ao Felipe Dávila.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozCalmo
36:53Adriana Araújoneutro
Por favor.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
36:56Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
O candidato pergunta a Felipe d'Avila qual sua proposta para a questão ambiental, criticando a postura do atual governo de incentivo ao desmatamento e rompimento de acordos internacionais.
Ô, candidato, ah, o mundo hoje vive, ah, discutindo a questão climática. Ou os governantes tomam noção de que é da responsabilidade de cada governante cuidar do seu país para que todos cuidando do seu país, a gente cuide do planeta, ou a gente vai destruir o planeta que é a nossa Terra. Eu queria que o senhor me desse a sua opinião, ah, sobre o que que está acontecendo no Brasil. Ou seja, o Brasil rompeu o acordo que tinha com a Alemanha e com a Noruega, o Brasil faz discurso todo santo dia de que é preciso, sabe, eh, desmatar, que é preciso queimar, que é preciso plantar, ou seja, e não há nenhum cuidado com a questão ambiental. Ou seja, qual é a sua proposta para resolver a questão ambiental?
qual é a sua proposta para resolver a questão ambiental?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio questionador · Franzir testa
VozGrave ponderado
37:51Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
O candidato responde que o crescimento econômico depende de uma política ambiental que torne o Brasil uma nação carbono zero, propondo o reflorestamento de áreas degradadas para sequestrar carbono, gerar renda e atrair investimento externo.
Bom, candidato Lula, a retomada do crescimento econômico do Brasil depende de uma política ambiental que faça o Brasil ser a primeira nação carbono zero entre as grandes potências econômicas. Isso está no nosso plano de governo. Essa é a maior oportunidade que o Brasil tem para sequestrar carbono. O Brasil tem potencial para sequestrar 50% do carbono do mundo, plantando árvore em terra degradada. Nós temos 50 milhões de hectares de terras degradadas, dá para plantar árvore em 30 milhões de hectares, isso vai gerar renda para as pessoas mais pobres, isso vai gerar progresso em outras regiões do Brasil. Vai ajudar também a impulsionar a energia renovável no Brasil. O Brasil já tem a matriz mais limpa de energia e precisa continuar expandindo. E nós vamos criar o emprego verde, porque este emprego de serviços ambientais, da bioeconomia, é a maior fonte para atrair investimento externo para o Brasil, investimento fundamental para a retomada do crescimento econômico, da geração de emprego e renda.
a retomada do crescimento econômico do Brasil depende de uma política ambiental que faça o Brasil ser a primeira nação carbono zero
“O Brasil tem potencial para sequestrar 50% do carbono do mundo.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo30%confiança
As fontes confirmam que o Brasil tem potencial de liderança no sequestro de carbono (https://agencia.fapesp.br/brasil-tem-potencial-para-se-tornar-o-pais-lider-em-sequestro-de-carbono/37632), mas nenhuma delas menciona o percentual específico de 50% do carbono mundial. O número citado na afirmação não encontra respaldo em nenhum dos resultados fornecidos, tornando impossível verificar ou refutar essa cifra com as fontes disponíveis.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O Brasil tem 50 milhões de hectares de terras degradadas.”
Numérico
Sujeitoterras degradadas no BrasilValor50 milhões de hectares
Verificar contra: Outro: EMBRAPA / MapBiomas
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
O Brasil 247 (https://www.brasil247.com/blog/os-crimes-ambientais) reproduz exatamente a afirmação de 50 milhões de hectares de áreas degradadas, mas trata-se de uma fonte de opinião/blog sem citação de estudo primário. O G1 (https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/07/05/brasil-tem-50-milhoes-de-hectares-vazios-para-replantar-arvores-diz-estudo.ghtml) menciona 50 milhões de hectares, porém como áreas 'disponíveis para reflorestamento', não necessariamente 'degradadas'. A Agência Brasil (https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/embrapa-propoe-politicas-para-reaproveitamento-de-pastagens-degradadas) cita 50 milhões de hectares de pasto natural, categoria distinta de terras degradadas. As fontes disponíveis não confirmam de forma robusta e unívoca o número específico de 50 milhões de hectares de terras degradadas, exigindo revisão humana.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“É possível plantar árvores em 30 milhões de hectares de terras degradadas.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo30%confiança
As fontes fornecidas não abordam diretamente a afirmação de que é possível plantar árvores em 30 milhões de hectares de terras degradadas no Brasil ou em contexto específico. A fonte da BBC menciona 4 milhões de hectares degradados na Amazônia e um projeto de 30 mil hectares, enquanto a Xataka cita uma meta global de 100 milhões de hectares até 2030, mas nenhuma fonte confirma ou contradiz especificamente o número de 30 milhões de hectares mencionado na afirmação.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
38:53Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Críticos do agronegócio
Resumo
O candidato afirma que uma política ambiental séria é a maior oportunidade para o crescimento do Brasil e para ajudar o agronegócio, que, segundo ele, é o mais sustentável do mundo e sofre retaliações injustas por causa do desmatamento.
Portanto, o meio ambiente precisa ser tratado com a seriedade, como a maior oportunidade que o Brasil tem para recuperar o seu crescimento econômico, atrair investimento. E mais, ajuda o agro brasileiro, porque o agro brasileiro é o que mais sofre quando se desmata no Brasil, porque vem retaliação lá de fora, dizendo que não vai comprar soja do Brasil ou carne do Brasil, porque vem de área desmatada, o que é mentira. O agronegócio brasileiro é o mais sustentável do mundo. Nenhum outro país do mundo planta soja no Serrado e mantém 35% de reserva legal. Nenhum outro país do mundo colhe uma tonelada de cacau no norte e mantém 80% de reserva legal.
o agronegócio brasileiro é o mais sustentável do mundo
“Nenhum outro país do mundo planta soja no Cerrado e mantém 35% de reserva legal.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
Nenhuma das fontes fornecidas aborda a exigência de reserva legal de 35% para propriedades no Cerrado nem faz comparações com legislações ambientais de outros países produtores de soja. As fontes tratam apenas da produtividade agrícola e da produção de soja no Cerrado, sendo insuficientes para verificar ou refutar a afirmação sobre exclusividade do Brasil na combinação de cultivo de soja com reserva legal de 35%.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Nenhum outro país do mundo colhe cacau no norte e mantém 80% de reserva legal.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo30%confiança
A afirmação aparece reproduzida como fala de Felipe d'Ávila em debate eleitoral (https://www.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/calouro-em-debates-felipe-davila-critica-discussao-do-passado-de-adversarios-16531149), confirmando que foi dita, mas nenhuma das fontes fornecidas verifica ou refuta o dado substantivo — ou seja, se outros países produtores de cacau (como Colômbia, mencionada em https://www.fralia.com.br/blog/paises-produtores-de-cacau/) possuem ou não exigências equivalentes de reserva legal. Sem dados comparativos sobre legislação ambiental de outros países produtores de cacau, não é possível confirmar ou negar a exclusividade alegada.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
39:30Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
Defende que o Brasil não pode desperdiçar a oportunidade de atrair investimentos e se tornar um país carbono zero.
no norte e mantém 80% de reserva legal. Portanto, nós não podemos desperdiçar esta enorme oportunidade que o Brasil tem para atrair investimento, renda e emprego e se transformar no primeiro país carbono zero do mundo.
se transformar no primeiro país carbono zero do mundo.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério focado · Gesticula com as maos
VozAssertivo enfatico
39:33Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
O candidato conclui reforçando que o Brasil não pode desperdiçar a oportunidade de se tornar um país carbono zero para atrair investimento, renda e emprego.
Portanto, nós não podemos desperdiçar esta enorme oportunidade que o Brasil tem para atrair investimento, renda e emprego e se transformar no primeiro país carbono zero do mundo.
nós não podemos desperdiçar esta enorme oportunidade que o Brasil tem
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante
VozFirme
39:46Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Empresários que desmatam
Resumo
O candidato afirma que nenhum empresário sério, com conhecimento do comércio mundial, apoiaria queimadas ou a destruição de biomas como o Pantanal e a Amazônia.
Olha, nenhum empresário sério que conhece a questão da relação comercial no mundo vai fazer queimada ou vai destruir os biomas brasileiros, seja o Pantanal, seja a Amazônia.
nenhum empresário sério que conhece a questão da relação comercial no mundo vai fazer queimada
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio critico · Negar com a cabeca
VozGrave
39:46Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Empresários que destroem o meio ambiente
Resumo
Afirma que nenhum empresário sério destruiria os biomas brasileiros, como a Amazônia ou o Pantanal.
Olha, nenhum empresário sério que conhece a questão da relação comercial no mundo vai fazer queimada. Ou vai destruir os biomas brasileiros, seja o Pantanal, seja a Amazônia, seja a Catinga, não vai.
nenhum empresário sério que conhece a questão da relação comercial no mundo vai fazer queimada.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério desaprovador · Balanca a cabeca negativamente
VozFirme critico
40:03Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Governo Bolsonaro
Resumo
Critica membros do governo atual por incentivarem a destruição ambiental, citando a frase "deixa a boiada passar".
Entretanto, nós temos gente do governo que até incentiva. Nós tivemos um ministro que dizia, deixa a boiada passar.
Nós tivemos um ministro que dizia, deixa a boiada passar.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualCritico desaprovador · Gesticula com as maos
VozCritico acusatorio
40:12Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Governo Bolsonaro
Resumo
Compara seu governo, que segundo ele tornou o Brasil referência ambiental, com o governo atual, que teria perdido o respeito internacional.
Bom, o que eu quero, na verdade, é o seguinte, eu tive o prazer de ser presidente da República e participar da COP 15 em Copenhague. Em Copenhague, o Brasil assumiu o compromisso que depois foi referendado no em Paris, em que a gente reduziu o desmatamento em 80% e que a gente iria diminuir a emissão de gás de efeito estufa em 36.9%. E o Brasil passou a ser referência no mundo inteiro. Todo mundo conversava com o Brasil e hoje as pessoas têm o Brasil como um país que não leva a sério e ninguém respeita as decisões do Brasil.
o Brasil passou a ser referência no mundo inteiro. Todo mundo conversava com o Brasil e hoje as pessoas têm o Brasil como um país que não leva a sério
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNostalgico depois critico · Sorriso leve ao lembrar · Franzir testa ao criticar
“No governo Lula, o Brasil assumiu o compromisso de reduzir o desmatamento em 80% e diminuir a emissão de gás de efeito estufa em 36,9%.”
Numérico
Sujeitoemissões de gases de efeito estufa do BrasilValor36.9 %Período2009
Verificar contra: Outro: Ministério do Meio Ambiente / SEEG
Avaliação automatizada
Enganoso72%confiança
A afirmação mistura dois elementos distintos: a redução de 80% no desmatamento foi uma conquista do primeiro governo Lula (2003–2010), conforme confirmado por amazoniasocioambiental.org, e não um 'compromisso' assumido no governo atual. A meta de 36,9% de redução de emissões de GEE é mencionada no próprio site de campanha de Lula (lula.com.br) como compromisso histórico referendado em Paris, mas o contexto sugere que se trata de metas do passado apresentadas como legado, não necessariamente como compromisso do governo atual. A afirmação, ao usar 'no governo Lula' de forma genérica, pode induzir à confusão entre realizações passadas e compromissos do terceiro mandato.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
40:49Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Concorda com Lula, mas argumenta que a solução para o meio ambiente agora é através do mercado, citando trilhões de dólares disponíveis para investimentos ESG.
É verdade, Lula, mas só que mudou muito a questão do meio ambiente. O meio ambiente nós vamos resolver com mais mercado. Existem hoje 50 trilhões de dólares no mundo que vai investir em país que respeitam o meio ambiente, a questão da governança e a questão social.
O meio ambiente nós vamos resolver com mais mercado.
“Existem hoje 50 trilhões de dólares no mundo disponíveis para investir em países que respeitam o meio ambiente, a governança e a questão social (ESG).”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
A fonte da Embrapa confirma que em junho de 2021 fundos ESG dispunham de mais de 50 trilhões de dólares em capital (https://www.embrapa.br/visao-de-futuro/sustentabilidade/sinal-e-tendencia/ampliacao-de-investimentos-atrelados-a-agenda-esg), o que sustenta o número citado. No entanto, o dado é de 2021 e a afirmação usa o presente ('existem hoje'), sem especificar a data de referência, o que pode ser impreciso dependendo do contexto temporal em que foi feita. Além disso, a afirmação generaliza os recursos como disponíveis para 'países', enquanto as fontes indicam que se trata de capital em fundos de investimento com critérios ESG, uma distinção relevante.
Critica a suposta aversão do PT ao mercado e aos empresários, defendendo uma abordagem mais pragmática.
O mercado vai ajudar o Brasil a resolver a questão do meio ambiente, vai trazer investimento privado. Nós temos de acabar com essa dicotomia que preservar o Brasil é manter o atraso. Não, preservar significa exatamente o oposto, atrair investimento, renda e emprego com o dinheiro privado. Não tem mais essa dicotomia que para preservar o meio ambiente, nós temos que simplesmente não fazer nada nas terras. Não, nós temos que saber usar isto a nosso favor. Eu tenho certeza absoluta que o Brasil vai ser um exemplo em ser este país que vai capturar 50% do carbono do mundo, dá uma lição para o mundo. E isso vai ser fundamental para recuperar a credibilidade internacional do Brasil. O Brasil jamais vai voltar a ser um país confiável nas relações internacionais se continuar tratando o meio ambiente com o descaso que vem acontecendo nos últimos anos. É uma pena, porque nós temos essa potência do desenvolvimento regional. Veja só como é importante o desenvolvimento sustentável para gerar receita no nordeste, com as energias renováveis, com eólica, solar, biomassa, a fronteira agrícola crescendo de forma sustentável. Esse é o Brasil que dá certo, é o Brasil do agronegócio, é o único setor da economia capaz de competir no comércio internacional. Nós temos que usar o exemplo do agro para poder crescer, expandir o nosso mercado. O agro é o único setor da companhia da economia brasileira que não tem medo da concorrência internacional.
E o PT me dá sempre a impressão de que não gosta do mercado, empresário é latifundiário
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Espantalho72% confiança
“E o PT me dá sempre a impressão de que não gosta do mercado, empresário é latifundiário”
D'Avila distorce a posição do PT, apresentando-a como sendo contra todo o mercado e empresários, quando a crítica petista é mais específica a determinados setores e práticas. (Distorce a posição do oponente para refutá-la mais facilmente)
Pergunta a Soraya Thronicke como resolver o problema da educação no Brasil, criticando a corrupção e a falta de prioridade histórica na área.
Candidata Soraya, eu não tenho como professora não fazer perguntas sobre educação. Eu gostaria de perguntar à senhora, a senhora sabe o quanto esta questão é cara para mim. Dei aula 12 anos de direito administrativo, de como é que se administra um estado e um país, e tive o privilégio de tê-la como uma excelente aluna. Mas, infelizmente, educação nunca foi prioridade no país. Educação nunca foi colocado como um projeto nacional de Estado e não de governo. É por isso que os indicadores da educação estão nesse patamar há mais de 30 anos. Mas nunca a educação esteve tão estampada nas páginas policiais. Não é só descaso, é corrupção, é superfaturamento de ônibus escolares, é fotografia na Bíblia de um ministro com dinheiro público para participar de eleição. Então a pergunta é, diante de tudo isso, como fazer para resolver o problema da educação e garantir dignidade para as nossas crianças e para os nossos jovens?
como fazer para resolver o problema da educação e garantir dignidade para as nossas crianças e para os nossos jovens?
Em resposta a Tebet, propõe isentar todos os professores de imposto de renda como medida para valorizar a educação.
Obrigada, candidata, pela pergunta. É um assunto que também me é caro. Muitas, poucas pessoas sabem, mas eu fui professora de inglês por muito tempo, então eu sei o que que é uma sala de aula também. E, como a senhora bem disse, a senhora foi minha professora, nós sabemos a importância da educação e por isso a nossa primeira proposta e revolucionária é isentar, escutem bem, escutem bem, isentar de imposto de renda todos os professores. Todos os professores, tanto do ensino público quanto privado. Isso não é conto de fadas, isso é verdade, isso já foi estudado, o impacto é apenas de 10 bi por ano. Eu sei disso, e isso é possível fazer, principalmente por conta do financiamento que o imposto único federal vai proporcionar. Mas, além dessa valorização que a
“A isenção de imposto de renda para todos os professores teria impacto fiscal de apenas R$10 bilhões por ano.”
Numérico
Sujeitoisenção de IR para professoresValor10 R$ bi
Verificar contra: Outro: Receita Federal / Ministério da Fazenda
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
Nenhuma das fontes fornecidas menciona o impacto fiscal específico de R$10 bilhões por ano para a isenção de IR para 'todos os professores'. As fontes tratam de propostas parciais (isenção para salários até R$10 mil ou até R$5 mil) e não apresentam estimativas de custo fiscal que permitam verificar o valor alegado.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
44:36Soraya Thronickeassertivo→ ataca Professores
Resumo
Ela reitera que a isenção de imposto de renda se aplicaria a todos os professores, tanto da rede pública quanto da privada.
Todos os professores, tanto do ensino público quanto privado.
tanto do ensino público quanto privado
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozEnfático
44:42Soraya Thronickeassertivo
Resumo
A candidata defende a viabilidade de sua proposta, afirmando que o impacto fiscal estudado é de apenas 10 bilhões de reais por ano.
Isso não é conto de fadas, isso é verdade, isso já foi estudado, o impacto é apenas de 10 bi por ano.
Isso não é conto de fadas, isso é verdade
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozAssertivo
44:50Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Ela explica que a medida seria financiada pela arrecadação do imposto único federal que pretende implementar.
Eu sei disso, e isso é possível fazer, principalmente por conta do financiamento que o imposto único federal vai proporcionar.
financiamento que o imposto único federal vai proporcionar
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante
VozExplicativo
gesticula com a caneta
44:58Soraya Thronickeemocional→ ataca Professores
Resumo
A candidata enquadra a isenção de imposto como a primeira medida para valorizar os professores, que segundo ela, são muito desvalorizados.
Mas além dessa valorização, que é a primeira coisa, a valorização de você, professor, que está ali na ponta e que é tão desvalorizado, começa por aí.
a valorização de você, professor, que está ali na ponta e que é tão desvalorizado
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualEmpática
VozEmpático
gesticula com a mão aberta em direção à câmera
45:09Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Ela menciona outras propostas para a educação, como o combate ao analfabetismo funcional e a criação de metodologias de autoaprendizagem.
E aí nós temos inúmeras propostas, propostas de, em relação ao analfabetismo funcional, a criação de metodologias autodidáticas, isso é muito importante para que as pessoas consigam, complementarmente ao professor, aprender sozinhas.
criação de metodologias autodidáticas
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozExplicativo
45:28Soraya Thronickeassertivo
Resumo
A candidata introduz um novo ponto que a preocupa muito.
Mas uma coisa que eu quero deixar aqui muito claro e que muito me preocupa.
uma coisa que eu quero deixar aqui muito claro e que muito me preocupa
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualPreocupada · Franzir de testa
VozSério
gesticula com a caneta
45:34Soraya Thronickeagressivo→ ataca governo
Resumo
Ela critica o governo por não ter criado um programa para lidar com o problema das crianças fora da escola durante a pandemia.
Durante a pandemia, nós tivemos nossas crianças fora da escola e o governo não conseguiu fazer um programa que resolvesse isso.
o governo não conseguiu fazer um programa que resolvesse isso
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignada
VozCrítico
45:45Soraya Thronickeassertivo→ ataca governo
Resumo
A candidata sugere que o governo brasileiro poderia ter seguido o exemplo do presidente de Portugal, que usou a TV estatal para transmitir aulas durante a pandemia.
Simples seria se ele utilizasse o mesmo método que utilizou o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo. Marcelo Rebelo é professor também e ele foi para a TV estatal, ele foi para a TV estatal dar aulas e contratou os melhores professores do país para dar aula na TV aberta para os alunos.
Ela critica a EBC por, segundo ela, ter feito campanha para o presidente em vez de educar, o que considera grave para um governo que prometeu privatizações.
E aí nós temos a nossa EBC que passou todo esse tempo fazendo campanha para o atual presidente da República. Isso é grave, isso é sério, num governo que prometeu privatizar.
passou todo esse tempo fazendo campanha para o atual presidente da República
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignada · Aperto labial
VozCrítico
46:24Soraya Thronickeassertivo
Resumo
A candidata menciona que entre suas propostas está a inclusão da iniciativa privada para ajudar a resolver os problemas da educação pública.
Portanto, dentre tantas e tantas e tantas propostas nossas, que é inclusive incluir o a iniciativa privada dentro do do nosso sistema para conseguir resolver o problema o que falta no na na educação pública, nós incluiremos também a capacidade da iniciativa privada para nos ajudar.
incluir a iniciativa privada dentro do nosso sistema
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozExplicativo
gesticula com a caneta
46:49Soraya Thronickeagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ela critica Lula, afirmando que o Brasil gasta muito com educação, como um país de primeiro mundo, mas oferece uma educação de baixa qualidade.
Porque no Brasil, contrariamente ao que disse o ex-presidente Lula, atual candidato, nós gastamos muito, gastamos como primeiro mundo na educação e entregamos uma educação de quinta categoria. Isso tem que acabar.
gastamos como primeiro mundo na educação e entregamos uma educação de quinta categoria
Simone Tebet concorda com a valorização dos professores e acrescenta a importância de capacitá-los sobre como ensinar, não apenas o quê.
Sem dúvida, candidata Soraya, valorização do professor é fundamental, cuidar de quem cuida, mas é mais do que isso, ensinar o professor não apenas o que educar e ensinar, mas como educar e ensinar.
ensinar o professor não apenas o que educar e ensinar, mas como educar e ensinar
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozCalmo
47:21Simone Tebetassertivo
Resumo
A candidata detalha seu plano para a educação, começando pela conclusão de creches paralisadas e universalização do ensino infantil, para então focar no ensino médio.
Nós vamos atacar o problema desde a primeira infância, vamos acabar com as mais de 2.000 creches que estão paralisadas há muitos anos e dinheiro tem do Fundeb que nós dobramos e tá fora do teto. Vamos colocar todas as crianças de 4 a 5 dentro das nossas do ensino infantil, mas vamos atacar o maior problema que é o ensino médio.
vamos acabar com as mais de 2.000 creches que estão paralisadas
“Mais de 2.000 creches estão paralisadas há muitos anos no Brasil.”
Numérico
Sujeitocreches paralisadas no BrasilValor2000 creches
Verificar contra: Outro: Ministério da Educação / FNDE
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
A afirmação de que mais de 2.000 creches estão paralisadas é corroborada por múltiplas fontes: a Transparência Brasil identificou 2.186 obras de escolas e creches paralisadas (https://www.transparencia.org.br/noticias/mais-de-2-mil-construcoes-de-creches-e-escolas-financiadas-pelo-fnde-estao-paralisadas-maioria-ja-deveria-ter-sido-entregue/), e a FGV IBRE cita levantamento da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal apontando 2.747 obras de creches e escolas paralisadas com dados disponíveis (https://ibre.fgv.br/blog-da-conjuntura-economica/artigos/parte-importante-da-baixa-cobertura-de-creches-no-brasil-pode). Contudo, os números incluem também escolas (não apenas creches), e a expressão 'há muitos anos' não é precisamente quantificada nas fontes, tornando a afirmação parcialmente correta mas com imprecisões relevantes.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O Fundeb foi dobrado e está fora do teto de gastos.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
A afirmação de que o Fundeb está fora do teto de gastos (e do arcabouço fiscal) é confirmada pelas fontes: tanto a Câmara dos Deputados (https://www.camara.leg.br/noticias/687499-conheca-o-novo-fundeb-que-amplia-gradualmente-os-recursos-da-educacao/) quanto o Valor Econômico (https://valor.globo.com/politica/noticia/2023/08/23/por-que-o-fundeb-ficou-de-fora-do-arcabouco-fiscal.ghtml) e O Dia (https://odia.ig.com.br/economia/2024/10/6929720-sem-mudanca-gasto-adicional-com-fundeb-sera-de-rs-217-bi.html) corroboram isso. Porém, a parte sobre o Fundeb ter sido 'dobrado' não é exatamente precisa: a contribuição da União foi ampliada de 10% para 23% de forma gradual, o que representa um aumento significativo mas não necessariamente uma duplicação do fundo como um todo.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
47:42Simone Tebetassertivo
Resumo
Ela propõe a implementação efetiva do ensino médio técnico para facilitar a entrada dos jovens no mercado de trabalho e evitar a geração 'nem-nem'.
O ensino médio técnico profissionalizante sai do papel para que os nossos jovens possam entrar no mercado de trabalho imediatamente. E para isso, para que eles não virem nem nem, nem estuda nem trabalha.
ensino médio técnico profissionalizante sai do papel
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozEnfático
47:52Simone Tebetassertivo
Resumo
A candidata propõe uma 'poupança jovem' de R$ 5.000 para estudantes que concluírem o ensino médio, como incentivo para evitar a evasão escolar.
Nós vamos colocar um poupança jovem. O nosso jovem vai ganhar um dinheiro todo ano e no final do terceiro ano do ensino médio vai ganhar R$ 5.000 para fazer o que ele quiser, comprar um, dar uma entrada numa moto ou num celular, mas para que ele não saia, porque a educação vai ser prioridade pela primeira vez na história do Brasil. Eu sei porque sou professora, eu sei que só a educação salva.
no final do terceiro ano do ensino médio vai ganhar R$ 5.000
“Simone Tebet propõe poupança jovem de R$5.000 para estudantes que concluírem o ensino médio.”
Numérico
Sujeitopoupança jovem proposta por TebetValor5000 R$
Verificar contra: Outro: Plano de governo Simone Tebet
Avaliação automatizada
Verdadeiro92%confiança
As fontes confirmam que Simone Tebet propôs uma 'Poupança Jovem' para estudantes que concluíssem o ensino médio, com valor de R$5.000 ao final do terceiro ano, conforme declarado diretamente pela candidata (https://canalconsultapublica.com.br/2022/08/29/noticias/simone-tebet-defende-promulgar-poupanca-jovem-para-alunos-do-ensino-medio/). O Metrópoles e o Poder360 corroboram a proposta como parte de seu programa de governo nas eleições de 2022 (https://www.metropoles.com/brasil/eleicoes-2022/tebet-propoe-pagar-estudantes-para-estimular-conclusao-do-ensino-medio; https://www.poder360.com.br/poder-congresso/congresso/alunos-podem-resgatar-poupanca-no-fim-do-ensino-medio-diz-tebet/).
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
48:17Soraya Thronickeemocional→ ataca governo
Resumo
A candidata critica a falta de atualização do valor da merenda escolar e a precariedade da infraestrutura das escolas, como a falta de banheiros, classificando a situação como o maior caos da história do país.
Sem falar, brasileiros, do valor da merenda que não foi atualizado. As nossas crianças, muitas delas, têm somente a merenda escolar para comer. É triste demais. Nossas crianças sequer, muitas delas, não têm banheiro nas escolas. Então, assim, é sério. Estamos vivendo o maior caos já visto na história desse país. Isso tem que mudar. E eu tô aqui para contar a verdade para vocês, porque eu tô aqui dentro, estou nos bastidores e agora eu posso falar.
Estamos vivendo o maior caos já visto na história desse país
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignada · Aperto labial
VozEmocional
gesticula com a caneta
48:52Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora agradece e informa aos telespectadores sobre o debate e as emissoras que o organizam.
Obrigada. Você está acompanhando o primeiro debate entre os candidatos à presidência da República, realizado por um pool que reúne o grupo Bandeirantes, o jornal Folha de São Paulo, a TV Cultura e o UOL.
Você está acompanhando o primeiro debate entre os candidatos à presidência da República
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
49:05Eduardo Oinegueneutro
Resumo
O mediador anuncia o fim do primeiro bloco e informa que, após o intervalo, jornalistas farão perguntas aos candidatos.
Essa foi a última resposta do primeiro bloco. Logo depois do intervalo, é a vez de jornalistas das empresas que integram o pool perguntarem aos candidatos.
Logo depois do intervalo, é a vez de jornalistas das empresas que integram o pool perguntarem aos candidatos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
49:15Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora encerra o bloco com o slogan do programa.
Olho no voto, eleições 2022.
Olho no voto, eleições 2022.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozNeutro
49:31Falante não identificadoassertivo
Resumo
A apresentadora introduz o segmento da "sala digital", que monitora as buscas no YouTube durante o debate.
Olá, estamos aqui na sala digital, acompanhando o termômetro das buscas no YouTube durante o nosso debate.
acompanhando o termômetro das buscas no YouTube
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozAnimado
49:39Falante não identificadoassertivo
Resumo
Anuncia que a transmissão ao vivo do debate quebrou o recorde de audiência simultânea no YouTube Brasil para jornalismo, superando a marca de 2018.
E olha, tem informação nova, a nossa live bateu recorde de usuários simultâneos no YouTube Brasil, na categoria jornalismo, quase 1 milhão e meio de pessoas ao mesmo tempo acompanhando. Isso aí, palmas, gente, superando o recorde do debate de 2018.
nossa live bateu recorde de usuários simultâneos no YouTube Brasil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAlegria · Sorriso largo
VozEntusiasmado
49:54Falante não identificadoassertivo→ ataca eleitor brasileiro
Resumo
Atribui o sucesso de audiência do debate ao interesse do eleitor brasileiro.
É isso, esse sucesso é graças ao interesse do eleitor brasileiro nesse debate histórico.
esse sucesso é graças ao interesse do eleitor brasileiro
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozCalmo
49:58Falante não identificadoneutro
Resumo
Apresenta Marco Túlio Pires, do Google, para analisar a evolução das buscas sobre os candidatos durante o primeiro bloco do debate.
O Marco Túlio Pires, diretor do Google News Lab, tá aqui com a gente para ver o que aconteceu, como é que as buscas mudaram nesse primeiro bloco do debate. Vamos ver os candidatos?
como é que as buscas mudaram nesse primeiro bloco do debate
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
50:10Falante não identificadoassertivo→ ataca Lula
Resumo
Analisa que, após o primeiro bloco, Lula lidera o interesse de buscas, ressaltando que isso não reflete intenção de voto.
É, como a gente previu, muito vai e vem desde que o debate começou. Nesse exato momento agora, depois do fim do bloco, a gente tem aí o ex-presidente Lula em primeiro, despertando interesse de busca, não é intenção de voto.
despertando interesse de busca, não é intenção de voto
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozExplicativo
50:14Eduardo Oinegueneutro
Tempo.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
50:22Falante não identificadoassertivo→ ataca Jair Bolsonaro, Simone Tebet, Felipe d'Avila, Soraya Thronicke, Ciro Gomes
Resumo
Detalha o ranking de interesse de busca dos outros candidatos, mencionando que Ciro Gomes chegou a liderar anteriormente.
Depois a gente tem Jair Bolsonaro, Simone Tebet, Felipe D'Ávila, Soraya Thronicke e também Ciro Gomes, que há pouco tempo estava em primeiro lugar.
Ciro Gomes, que há pouco tempo estava em primeiro lugar
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozExplicativo
50:30Falante não identificadoneutro
Resumo
Introduz a análise sobre os termos políticos mais buscados, destacando o tema da corrupção.
Agora, política. O tema política também esteve em debate no primeiro bloco, eles falaram bastante sobre corrupção e olha o que aconteceu aqui com o volume de buscas.
falaram bastante sobre corrupção e olha o que aconteceu aqui com o volume de buscas
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
50:40Falante não identificadoassertivo
Resumo
Explica que o termo "STF" liderava as buscas antes do debate, mas foi superado por "corrupção" assim que o tema entrou na pauta.
É, a gente observou que o STF em algum momento, antes do debate acontecer, estava em primeiro lugar, mas assim que o tema corrupção dominou a discussão durante o debate,
assim que o tema corrupção dominou a discussão durante o debate
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozExplicativo
50:49Falante não identificadoassertivo
Resumo
Afirma que o público usou o Google para pesquisar sobre o que os candidatos diziam, e o termo "corrupção" se tornou o mais buscado ao final do primeiro bloco.
o que que a gente viu? As pessoas foram para o Google, foram pesquisar o que que os candidatos estavam falando e tá refletido aqui agora. Corrupção desperta o maior índice de interesse aí nas últimas 4 horas, 9:50 aqui quando o primeiro bloco terminou.
Corrupção desperta o maior índice de interesse
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozExplicativo
51:01Falante não identificadoassertivo
Resumo
Destaca o aumento de 2.200% nas buscas pelo termo "corrupção" no momento em que o assunto foi abordado no início do debate.
E é impressionante a subida que aconteceu aqui nesse período, exatamente a partir das 8 horas da noite, logo no comecinho do debate, quando eles falaram sobre corrupção ali na primeira pergunta, a gente vê que esse tema subiu. Olha essa subida aqui significa uma alta de 2.200% nas buscas no momento em que o debate entrou
uma alta de 2.200% nas buscas
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSurpresa contida
VozEnfático
51:21Falante não identificadoassertivo
Resumo
Detalha a ordem dos temas no debate e o ranking de buscas resultante, com "corrupção" em primeiro, seguido por "democracia" e "STF".
e os candidatos fizeram perguntas um para o outro, né? Esse teve, primeiro as perguntas programáticas passaram pelo assunto economia, educação, depois corrupção, quando eles começaram a se perguntar um para o outro, o confronto direto. Então, o primeiro tema mais buscado, corrupção, em segundo lugar aparece democracia, o Supremo Tribunal Federal em terceiro lugar,
o primeiro tema mais buscado, corrupção
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
52:10Falante não identificadoneutro
Resumo
Reforça a importância da checagem de informações e introduz um anúncio do YouTube sobre o tema.
É a importância da checagem das informações, é por isso então que a gente vai ver o recadinho do YouTube.
a importância da checagem das informações
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozCalmo
53:02Falante não identificadoassertivo
Resumo
Continua o ranking de buscas com "imigração" e "fake news", e aproveita para ressaltar a importância de checar informações, citando o Google como ferramenta.
imigração em quarto lugar, fake news, e a gente falava sobre esse assunto agora há pouco, porque é importantíssimo checar as informações antes de repassar para esse momento, a ferramenta Google também é uma aliada importantíssima para essas buscas.
é importantíssimo checar as informações antes de repassar
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozPonderado
53:19Falante não identificadoneutro
Resumo
Finaliza o ranking dos termos políticos mais buscados, incluindo Centrão, Forças Armadas e Mercosul.
Fake news em quinto, em sexto, Centrão, em sétimo, Forças Armadas e oitavo, Mercosul. A gente continua acompanhando esses dados aqui direto da sala digital. É isso.
Fake news em quinto, em sexto, Centrão
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
53:23Falante não identificadoassertivo
Resumo
Afirma que "fake news" é um dos temas mais buscados em política e destaca a importância da checagem de informações em momentos históricos.
Quando o assunto é política, um dos temas mais buscados é fake news, a gente sabe, né? Em momentos históricos como esse, o de hoje, é super importante a gente falar sobre checagem de informações.
é super importante a gente falar sobre checagem de informações
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozPonderado
53:35Falante não identificadoassertivo
Resumo
Recomenda que o público verifique as informações antes de compartilhá-las, mencionando o projeto Comprova e o Google como ferramentas para isso.
Aquelas que chegam, antes de repassar, dá uma checada. A Band levanta essa bandeira com o projeto Comprova e o Google também, como a gente disse, é um ótimo instrumento para fazer isso. Cheque o que é fato e o que é fake antes de repassar.
Cheque o que é fato e o que é fake antes de repassar.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozDidático
54:20Falante não identificadoassertivo
Resumo
Analisa as buscas sobre meio ambiente, tema do debate, e mostra a flutuação dos termos, com "energia" liderando no momento, seguido por "chuva" e "desmatamento".
A gente monitora em tempo real o que está acontecendo com as buscas, para onde vai o interesse do eleitor depois desse primeiro bloco do debate. Na tela da Band, o assunto meio ambiente, Marco Túlio, também passou pelo debate. Vamos ver o que aconteceu aqui. Foi o quarto tema discutido durante o debate, foi passado ali vários assuntos e a gente vê um vai e vem muito grande também. A gente chegou a ver poluição ser o primeiro termo mais buscado durante algum momento, mas agora a gente tem energia, que tem despertado o maior interesse, depois a gente tem chuva, desmatamento, Amazônia, sustentabilidade, seca, queimadas e poluição.
agora a gente tem energia, que tem despertado o maior interesse
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
54:30Falante não identificadoneutro→ ataca Marco Túlio
Resumo
A apresentadora introduz o tema do meio ambiente, que foi discutido no debate, e chama o próximo comentarista.
Meio ambiente, Marco Túlio, também passou pelo debate. Vamos ver o que aconteceu aqui.
Meio ambiente, Marco Túlio, também passou pelo debate.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
54:34Falante não identificadoassertivo
Resumo
O comentarista analisa os termos mais buscados sobre meio ambiente durante o debate, destacando a variação e o interesse atual em 'energia'.
Foi o quarto tema discutido durante o debate, foi passado ali vários assuntos e a gente vê um vai e vem muito grande também. A gente chegou a ver poluição ser o primeiro termo mais buscado durante algum momento, mas agora a gente tem energia, que tem despertado o maior interesse, depois a gente tem chuva, desmatamento, Amazônia, sustentabilidade, seca, queimadas e poluição.
A gente chegou a ver poluição ser o primeiro termo mais buscado durante algum momento, mas agora a gente tem energia.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConcentrado
VozAnalitico
54:48Falante não identificadoneutro
Resumo
Reintroduz o segmento da sala digital, recapitulando que o tema da corrupção foi abordado pelos candidatos.
Estamos na sala digital acompanhando o termômetro das buscas no Google durante o debate. Você que está acompanhando na tela da Band e buscando, pois bem, os candidatos falaram de corrupção, né?
acompanhando o termômetro das buscas no Google durante o debate
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
54:54Falante não identificadoconciliador→ ataca audiencia
Resumo
A apresentadora convida o público a continuar assistindo e a acompanhar os dados da sala virtual.
Fique com a gente, acompanhando os dados da sala virtual também.
Fique com a gente, acompanhando os dados da sala virtual também.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozConvidativo
54:58Falante não identificadoassertivo
Resumo
Reitera que as buscas por "corrupção" subiram 2.200% e que a transmissão bateu recorde de audiência no YouTube.
Olha o que aconteceu. Dentro do tema política, as buscas por corrupção subiram 2.200% e agora estão em primeiro lugar. A nossa transmissão bateu recorde de usuários simultâneos no YouTube. Continue com a gente.
as buscas por corrupção subiram 2.200%
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozEnfático
55:36Eduardo Oinegueneutro
Resumo
Eduardo Oinegue retoma a transmissão ao vivo, apresentando o debate presidencial e listando as emissoras e plataformas que formam o pool de organização.
Voltamos ao vivo com o primeiro debate das eleições de 2022 entre os candidatos à presidência da República. O encontro é realizado por um pool que reúne a TV Cultura, o grupo Bandeirantes, a Folha de São Paulo e o portal UOL, e está sendo transmitido pelas principais plataformas digitais e pela Band Internacional.
Voltamos ao vivo com o primeiro debate das eleições de 2022 entre os candidatos à presidência da República.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozFormal
55:56Adriana Araújoneutro
Resumo
Adriana Araújo informa sobre a transmissão em outras mídias e explica a dinâmica do bloco, onde jornalistas do pool farão perguntas aos candidatos.
Estamos ao vivo também no Band News TV e nas rádios Bandeirantes e Band News FM. Neste bloco, jornalistas das empresas que integram o pool fazem as perguntas para os candidatos. Pelas regras definidas em comum acordo com os partidos, o jornalista escolhe um candidato para responder e outro para comentar.
Neste bloco, jornalistas das empresas que integram o pool fazem as perguntas para os candidatos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
56:17Eduardo Oinegueneutro
Resumo
O mediador detalha as regras de tempo para o bloco: 4 minutos para o candidato que responde e 1 minuto para o que comenta.
Os tempos são os mesmos do confronto anterior. O candidato que responde terá um total de 4 minutos para administrar entre a resposta e a réplica, o comentário será de 1 minuto.
O candidato que responde terá um total de 4 minutos para administrar entre a resposta e a réplica.
Adriana Araújo explica que a ordem dos jornalistas foi sorteada e apresenta Rodolfo Schneider, da Band, para fazer a primeira pergunta.
Eu lembro que a ordem dos jornalistas para este bloco foi definida em sorteio entre os integrantes do pool. E quem faz a primeira pergunta pela Band é o jornalista Rodolfo Schneider. Por favor, Rodolfo, boa noite. Indica quem você vai perguntar e quem comenta.
E quem faz a primeira pergunta pela Band é o jornalista Rodolfo Schneider.
O jornalista pergunta de onde virão os recursos para manter o Auxílio Brasil em R$600 no próximo ano, já que o orçamento prevê apenas R$400.
Um dos assuntos mais comentados nesse momento na nossa sala digital em parceria com o Google e YouTube na área de economia é auxílio emergencial. Acho que não se discute mais que o Brasil precisa de um programa de transferência de renda, seja auxílio Brasil, Bolsa Família ou o nome que for. A minha pergunta é, neste momento, aprovado até o final do ano, temos o auxílio a R$ 600, além de auxílio caminhoneiro e também auxílio taxista. No ano que vem o orçamento prevê R$ 400, porém, o presidente Bolsonaro e o ex-presidente já disseram que manteriam a R$ 600 esse valor. Mas de onde sairá esse dinheiro?
O jornalista conclui a pergunta questionando se o financiamento do auxílio virá da quebra do teto de gastos ou do remanejamento de verbas de ministérios.
Se romperá o teto de gastos, se retirará dinheiro de outros orçamentos de ministérios? Obrigado. Por favor, eh, Bolsonaro, presidente da República e ex-presidente Lula.
Se romperá o teto de gastos, se retirará dinheiro de outros orçamentos de ministérios?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualQuestionador
VozIncisivo
58:14Falante não identificadoneutro
Resumo
Convida o público a continuar acompanhando a análise de dados da sala virtual.
Fique com a gente acompanhando os dados da sala virtual também.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozCalmo
58:21Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro afirma que o financiamento do auxílio virá da responsabilidade fiscal, da renegociação de precatórios e da redução de impostos como o ICMS, que baixou o preço da gasolina.
Tenho acertado com a equipe econômica e conversado com isso, dentro da responsabilidade fiscal. Quando, por exemplo, o ano passado, nós passamos para R$ 400, ninguém acreditava. Nós conseguimos renegociar os precatórios, contra o voto do PT na Câmara, que para o PT, quanto pior tiver o povo, mais pobre, melhor é, melhor é para eles fazerem política em cima disso. E, obviamente, quando se fala em auxílio emergencial para comprar alimentos, isso tem a ver com a inflação. E nós conseguimos, no corrente ano, diminuir o teto do ICMS em todo o Brasil, de forma que a gasolina hoje, tem estados que está abaixo de R$ 5.
Nós conseguimos renegociar os precatórios, contra o voto do PT na Câmara.
“O governo Bolsonaro renegociou os precatórios contra o voto do PT na Câmara.”
Avaliação automatizada
Verdadeiro85%confiança
As fontes confirmam que o PT votou contra a PEC dos Precatórios (PEC 23/21), que alterou a forma de pagamento dos precatórios durante o governo Bolsonaro. Segundo o site do PT (pt.org.br), a Câmara aprovou o texto-base 'com voto contra do PT', e a Jovem Pan registra que o PT fechou questão contra a proposta com 53 parlamentares votando contra (jovempan.com.br). A fonte do Sindjus-AL menciona que senadores da oposição, inclusive do PT, votaram a favor no Senado, o que introduz uma nuance, mas o comportamento predominante e oficial do partido na Câmara foi de oposição à medida.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O governo Bolsonaro diminuiu o teto do ICMS em todo o Brasil, fazendo a gasolina chegar abaixo de R$5 em alguns estados.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
As fontes confirmam que o governo Bolsonaro sancionou legislação limitando o ICMS sobre combustíveis (Lei Complementar 192/22 e a lei que fixou alíquota máxima de 17-18%), o que representa uma redução do teto do ICMS em nível federal (https://www.camara.leg.br/noticias/890296-bolsonaro-sanciona-lei-que-limita-icms-de-combustiveis-mas-veta-compensacao-a-estados, https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/06/24/bolsonaro-sanciona-limite-para-icms-de-combustiveis-mas-veta-compensacao-a-estados). Contudo, as fontes não confirmam o efeito específico de que a gasolina chegou abaixo de R$5 em alguns estados, tornando essa parte da afirmação impossível de verificar com os dados disponíveis.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O etanol está abaixo de R$4 em alguns estados.”
Avaliação automatizada
Verdadeiro85%confiança
Conforme reportado pelo Diário do Grande ABC (https://www.dgabc.com.br/Noticia/4315870/preco-do-etanol-cai-em-12-estados-e-no-df-sobe-em-9-e-fica-estavel-em-4-afirma-anp), o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 3,49 o litro em São Paulo, confirmando que há postos em pelo menos um estado com preço abaixo de R$ 4. A afirmação é, portanto, suportada pelas fontes disponíveis, ainda que se trate de preço mínimo pontual e não de média estadual.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
58:58Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro atribui a capacidade de financiar o auxílio ao combate à corrupção, afirmando que os recursos virão de lucros de estatais que antes não existiam.
Tem estados também que o álcool, o etanol está abaixo de R$ 4, contra o voto dos senadores do PT lá no Senado Federal. Como conseguir recurso? Não roubando. Não metendo a mão no bolso, eh, do povo. O que que é não roubar? Estatais, por exemplo. Nós podemos, está programado, recursos, né, das estatais irem para esse lado de cá do orçamento.
Como conseguir recurso? Não roubando.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante · Levantar canto da boca
VozFirme
Lê de um papel.
59:24Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro acusa Lula de mentir sobre números, minimiza a questão da LDO afirmando que pode resolvê-la com o Congresso e critica promessas do adversário como irresponsáveis.
Em governos anteriores, as estatais davam um lucro muito baixo ou até prejuízo. No nosso governo, o lucro está chegando à casa dos 200 bilhões de reais. E nós temos, deixar bem claro, quando se fala em orçamento como um todo, aumentando a arrecadação, diminuindo impostos, como diminuímos o IPI por decreto, como temos diminuído impostos de vários produtos, imposto de importação, vários produtos. Ou seja, é um governo que está agindo na contramão do que sempre fizeram no passado. O outro lado, muitas vezes, fala em taxar grandes fortunas. Isso faz com que o capital vá embora.
“O lucro das estatais no governo Bolsonaro está chegando a R$200 bilhões.”
Numérico
Sujeitolucro das estatais brasileirasValor200 R$ biPeríodo2022
Verificar contra: Outro: SEST - Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro65%confiança
Segundo o Estadão (https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/estatais-deficit-lucro-lula-bolsonaro-enganoso/), o lucro das estatais no governo Bolsonaro chegou a R$ 274,9 bilhões em 2022, valor superior ao mencionado na afirmação. A expressão 'chegando a R$ 200 bilhões' pode se referir a um período parcial ou a um ano específico anterior a 2022, mas a fonte indica que o pico real foi bem acima desse valor. A afirmação está na direção correta, mas subestima o número final registrado.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Gesticula amplamente.
59:30Jair Bolsonaroassertivo→ ataca oposição política
Resumo
Bolsonaro defende sua política econômica, afirmando que aumentou a arrecadação enquanto reduzia impostos e promete manter o auxílio de R$600 com responsabilidade.
no governo, o lucro está chegando a casa dos 200 bilhões de reais. E nós temos, deixar bem claro, quando se fala em orçamento como um todo, aumentando a arrecadação, diminuindo impostos, como diminuímos o IPI por decreto. Como temos diminuído impostos em vários produtos, imposto de importação, vários produtos. Ou seja, é um governo que está agindo na contramão do que sempre fizeram no passado. O outro lado, muitas vezes, fala em taxar grandes fortunas. Isso faz com que o capital vai embora. Ou seja, o nosso governo tem esse olhar, tem recursos, tem meios e fará com responsabilidade essa manutenção dos R$ 600.
é um governo que está agindo na contramão do que sempre fizeram no passado.
1:00:11Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula acusa Bolsonaro de mentir, afirmando que a manutenção do auxílio de R$600 não está prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Bom, é importante lembrar que a manutenção dos R$ 600 não está na LDO que foi mandada para o Congresso Nacional. Ou seja, significa que existe uma mentira no ar.
significa que existe uma mentira no ar.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio acusatorio · Apertar labios
VozFirme pausado
1:00:25Luiz Inácio Lula da Silvadefensivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula reitera que o auxílio de R$600 não está na LDO e defende que o PT sempre apoiou o valor, votando a favor da medida.
Não está na LDO a manutenção dos R$ 600. A segunda coisa, que é inverdade, é que o PT já faz dois anos que o PT tem reivindicado os R$ 600 no Bolsa Família. A bancada do PT votou favorável, porque a bancada do PT acha que o povo tem que receber efetivamente essa, essa, esse auxílio.
Não está na LDO a manutenção dos R$ 600.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio firme
VozAssertivo
1:00:46Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula propõe que a política de auxílio seja acompanhada de políticas de crescimento econômico e geração de empregos, criticando a falta disso no governo atual.
mas é preciso que a gente faça essa política concomitante com uma política de crescimento econômico, com uma política de geração de emprego, de geração de oportunidade para as pessoas, coisas que não está pensado em nenhum momento.
é preciso que a gente faça essa política concomitante com uma política de crescimento econômico
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio propositivo
VozEnfatico
1:00:59Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula acusa Bolsonaro de citar números falsos e critica as privatizações de estatais como Eletrobras e BR Distribuidora.
Então, o candidato, ele adora citar números absurdos que nem ele acredita. E saber o seguinte, já vendeu a Eletrobrás, já vendeu a BR, tá fatiando a Petrobrás, privatizou a BR.
adora citar números absurdos que nem ele acredita.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado · Olhar para baixo
VozAcusatorio elevado
1:02:02Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro critica o valor do Bolsa Família nos governos do PT, acusa Lula de se preocupar apenas com votos e de mentir sobre números, como o de crianças abandonadas.
Temos muita coisa planejada nesse tocante. Tenho certeza, os mais pobres, diferentemente do PT, lá atrás, por que que o PT lá atrás não, não aumentou, pagava uma miséria de Bolsa Família? Era uma miséria. Tinha gente que ganhava R$ 80 por mês, família ganhando R$ 80 por mês. E nós agora entramos nessa área para valer. Tá preocupado com votos, apenas votos, mas nada além disso, mentindo sobre números. Lembra quando ele dizia que tinha 25 milhões de crianças abandonadas no Brasil? E falou isso rindo lá fora do Brasil. Ou seja, nós temos ao nosso lado a verdade e a responsabilidade.
por que que o PT lá atrás não, não aumentou, pagava uma miséria de Bolsa Família?
“O Bolsa Família pagava em média R$190 em valores corrigidos, com famílias recebendo R$80 por mês nos governos do PT.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
A fonte do Valor Econômico confirma que o benefício médio mensal do Bolsa Família era de R$ 190 por família antes da transição para o Auxílio Brasil, mas não especifica que esse valor é 'corrigido pela inflação' — pode ser o valor nominal da época. A afirmação de que famílias recebiam R$ 80 por mês nos governos do PT não é diretamente confirmada pelas fontes; o Estadão menciona alegações de valores abaixo de R$ 100 (Lula) e R$ 164 (Dilma) em valores nominais, mas no contexto de verificação de desinformação, sem validar esses números como precisos (https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/tabela-bolsa-familia-bolsonaro/). A combinação dos dois elementos da afirmação — R$ 190 corrigidos e R$ 80 nominais nos governos PT — não é suficientemente sustentada pelas fontes disponíveis.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Sem verificaçãoextraída pela IA · pendente revisão editorial
“O Bolsa Família pagava em média R$190 em valores corrigidos nos governos do PT.”
Numérico
SujeitoBolsa FamíliaValor190 R$Período2003-2016
Verificar contra: Outro: Ministério da Cidadania / Dataprev
1:04:30Ciro Gomesemocional→ ataca Governo
Resumo
Ciro Gomes descreve a situação de desemprego no Brasil, mencionando os 5 milhões que desistiram de procurar emprego e a luta diária dos desempregados.
5 milhões de brasileiros desistiram de procurar emprego. Entre desemprego aberto, que é o brasileiro que está indo de porta em porta todo dia de manhã, pulando a catraca do ônibus, porque não tem dinheiro para pagar a passagem, sabe?
5 milhões de brasileiros desistiram de procurar emprego.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio preocupado · Franzir a testa · Aperto dos labios
“5 milhões de brasileiros desistiram de procurar emprego.”
Numérico
Sujeitodesalentados no mercado de trabalho brasileiroValor5 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: IBGE Sidra
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
Uma fonte do Valor Investe (fev/2020) indica que 'quase 5 milhões' (4,7 milhões) de pessoas desistiram de procurar emprego segundo o IBGE, o que se aproxima da afirmação. No entanto, dados mais recentes da Folha (fev/2026) apontam 5,3 milhões na 'força de trabalho potencial' (categoria que inclui desalentados), sugerindo que o número pode ter mudado. A afirmação é plausível, mas o valor exato de '5 milhões' depende do período de referência e da metodologia utilizada.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
1:05:05Ciro Gomesassertivo→ ataca Polarização política
Resumo
Ciro expressa choque com a alienação e o ódio na política, criticando a divisão do país e afirmando que deseja reconciliar a nação.
Mas pera um pouquinho, quase 50 milhões de pessoas não estão nos ouvindo nesse debate. Essa é a minha contradição. Eu falo por eles, mas eles estão aí esfolado, vivendo na informalidade mais vil. Sabe o que é informalidade? Eu vou repetir para quem endureceu, embruteceu o coração.
o que mais tá me chocando e vendo esse nível de alienação e de ódio
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao · Balancar de cabeca negativo · Apontar o dedo
VozIndignado
1:05:22Ciro Gomesemocional→ ataca Vera Magalhães
Resumo
Ciro detalha as duras condições do trabalho informal, como longas jornadas sem direitos, e alerta para a deterioração da saúde mental da população.
Informalidade é uma jornada semanal de 50, 60 horas semanais, sem o descanso remunerado semanal para ir para o templo, agradecer a Deus ou pedir luz, sabe? Sem férias, sem 13o. A saúde mental do nosso povo, Vera, tá se deteriorando de um jeito, nunca se pediu tanto na rede de atenção psicossocial remédios, sabe? Remédio para dormir, remédio para nervo.
A saúde mental do nosso povo, Vera, tá se deteriorando de um jeito
Ele alerta que 50 milhões de brasileiros envelhecerão sem aposentadoria e então muda o tópico para a vacinação.
Isso é o trivial. Eu fui governador, fui prefeito de uma capital. Nossa meta era cumprir 100% da vacinação e ganhamos prêmios internacionais. Fui ganhar o prêmio de combate à mortalidade infantil, um dos, na ONU, um dos elementos foi que nós cobrimos 100% da população do Ceará.
Ele descreve como a vacinação era organizada em sua gestão e contrasta com a situação atual, que ele classifica como um desastre.
Havia campanha, esclarecimento, a vacina estava no tempo e na hora, bem acondicionada, bem transportada, era uma grande mutirão. Sumiu tudo isso. É o desastre brasileiro por onde você queira considerar.
É o desastre brasileiro por onde você queira considerar.
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Ad hominem98% confiança
“Você, você dorme pensando em mim. Você tem alguma paixão por mim. Você não pode tomar partido num debate como esse, fazer acusações mentirosas a meu respeito. Você é uma vergonha para o jornalismo brasileiro.”
Bolsonaro ataca pessoalmente a jornalista Vera Magalhães em vez de responder às perguntas ou acusações feitas, usando insultos pessoais para desqualificá-la. (Ataca a pessoa em vez do argumento)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDecepcao · Gesto de descarte com a mao
VozDecepcionado
1:06:28Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Vera Magalhães
Resumo
Bolsonaro ataca diretamente a jornalista Vera Magalhães, acusando-a de parcialidade, de ter uma paixão por ele e de ser uma vergonha para o jornalismo.
Vera, não se podia esperar outra coisa de você. Você, você dorme pensando em mim. Você tem alguma paixão por mim. Você não pode tomar partido num debate como esse, fazer acusações mentirosas a meu respeito. Você é uma vergonha para o jornalismo brasileiro.
Você é uma vergonha para o jornalismo brasileiro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualRaiva contida · Aperto dos labios · Olhar fixo
VozAgressivo controlado
107wpm
1:06:44Ciro Gomesdefensivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ciro Gomes afirma que não pediu a opinião de Bolsonaro.
Não pedi a tua opinião. Não pedi a tua opinião.
Não pedi a tua opinião.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDesafeto
VozFirme
1:06:45Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Bolsonaro repete que não pediu a opinião de Ciro.
Não pedi a tua opinião.
Não pedi a tua opinião.
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Ad hominem92% confiança
“Escondeu Carlos Gabas. Escondeu Carlos Gabas, que desviou 50 milhões de reais e não foi investigado pela CPI. A senhora é uma vergonha no Senado Federal”
Bolsonaro ataca pessoalmente a senadora Tebet chamando-a de 'vergonha no Senado' em vez de responder substantivamente às acusações sobre a CPI da Covid. (Ataca a pessoa em vez do argumento)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIrritacao
VozAgressivo
1:07:06Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Bolsonaro acusa Ciro de estar apelando.
Escondeu Carlos Gabas. Escondeu Carlos Gabas, que desviou 50 milhões de reais e não foi investigado pela CPI. A senhora é uma vergonha no Senado Federal e não tô atacando mulheres, não. Não venha com essa historinha de atacar a mulher, de se vitimizar.
Já tá apelando.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDesdenho · Olhar de soslaio · Aperto dos labios
VozProvocador
lendo_de_papel
1:07:23Jair Bolsonarosarcástico→ ataca Vera Magalhães
Resumo
Bolsonaro ironiza a jornalista Vera Magalhães, dizendo que ela lhe deu a oportunidade de falar a verdade sobre ela.
Vera, você realmente foi fantástica, né? Deu oportunidade para falar um pouco de verdade sobre você.
você realmente foi fantástica, né?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso sarcastico · Erguer sobrancelha
VozSarcastico
lendo_de_papel
1:07:32Eduardo Oinegueneutro→ ataca Ciro Gomes
Resumo
O mediador passa a palavra para a réplica do candidato Ciro Gomes.
Candidato Ciro, sua réplica.
sua réplica.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
1:07:37Ciro Gomesconciliador→ ataca PT
Resumo
Ciro Gomes se posiciona como o candidato da reconciliação, critica a agressividade da polarização e propõe um novo projeto nacional para mudar o modelo econômico.
Eu quero reconciliar o Brasil. Enquanto persistir esse nível de agressividade, sabe, de PT, ainda agora eu vinha entrando aqui na Bandeirante, estava lá a turba do PT, batendo no carro, atravessando bandeira, eu conheço isso. Isso vai produzir coisas que o Brasil não merece. E nós precisamos restaurar a paz, reconciliar o Brasil ao redor de um novo e generoso projeto nacional de desenvolvimento, que mude esse modelo econômico.
Eu quero reconciliar o Brasil.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio conciliador · Gestos amplos com as maos · Aperto dos labios
VozPonderado firme
1:07:53Ciro Gomesneutro→ ataca Jair Bolsonaro
Não, não.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso ironico
VozInterrupcao
interrompendo
1:07:54Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Vera Magalhães
Mas tudo bem.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIrritacao
VozDesdenhoso
1:07:57Adriana Araújoneutro→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
A mediadora Adriana Araújo intervém, pedindo ordem aos candidatos Bolsonaro e Ciro.
Por favor, candidatos, por favor. Presidente Bolsonaro, Ciro, por favor.
candidatos, por favor.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria firme
VozFirme controlado
tentando_restaurar_a_ordem
1:08:22Ciro Gomesemocional→ ataca Governo
Resumo
Ciro lamenta o retrocesso na vacinação, que antes era exemplo, criticando a propaganda antivacina, a politização e a corrupção na compra de imunizantes.
devolver a condição que nós sabemos fazer. O Brasil era mencionado como exemplo em cobertura vacinal. A vacina tá aí, tecnologicamente dominada, mas infelizmente nós vimos propaganda contra a vacina, disputa politiqueira com quem é o pai da vacina, propina na compra de vacina. Isso é onde nós estamos, muito próximo do fundo do poço.
propina na compra de vacina
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao lamento · Balancar de cabeca negativo
VozIndignado
1:08:44Ciro Gomesemocional→ ataca Eleitorado
Resumo
Em um apelo emocional, Ciro pede uma chance para mudar o Brasil, afirmando que repetir o passado é insanidade e criticando a falta de projeto e o ódio.
E eu tenho pedido a Deus, meu irmão, tenho pedido a Deus, eu tenho uma vontade assim, sabe, de me conectar com o seu coração, para que a gente bote a mão na cabeça e pare um pouquinho para pensar. A ciência da insanidade é repetir o passado e achar que vai ter resultado diferente. Não vai. Me dê uma oportunidade, vamos mudar o Brasil, tá na hora, chega de ódio, chega de incompetência, sabe, chega de projeto, de falta de projeto, absoluta falta de projeto.
A ciência da insanidade é repetir o passado e achar que vai ter resultado diferente.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualApelo sincero · Olhos fechados brevemente
VozEmocionado suplicante
1:09:11Eduardo Oinegueneutro→ ataca Simone Tebet
Resumo
O mediador informa que o pedido de direito de resposta da senadora Simone Tebet foi avaliado e negado pela comissão.
A senadora Simone Tebet fez o pedido de direito de resposta, a comissão avaliou e o direito de resposta não foi concedido.
o direito de resposta não foi concedido.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
1:09:16Adriana Araújoneutro→ ataca Assessores dos candidatos
Resumo
A mediadora pede silêncio aos assessores presentes e apresenta a próxima jornalista, Patrícia Campos Mello, perguntando a quem ela dirigirá sua pergunta.
Por favor, eu peço por gentileza que os assessores que estão aqui não participem, porque foi o combinado com todos os partidos. A próxima jornalista a perguntar é a representante da Folha de São Paulo, Patrícia Campos Mello. Boa noite, Patrícia. A quem você dirige a sua pergunta e quem comenta, por favor?
os assessores que estão aqui não participem
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria firme
VozFirme claro
1:09:27Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora Adriana Araújo passa a palavra para a jornalista Patrícia Campos Mello fazer sua pergunta.
Boa noite, Patrícia. A quem você dirige a sua pergunta e quem comenta, por favor?
A quem você dirige a sua pergunta e quem comenta, por favor?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozProfissional
1:09:34Patrícia Campos Melloassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
A jornalista direciona sua pergunta ao candidato Lula, com direito a comentário do candidato Ciro Gomes.
Boa noite a todos. Minha pergunta é para o ex-presidente da República, candidato Luiz Inácio Lula da Silva, com comentário do candidato Ciro Gomes.
Minha pergunta é para o ex-presidente da República, candidato Luiz Inácio Lula da Silva
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozFormal
1:09:35Ciro Gomesneutro
Resumo
Ciro comenta sobre o pedido de direito de resposta que está sendo visto.
É. Você está vendo o pedido de direito de resposta.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualObservador
VozCalmo
1:09:44Patrícia Campos Melloassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ela questiona Lula sobre a união da esquerda, contrastando com o clima de hostilidade entre ele e Ciro Gomes, e cita uma declaração de Ciro.
Candidato, o senhor tem falado sobre a necessidade da união da esquerda, mas o senhor e o candidato Ciro Gomes vivem um clima de hostilidade. Recentemente, o candidato Ciro Gomes afirmou, abro aspas, que o senhor considera o povo um bando de
o senhor e o candidato Ciro Gomes vivem um clima de hostilidade.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualInquisitiva
VozInquisitivo
1:09:44Patrícia Campos Melloassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
A jornalista questiona Lula sobre como obter o apoio de Ciro Gomes, dada a hostilidade mútua, e pergunta a Ciro se ele apoiaria Lula em um segundo turno.
Candidato, o senhor tem falado sobre a necessidade da união da esquerda. Mas o senhor e o candidato Ciro Gomes vivem um clima de hostilidade. Recentemente, o candidato Ciro Gomes afirmou, abro aspas, que o senhor considera o povo um bando de imbecis e também afirmou que já viu o senhor se corrompendo. Em resposta, o senhor afirmou que não leva o Ciro a sério. Como o senhor espera atrair o apoio do candidato Ciro Gomes para um segundo turno, caso o senhor vá para o segundo turno e ele não? E para o candidato Ciro Gomes, o senhor pretende apoiar o candidato Lula se ele for para o segundo turno e você não? O senhor não?
Como o senhor espera atrair o apoio do candidato Ciro Gomes para um segundo turno
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualInquisitivo · Sobrancelhas franzidas
VozIncisivo
1:10:26Luiz Inácio Lula da Silvaevasiva→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula desvia da pergunta sobre Ciro para exaltar a campanha de vacinação contra H1N1 em seu governo, criticando indiretamente a gestão atual.
Olha, primeiro, ao responder essa pergunta, eu queria começar falando das vacinas. As pessoas se esquecem que foi exatamente em 2010 e 2009, quando chegou a H1N1, nós vacinamos, nós vacinamos em três meses 83 milhões de pessoas nesse país. Então, se as pessoas não são vacinadas, é irresponsabilidade de quem comanda, porque, na verdade, nós temos condições e o Brasil é lembrado no mundo inteiro como um país de muita competência em vacinação.
ao responder essa pergunta, eu queria começar falando das vacinas.
Qualidade da resposta · Esquivou
PerguntaComo atrair o apoio de Ciro Gomes para um segundo turno
RespostaCampanha de vacinação H1N1 do governo Lula
Lula ignorou completamente a pergunta sobre aliança com Ciro e falou sobre vacinação, mudando de assunto de forma evidente.
1:11:01Luiz Inácio Lula da Silvaconciliador→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Lula expressa respeito por Ciro Gomes, justifica sua candidatura própria como um direito e menciona a aliança que está construindo, esperando ainda atrair o PDT.
A segunda coisa é o seguinte, eu falo sempre do Ciro Gomes uma coisa, eu tenho um profundo respeito pelo Ciro Gomes, sou grato ao Ciro Gomes que teve no governo comigo, de 2003 a 2006. Ah, ah, mas o Ciro, nesse instante, ele resolveu, ah, não estar conosco, sair com candidatura própria, é um direito dele, não sou eu que vou impedir. Eu estou construindo uma aliança política com 10 partidos políticos, todos os partidos de esquerda e progressista, e nós vamos ver se ganhar as eleições, tentar ver, sabe, se ainda conseguimos atrair o PDT para participar conosco do governo.
Eu estou construindo uma aliança política com 10 partidos políticos
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaComo atrair o apoio de Ciro Gomes para um segundo turno
RespostaRespeito por Ciro e esperança de atrair o PDT
Lula expressou respeito por Ciro e esperança de aliança futura, mas não apresentou estratégia concreta para obter seu apoio.
“Lula está construindo uma aliança política com 10 partidos políticos.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
Uma fonte da UOL (outubro de 2022) confirma que Lula formou uma coligação de exatamente 10 partidos para a campanha presidencial de 2022 (https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/10/06/aposios-dos-partidos-a-lula-ou-bolsonaro.htm). Contudo, a afirmação original não especifica o contexto temporal (campanha eleitoral de 2022 vs. aliança de governo atual), e as fontes disponíveis não permitem verificar se essa aliança de 10 partidos se mantém ou foi ampliada no governo em exercício. Portanto, o número é historicamente correto para a coligação eleitoral, mas a afirmação genérica sobre uma aliança política atual permanece parcialmente sustentada.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
1:12:03Luiz Inácio Lula da Silvaconciliador→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Lula elogia Ciro Gomes, minimiza suas críticas e o convida a permanecer no Brasil para dialogar e construir uma aliança política futura.
Ah, ah, eu, eu sempre digo o seguinte, o, tem três pessoas no Brasil que eu trato com, com deferência: Mário Covas, Requião e Ciro Gomes. De vez em quando eles podem até falar mal de mim, que eu não levo em conta porque eu sei que eles têm o coração mais mole do que a língua. Eles têm o coração muito mais mole, são muito mais compreensíveis aos problemas sociais. Então, é o seguinte, ah, ah, ah, eu, eu, eu espero que o Ciro nessas eleições não vá para Paris. Eu espero que o Ciro fique aqui no Brasil, que a gente sente para conversar e possa construir a verdadeira aliança política que ele sabe que vai ser construída.
eu sei que eles têm o coração mais mole do que a língua.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso contido · Olhar para o lado
VozPaternalista
Lula olha diretamente para Ciro Gomes ao final da fala.
1:12:28Ciro Gomessarcástico→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ciro Gomes descreve Lula como um "encantador de serpente" que apela para a emoção, afirmando que a divergência entre eles não é pessoal.
O Lula é esse encantador de serpente, não é assim? Ele vai na emoção das pessoas, cativa. Nós temos uma relação bastante antiga e ele quer sempre trazer a coisa para o lado pessoal, não é pessoal.
O Lula é esse encantador de serpente
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso ironico · Apertou labios
VozCalmo e critico
1:12:38Ciro Gomesagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ciro Gomes responsabiliza a crise econômica e moral do governo do PT pela ascensão de Bolsonaro e afirma que Lula se corrompeu ao se aliar a políticos como Geddel e Renan Calheiros.
Eu atribuo ao Lula, a contradição econômica do Lula, a contradição moral do Lula e do PT, o Bolsonaro. Eu não acho que o Bolsonaro desceu de Marte com essas contradições todas. O Bolsonaro foi uma, um protesto absolutamente reconhecido, respeitosamente por mim, contra a devastadora crise econômica que o Lula e o PT produziram e que ele apaga. Ele, ele faz números assim, esquece. Se você tomar, e eu vou fazer isso durante esse debate, a média de crescimento econômico do período do PT é medíocre, é igualzinha a do Fernando Henrique Cardoso. O desemprego que tá aí de 10, o Bolsonaro recebeu com 12, recebeu do PT. E a razão da minha, da minha distanciamento é que, infelizmente, o Lula se deixou corromper mesmo. Tá com Geddel Vieira Lima, tá com Renan Calheiros, tá com Eunício Oliveira. Pesquise quem são essas pessoas.
Eu atribuo ao Lula, a contradição econômica do Lula, a contradição moral do Lula e do PT, o Bolsonaro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio e firme · Sobrancelhas franzidas
VozIncisivo
95wpm1hedges⏸2disfluências1trocas verbais
1:12:54Patrícia Campos Melloneutro→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
A jornalista Patrícia Campos Mello cumprimenta a todos e direciona sua pergunta ao candidato Lula, com comentário de Ciro Gomes.
Boa noite a todos. Minha pergunta é para o ex-presidente da República, candidato Luís Inácio Lula da Silva, com o comentário do candidato Ciro Gomes.
Minha pergunta é para o ex-presidente da República, candidato Luís Inácio Lula da Silva
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutra profissional
VozClaro profissional
1:13:30Luiz Inácio Lula da Silvadefensivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Lula afirma que ainda conversará com Ciro e que ele terá que pedir desculpas por dizer inverdades a seu respeito.
Olha, eh, eh, mesmo assim, Ciro, nós ainda vamos conversar. E você vai pedir desculpa porque você sabe que você tá dizendo inverdades a meu respeito. Você sabe que você tá dizendo inverdades.
E você vai pedir desculpa porque você sabe que você tá dizendo inverdades a meu respeito.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio · Apertou labios
VozFirme
1:13:43Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Lula se defende, afirmando que foi preso para não ganhar as eleições, que foi absolvido em todos os processos e que, ao contrário de Ciro, não foi para Paris. Ele então lista feitos de seu governo na educação, como o piso do magistério e o Prouni.
Agora, o que é importante a gente levar em conta é que, quando o Ciro joga a responsabilidade da eleição do cidadão, sabe, nas minhas costas, eu queria dizer que eu não fui para Paris. Eu não saí do Brasil para não votar no Haddad. Eu não saí no Brasil para não votar, e se, e fui preso para não ganhar as eleições, porque sabiam que se eu tivesse liberdade, eu ganhava as eleições. E você sabe que eu fui absolvido em todos os 26 processos. Você sabe que eu fui absolvido em todos os processos, fui absolvido na ONU, fui absolvido na primeira, na segunda instância e duas vezes na Suprema Corte. Agora é o seguinte, eu sou o único inocente que pago o preço de ser inocente, ou seja, eu sou culpado porque sou inocente. Eu continuo dizendo para vocês o seguinte, nós vamos trabalhar para voltar a governar esse país, para fazer a economia crescer, para investir na educação. As pessoas se esquecem que quem criou o piso escolar fui eu, e muitos governadores não queriam sequer pagar o piso escolar. As pessoas se esquecem que nós espalhamos universidade por esse país afora. E vou dizer uma coisa para você, o Prouni foi a maior revolução educacional que a gente fez nesse país. Milhões
1:14:30Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca elite brasileira
Resumo
Lula defende seu legado na educação, citando a criação do piso escolar e do PROUNI, e critica a elite brasileira por historicamente negligenciar a educação.
Eu continuo dizendo para vocês o seguinte: nós vamos trabalhar para voltar a governar esse país, para fazer a economia crescer, para investir na educação. As pessoas se esquecem que quem criou o piso escolar fui eu. E muitos governadores não queriam sequer pagar o piso escolar. As pessoas se esquecem que nós espalhamos universidade por esse país afora. E vou dizer uma coisa para você, o PROUNI foi a maior revolução educacional que a gente fez nesse país. Milhões de meninos da periferia, meninos negros e negras, que estudavam em escola pública, tiveram a oportunidade de primeira vez fazer uma universidade que era privilégio de rico, era privilégio da classe média alta. Aliás, Ciro, você sabe perfeitamente bem que esse país é tão contra a educação que o Peru teve a sua primeira universidade em 1554 e a nossa primeira foi em 1920. Ou seja, a elite brasileira nunca se preocupou em educar. Precisou um metalúrgico sem diploma cuidar disso.
“O PROUNI foi a maior revolução educacional do governo Lula.”
Avaliação automatizada
Enganoso62%confiança
As fontes confirmam que o ProUni foi uma iniciativa educacional relevante do governo Lula, criado em 2005 para garantir acesso de estudantes de baixa renda a faculdades privadas (https://www.institutolula.org/legado/brasil-da-mudanca/avancos-sociais/educacao). No entanto, as mesmas fontes citam outras políticas de igual ou maior impacto, como o Reuni e a reformulação do Fies (https://www.brasil247.com/historia/dia-da-educacao-no-brasil-reflete-compromisso-global-e-avancos-historicos-no-acesso-ao-ensino), e nenhuma fonte qualifica o ProUni especificamente como 'a maior revolução educacional' do governo, tornando essa superlativização não sustentada pelos dados disponíveis.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Lula criou o piso salarial do magistério.”
Avaliação automatizada
Verdadeiro92%confiança
As fontes confirmam que o presidente Lula sancionou a Lei nº 11.738/2008, que estabeleceu pela primeira vez na história do Brasil o piso salarial nacional para professores da educação básica, conforme relatado tanto pela TV Câmara (https://www.camara.leg.br/tv/190655-presidente-lula-sanciona-a-lei-que-cria-piso-nacional-para-os-professores/) quanto pelo PT (https://pt.org.br/piso-nacional-do-magisterio-e-conquista-de-lula-e-haddad/). A criação ocorreu durante o segundo mandato de Lula, em 2008, com participação do então ministro Fernando Haddad.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
1:14:31Thaís Oyamaneutro→ ataca Simone Tebet
Resumo
A jornalista direciona sua pergunta para Simone Tebet, com comentário de Soraya Thronicke.
A minha pergunta é para a candidata Simone Tebet, com um comentário da candidata Soraya Tronique.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozClaro direto
1:14:31Thaís Oyamaassertivo→ ataca Simone Tebet
Resumo
A jornalista questiona Simone Tebet sobre sua concordância ou discordância com a crítica de Soraya Thronicke ao que chama de "vitimismo feminino".
Candidata, a senhora tem enfatizado na sua campanha o fato de ser mulher. Seu slogan é: mulher vota em mulher. E a senhora também já disse que gostaria de ser vista como uma feminista. Já a candidata Soraya Tronique, ela afirma ter restrições ao que considera ser por vezes um comportamento vitimista da parte de algumas mulheres. Ela já disse, por exemplo, que diante de uma acusação de estupro, não é porque a acusadora é mulher que tem razão. Então a minha pergunta é: em que medida a senhora concorda ou discorda da candidata Soraya Tronique nessa crítica em relação ao suposto vitimismo feminino?
em que medida a senhora concorda ou discorda da candidata Soraya Tronique nessa crítica em relação ao suposto vitimismo feminino?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria inquisitiva
VozArticulado formal
Lê a pergunta de um papel.
1:14:32Simone Tebetassertivo
Resumo
Tebet agradece a pergunta, afirma que o tema é recorrente e define feminismo como a defesa dos direitos das mulheres.
E não tem lado, não é a esquerda ou a direita que vai ter dizer e vai capitanear essa pauta. Ser feminista é defender o direito das mulheres. E eu quero fazer aqui um elogio, inclusive, à candidata Soraya, porque nesse sentido, ela concorda comigo. Sabe o que que é ser feminista no Brasil hoje? É olhar para essas mulheres que estão nas barracas de lona, em praças públicas, alimentando no seio uma criança e ela mesmo com fome, porque eu teve que dar o pouco do resto de comida que tinha para seu filho mais velho. Sabe o que é ser feminista? É defender, como eu e Soraya defendemos, a igualdade salarial entre homens e mulheres. Aprovamos no Senado. E se eu for eleita presidente da República, eu tiro da gaveta da Câmara dos Deputados, porque tá lá parado. Não é possível, num Brasil majoritariamente feminino, que somos maioria no colégio eleitoral, na mesma função, com a mesma atividade, com a mesma profissão, com a mesma competência, ganharmos até 20% menos. Se formos negras, então, chegamos a receber 50% menos. Temos as nossas diferenças, eu não concordo, sendo bem objetiva, com essa colocação da senadora Soraya, mas tenho que dizer que a bancada feminina no Senado Federal é atuante. Nós precisamos de uma mulher para arrumar a casa, nós precisamos de uma mulher para pacificar o país, para unir o país, para dar credibilidade, para fazer com que esse ódio que hoje divide e que começou lá atrás no governo do PT, do nós contra eles, definitivamente chegue ao fim. Porque hoje está dividindo as famílias, ninguém fala de política na mesa do domingo porque não quer mais, eh, criar, criar confusão, sendo que a política é a essência da vivência da democracia. Então, nesses, nesse sentido, eu quero ampliar esse debate. Ser feminista é respeitar as mulheres que pensam diferente. Soraya pensa diferente de mim em alguns pontos, mas defende os direitos das mulheres como eu.
Ser feminista é defender o direito das mulheres.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria ponderada · Apontar dedo
VozCalmo firme
1:14:34Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Soraya, como advogada, defende a análise caso a caso, afirmando que mulheres podem mentir, e se posiciona a favor da paridade, citando a escolha de um vice homem.
Eh, aí sim, eu, como advogada, eu entendo que a gente tem que analisar o fato por fato e que sim, por que que uma mulher não pode mentir? Mas eu quero dizer para vocês o seguinte, eh, eu sou pela paridade, Thaís, paridade. Tanto foi que eu escolhi para ser meu vice um homem. O que eu quero é nada mais do, não quero mais do que nós mulheres merecemos, mas queremos o nosso lugar, no nosso espaço de poder que nós merecemos e que nós temos a capacidade. E aí, eu quero me solidarizar com a Vera, eu acho que o meu tempo vai acabar, eu gostaria de
Soraya Thronicke pede que a jornalista repita a citação atribuída a ela, pois se diz surpresa e acredita não ter entendido corretamente.
Thaís, boa noite. Primeiro lugar, eu gostaria que você até mesmo repetisse, porque eu tô surpresa, eu acredito que eu não tenha entendido a a afirmativa que colocaram na minha boca, mas vamos lá, vamos ouvir novamente.
eu acredito que eu não tenha entendido a a afirmativa que colocaram na minha boca
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSurpresa desconfiada · Franzir a testa · Olhos arregalados
A jornalista reafirma a citação de Soraya Thronicke, contextualizando que foi dita no programa Pânico e que parecia ser uma generalização.
A senhora disse em entrevista ao programa Pânico da Jovem Pan, que não é porque a acusadora é mulher que tem razão. Evidentemente que a senhora estava generalizando, não é?
Soraya se mostra aliviada ao entender o contexto da citação, esclarecendo que não se referia a um caso de estupro em geral, mas ao caso Neymar, e pede seu tempo de volta.
Ah, tá, eu assustei porque você tá falando que para mim que era um de um caso de estupro e que a mulher não tinha razão, pelo amor de Deus, jamais. Foi no caso do Neymar, senadora. Ah, tá. Porque eu acho, eu gostaria que devolvessem o meu tempo, porque eu quis entender que caso que é.
pelo amor de Deus, jamais.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAlivio esclarecimento · Gesto com a mao
VozSurpreso depois firme
Interage com a jornalista para esclarecer o contexto.
1:14:34Rodolfo Schneiderneutro
Tá.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
1:14:35Rodolfo Schneiderneutro
Resumo
O mediador informa que o tempo da candidata foi pausado.
Candidata Soraya, o seu tempo foi paralisado no tempo em que a
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
Interrompe a candidata para dar um aviso técnico.
1:15:31Rodolfo Schneiderneutro
Resumo
O mediador anuncia que a jornalista Thaís Oyama, do UOL, fará a próxima pergunta.
Quem escolhe os candidatos para responder e comentar e faz a pergunta agora, pelo UOL, é a jornalista Thaís Oyama.
A candidata defende a paridade de gênero, justificando a escolha de um vice homem, e tenta expressar solidariedade à jornalista Vera Magalhães.
pela paridade, Thaís. Paridade. Tanto foi que eu escolhi para ser meu vice um homem. O que eu quero é nada mais do, não quero mais do que nós mulheres merecemos, mas queremos o nosso lugar, no nosso espaço de poder, que nós merecemos e que nós temos a capacidade. E aí, eu quero me solidarizar com a Vera. Eu acho que o meu tempo vai acabar e eu gostaria
queremos o nosso lugar, no nosso espaço de poder, que nós merecemos e que nós temos a capacidade.
O mediador informa à candidata Soraya Thronicke que ela já utilizou seu tempo de comentário, que havia sido pausado.
Candidata, a senhora, o seu tempo foi paralisado no tempo em que a jornalista fez o comentário. Então a senhora tinha um minuto para o seu comentário. Já usou.
o seu tempo foi paralisado no tempo em que a jornalista fez o comentário.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
Interrompe a candidata para esclarecer a regra do tempo.
Simone Tebet detalha a gravidade da violência contra mulheres e crianças no Brasil, critica o presidente por desrespeitar mulheres e o acusa de usar fake news e intimidação contra ela, citando episódios na CPI da Covid.
Eu fui a primeira mulher presidente da comissão de combate à violência contra a mulher no Senado. Ali eu vi coisas inimagináveis. Já tinha visto ali no caso concreto como prefeita, mas ali eu tive uma constatação muito triste que esse registro eu preciso deixar ao Brasil, para entender o que significa violência contra a mulher. Uma em cada três mulheres no Brasil sofreu, sofre ou sofrerá algum tipo de violência dentro ou fora de casa. A maior parte acontece dentro de casas, por armas de fogo ou por um companheiro que jurou proteger. Mas o que é mais grave que todos precisam saber, é que a maior violência não acontece com a mulher dentro de casa, ela acontece com a criança de 0 a 14 anos. 60% da violência acontece, eu tô falando de pedofilia, eu tô falando de estupro, eu tô falando de abuso sexual. É disso que nós estamos falando e contra isso é tolerância zero. Nós temos que colocar na cadeia quem agride a mulher brasileira, quem agride uma criança, quem agride um adolescente. Nós temos que dar exemplo. Exemplo que, lamentavelmente, o presidente não dá quando desrespeita as mulheres, quando fala das jornalistas, quando agride, ataca e conta mentiras, como acabou de fazer. Eu quero dizer que eu não tenho medo. Eu quero dizer que fake news e robôs do seu governo não me amedrontam. Eu fiz aquele posicionamento que foi cortado e editado para virar fake news, porque eu estava justificando uma decisão do seu presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco. Foi a decisão dele que impediu a investigação de governadores. Eu fui fazer uma justificativa da decisão dele. Então eu quero dizer para para o presidente da República, nem é para o candidato, que fabrica fake news e que fala em inverdades, eu não tenho medo de você e nem dos seus ministros. Recebi violência política na CPI. Fui chamada de descontrolada, um outro de dedo me ameaçando porque queria me impedir de falar e de participar da CPI da vida. E pior que isso, um ministro seu tentou me intimidar entrando no Supremo Tribunal Federal porque eu denunciei o esquema de corrupção da vacina que Vossa Excelência não quis comprar.
eu não tenho medo de você e nem dos seus ministros.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao contida · Franzir a testa · Apertou labios
VozFirme e acusatorio
106wpm1hedges⏸2disfluências1eu→nós1trocas verbais
Gesticula enfaticamente com os dedos para pontuar suas acusações.
1:22:13Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora agradece e anuncia a próxima pergunta, da jornalista Mônica Bergamo.
Obrigada. A próxima pergunta é da Folha de São Paulo, com a jornalista Mônica Bérgamo.
A jornalista Mônica Bergamo cumprimenta e direciona sua pergunta sobre religião para a senadora Soraya Thronicke.
A separação entre igreja e estado, ela foi consagrada no Brasil na Constituição de 1891, faz mais de um século. Eh, o estado laico, que é o estado que não tem religião, não tem uma única religião, ele, eh, garante a liberdade para todas as religiões. Só o estado laico garante a liberdade para todas as religiões. Eh, evangélicos brasileiros, umbandistas brasileiros, muçulmanos brasileiros, católicos, judeus, eh, kardecistas e os ateus, todos têm direito à sua fé e a sua convicção. O Código Penal, eh, ele diz que é crime, né, quando você escarnece de alguma religião, quando você escarnece de alguém por motivos religiosos, né, dizer que é coisa de demônio, etc. Eu queria saber como a senhora, se eleita presidente, vai lidar com essa questão, vai garantir esse preceito, eh, fundamental da nossa Constituição?
Soraya Thronicke afirma que garantirá a liberdade religiosa, critica a polarização e o ódio, e, indignada com o tratamento dado à jornalista Vera, declara que não aceita o comportamento agressivo de homens contra mulheres.
Lógico, Mônica, lógico, é óbvio. Todos têm direito a adorar o Deus que bem entenderem. Eu sou cristã e vim aqui, num, eh, trabalhar, eh, para a paz. Estou trabalhando nessa campanha para disseminar a paz e a união entre as pessoas, pedir para as pessoas acabarem com essa polarização e de disseminar o ódio entre os brasileiros, um povo amável, um povo afável, que infelizmente estão nos separando. E mais, Mônica, eu quero aqui aproveitar, eu sou muito tranquila, vim na paz, bandeira branca, só que, quando eu vejo o que aconteceu agora com a, com a Vera, com a Vera, eu realmente fico extremamente chateada. Quando homens são tchutchuca com outros homens, mas vêm para cima da gente sendo tigrão, eu fico extremamente incomodada. Aí eu fico brava sim, e digo mais para você, lá no meu estado tem mulher que vira onça, e eu sou uma delas. Eu não aceito esse tipo de comportamento e de xingamento, e acima de tudo, disseminar ódio entre os brasileiros e nos dividir.
Quando homens são tchutchuca com outros homens, mas vêm para cima da gente sendo tigrão, eu fico extremamente incomodada.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao · Apertou labios · Franzir a testa
VozFirme e irritado
Usa a expressão 'tchutchuca' e 'tigrão' para criticar o comportamento de Bolsonaro.
A candidata critica o comportamento agressivo de certos homens na política, afirmando que não aceita desrespeito e a disseminação de ódio, e condena o uso da religião para fins políticos.
são tchutchuca como outros homens, mas vem para cima da gente sendo tigrão, eu fico extremamente incomodada. Aí eu fico brava sim. E digo mais para você. Lá no meu estado tem mulher que vira onça, e eu sou uma delas. Eu não aceito esse tipo de comportamento e de xingamento. E acima de tudo, de disseminar ódio entre os brasileiros e nos dividir. Nós dizíamos sempre, lá atrás, que o PT nos separava, separava para para conseguir manipular e manobrar todo mundo. Este governo está fazendo a mesma coisa. A mesma coisa. Age da mesma forma. Se você é de direita ou de esquerda, de centro, não me importa. Eu tenho que te respeitar, acima de qualquer coisa. Então, liberdade religiosa para todos nós e temos sim que não permitir que as pessoas fiquem utilizando na política o nome de Deus em vão. É vergonhoso. Já tem aí evangélicos, já tem muitos católicos chateadíssimos e tem candidato perdendo eleitor por causa dessa falta de respeito com a religião.
Lá no meu estado tem mulher que vira onça, e eu sou uma delas.
Usa metáforas como 'tchutchuca', 'tigrão' e 'onça' para descrever comportamentos.
1:24:58Soraya Thronickeagressivo
Nós dizíamos sempre, lá atrás,
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao
VozFirme
1:26:06Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
O candidato defende que a religião é uma questão de foro íntimo e deve ser mantida separada da política, ressaltando que o Brasil é uma democracia, não uma teocracia.
E sabe qual que é o dízimo que a gente mais está usando hoje? Chama-se fundão eleitoral. Sabe o que é o fundão eleitoral? Todos aqui, ó, 5 bilhões de reais, tira do seu bolso para ficar gastando dinheiro em campanha política, dinheiro que devia ter ido para saúde, para ter pelo menos 900.000 crianças, jovens em escola em tempo integral. Daria para usar esse dinheiro e ter 3 milhões de cirurgia no SUS. E a gente fica usando esse dinheiro de forma perversa para financiar campanha política. Esse é uma das únicas coisas que mostram o mau exemplo do uso do dinheiro público. O dinheiro público brasileiro vem sendo usado mal porque a gente tem mania de escolher o menos pior. Tem que acabar com isso, tem que respeitar o dinheiro público, tem que respeitar o bolso daquele que trabalha.
é preciso manter a religião longe da política. Isso aqui não é uma teocracia, isso aqui é democracia.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio focado · Apertou labios
VozCalmo e didatico
Usa a palavra 'dízimo' de forma irônica para se referir ao fundo eleitoral.
A candidata critica o que chama de mentiras sobre a vacina e o auxílio emergencial, afirmando que o Congresso, e não o governo, aumentou o valor, e pede o fim da polarização e da corrupção.
Bom, não posso deixar aqui de colocar também que eu já estou vacinada contra a mentira e não virei jacaré até hoje, graças a Deus, mas o povo brasileiro não está vacinado contra a mentira. Vamos lá. O governo federal propôs R$ 200 de auxílio emergencial. Quem subiu para R$ 600 e quem tá colocando R$ 600 nos bolsos, no bolso dos brasileiros, somos nós, senadores e deputados. Então não aguento mais mentira. Mentira em relação à corrupção. Aqui tá difícil entre presidentes, alguém ter a moral, a moral de olhar para a cara dos brasileiros e falar que não existe corrupção. Chega disso, chega de briga, chega de confusão, chega de usar o nome de Deus em vão e vamos mudar, vamos virar a página desse país. Eu não tenho tempo para brigar. Então não vou me misturar com briga e confusão. É lógico que eu fico brava porque eu sou gente como todo mundo que está me ouvindo. Não sou atriz e não estou aqui para disfarçar. Mas vocês podem ter certeza que do jeito que tá, eu vou começar a entregar e é muita coisa aqui. Reforcem a minha segurança, delegado.
Quem subiu para R$ 600 e quem tá colocando R$ 600 nos bolsos, no bolso dos brasileiros, somos nós, senadores e deputados.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDesafiadora e firme · Olhar direto e fixo · Gestos enfaticos
VozIndignado e alto
Faz referência irônica à fala de Bolsonaro sobre a vacina transformar pessoas em jacarés.Termina com um apelo por mais segurança, dirigindo-se a um 'delegado'.
1:28:08Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora informa que o candidato Jair Bolsonaro solicitou direito de resposta após a fala de Simone Tebet e que a comissão está analisando o pedido.
Só fazer um registro, ao final da fala da candidata Simone Tebet, o candidato Jair Bolsonaro fez um pedido de direito de resposta, tá registrado aqui, então, a comissão que avalia já está analisando o caso. Podemos seguir.
o candidato Jair Bolsonaro fez um pedido de direito de resposta
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
1:28:21Eduardo Oinegueneutro
Resumo
O mediador anuncia a próxima pergunta, a ser feita pela jornalista Thaís Freitas, da Rádio Bandeirantes.
Quem faz a pergunta agora pela Rádio Bandeirantes é a jornalista Thaís Freitas. Por favor, quem vai responder e comentar. Thaís.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
1:28:27Thays Freitasneutro→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
A jornalista direciona uma pergunta a Felipe d'Avila sobre a infraestrutura do país, focando no gargalo logístico para o escoamento da produção de grãos do agronegócio.
Boa noite a todos. A minha pergunta é para o candidato Luiz Felipe d'Avila, comentário da candidata Simone Tebet. É um assunto, candidato, que sempre está presente na programação da Rádio Bandeirantes em todo o Brasil, diz respeito à infraestrutura do país, especialmente em relação ao agronegócio. Hoje o Brasil é o segundo maior exportador de grãos do mundo e existe um gargalo para fazer com que esses grãos cheguem aos portos.
diz respeito à infraestrutura do país, especialmente em relação ao agronegócio.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria profissional
VozClaro e direto
1:28:57Thays Freitasneutro→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
Ela pergunta a Felipe d'Avila qual sua proposta para melhorar a logística de escoamento da safra agrícola, citando o projeto suspenso da Ferrogrão como exemplo do problema.
Havia um projeto, ele existe ainda, o projeto da Ferrogrão, que foi suspenso por uma liminar do Supremo Tribunal Federal e isso ainda não saiu do papel. Ligaria o Mato Grosso ao Pará, fazendo com que o escoamento da safra fosse mais rápido e mais barato. Pela magnitude da produção agrícola do Brasil, pelo tamanho da importância do país como produtor de grãos, eu pergunto ao senhor, ao senhor, caso o senhor seja eleito, qual é a sua proposta para fazer com que a esse deslocamento de uma produção de milhões de toneladas pelo país seja feito de uma forma melhor, mais econômica, mais inteligente do que é feito hoje.
qual é a sua proposta para fazer com que a esse deslocamento de uma produção de milhões de toneladas pelo país seja feito de uma forma melhor
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria inquisitiva
VozClaro e articulado
1:29:30Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Defende que o escoamento da produção agrícola no Brasil seja feito de forma mais econômica e inteligente do que o modelo atual.
locamento de uma produção de milhões de toneladas pelo país, seja feito de uma forma melhor, mais econômica, mais inteligente do que é feito hoje.
seja feito de uma forma melhor, mais econômica, mais inteligente do que é feito hoje.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConcentrada · Gestos com as maos para enfatizar
VozAssertivo
1:29:40Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
Concorda com a necessidade de melhorias e defende o investimento privado através de PPPs e concessões, condicionado à segurança contratual.
É verdade, Thaís. E nós precisamos de investimento privado. Daí parcerias público-privado, concessão. Nós precisamos de dinheiro privado. E dinheiro privado só vem se a gente acreditar em contrato,
nós precisamos de investimento privado.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério · Aceno de cabeca afirmativo
VozFirme
Chama a debatedora anterior, Soraya Thronicke, de 'Thaís' por engano.
1:29:40Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
Respondendo sobre infraestrutura, o candidato defende a necessidade de investimento privado através de parcerias público-privadas e concessões, ressaltando a importância da segurança jurídica e do respeito aos contratos.
É verdade, Thaís, e nós precisamos de investimento privado. Daí parcerias público-privado, concessão. Nós precisamos de dinheiro privado, e dinheiro privado só vem se a gente acreditar em contrato, ter segurança jurídica, honrar o que está no papel e não ficar encampando depois, como aconteceu com a Linha Amarela no Rio de Janeiro, uma vergonha total. Então nós precisamos
nós precisamos de investimento privado. Daí parcerias público-privado, concessão.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio e convicto · Acenando com a cabeca
VozFirme e propositivo
1:29:51Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Prefeitura do Rio de Janeiro
Resumo
Critica a quebra de contratos pelo poder público, citando o caso da Linha Amarela no Rio de Janeiro como um mau exemplo que afasta investimentos.
ter segurança jurídica, honrar o que está no papel e não ficar encampando depois, como aconteceu com a linha amarela no Rio de Janeiro, uma vergonha total.
honrar o que está no papel e não ficar encampando depois
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado · Gesto de desprezo com a mao
VozCrítico
1:29:59Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
Elogia a nova lei das ferrovias como um passo para atrair investimentos e aponta o saneamento básico como outra área crucial para investimento privado.
Então, nós precisamos dessa confiança. O Congresso aprovou um projeto importante, a novo PL das ferrovias. Isso vai permitir, sim, que haja mais investimento em ferrovia, que é algo fundamental para o Brasil. Mas tem outras áreas essenciais, saneamento básico.
O Congresso aprovou um projeto importante, a novo PL das ferrovias.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério
VozExpositivo
1:30:08Eduardo Oinegueneutro
Obrigada.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
1:30:14Felipe d'Avilasarcástico→ ataca Opositores da privatização
Resumo
Expressa incredulidade com a oposição à privatização, especialmente na área de saneamento.
Eu não sei como as pessoas é contra a privatização. Veja só vocês.
Eu não sei como as pessoas é contra a privatização.
Critica a ineficiência das estatais de saneamento, que deixam 100 milhões de brasileiros sem esgoto tratado, e celebra a aprovação do marco do saneamento.
hoje o que acontece? Quem controla o saneamento básico? A maioria estatal, empresas ineficientes. 100 milhões de brasileiros não têm acesso a esgoto tratado. Finalmente agora se aprovou o marco do saneamento.
100 milhões de brasileiros não têm acesso a esgoto tratado.
“100 milhões de brasileiros não têm acesso a esgoto tratado.”
Numérico
Sujeitobrasileiros sem acesso a esgoto tratadoValor100 milhões
Verificar contra: IBGE Sidra
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro65%confiança
Fontes de 2022 e 2023 confirmam que cerca de 100 milhões de brasileiros não têm acesso à rede de esgoto (https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2022/03/estudo-aponta-que-falta-de-saneamento-prejudica-mais-de-130-milhoes-de-brasileiros; https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/03/20/saneamento-basico-100-milhoes-de-pessoas-nao-tem-rede-de-esgoto-e-falta-agua-potavel-para-35-milhoes.ghtml). Porém, dado mais recente de 2024 aponta 90 milhões sem coleta de esgoto (https://exame.com/brasil/um-cenario-que-nao-muda-no-brasil-90-milhoes-de-pessoas-nao-tem-acesso-a-coleta-de-esgoto/), sugerindo que o número pode estar desatualizado ou levemente superestimado dependendo da fonte e do período considerado.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
1:30:34Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Congresso Nacional
Resumo
Alerta para possíveis manobras no Congresso para favorecer estatais e minar o marco do saneamento, reforçando a importância do investimento privado para universalizar o serviço até 2033.
E ó, e fica de olho no congresso, hein, que pode vir encrenca pela frente. Apesar de ter aprovado lá o marco do saneamento básico, já começa a maracutaia para ajudar estatal. Assim, estatal agora não vai ter que participar de licitação, só iniciativa privada. Já tá começando, é bom ficar de olho naquilo lá. Muito importante para que nós tenhamos recursos privados. E aí já tem meta para acabar com essa excrescência que é deixar 100 milhões de brasileiros sem saneamento básico em 2033 com investimento privado.
já começa a maracutaia para ajudar estatal.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAlerta · Aponta o dedo indicador · Gestos amplos
VozAdvertido
1:32:03Simone Tebetconciliador
Resumo
Concorda com a necessidade de investimento privado para que o Brasil retome o crescimento econômico e a geração de empregos.
Sem dúvida nenhuma, nós precisamos de investimento privado para o Brasil voltar a crescer, gerar emprego e renda.
nós precisamos de investimento privado para o Brasil voltar a crescer
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozFirme
1:32:06Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
Argumenta que a solução para os gargalos de infraestrutura e o desperdício de alimentos, que causa a fome, é o investimento privado e a abertura da economia.
Nós precisamos escolher os melhores, aqueles que vão abrir a economia do Brasil, atrair o investimento privado, investir em concessão e parceria público-privada para resolver a questão da infraestrutura brasileira, que hoje é um dos maiores gargalos do custo Brasil, né, o desperdício de alimento. Sabe por que tem gente passando fome hoje? 55 milhões de toneladas de alimento é desperdiçado quando o alimento que sai da fazenda e chega até o supermercado. Se nós economizássemos 5 milhões de toneladas, 10% desse valor, acabaria com o problema da fome no Brasil.
Se nós economizássemos 5 milhões de toneladas, 10% desse valor, acabaria com o problema da fome no Brasil.
“55 milhões de toneladas de alimento são desperdiçadas entre a fazenda e o supermercado no Brasil.”
Numérico
Sujeitodesperdício de alimentos no BrasilValor55 milhões de toneladas
Verificar contra: Outro: EMBRAPA / FAO
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
A fonte do Pacto Contra a Fome (https://pactocontrafome.org/desperdicio-de-alimentos/) indica que 55,4 milhões de toneladas são desperdiçadas 'desde o campo até à mesa', ou seja, incluindo o consumidor final — não apenas entre a fazenda e o supermercado. A afirmação restringe o escopo à cadeia fazenda-supermercado, o que não é exatamente o que a fonte reporta. O número em si (55 milhões) é aproximadamente correto, mas o recorte geográfico/logístico da cadeia está impreciso.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Economizar 10% desse desperdício (5,5 milhões de toneladas) acabaria com o problema da fome no Brasil.”
Avaliação automatizada
Enganoso72%confiança
A afirmação de que 10% de 55 milhões de toneladas equivale a 5,5 milhões de toneladas está matematicamente correta, e a fonte https://pactocontrafome.org/desperdicio-de-alimentos/ confirma o total de 55 milhões de toneladas desperdiçadas. No entanto, a BBC (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2d57m050ro) indica que mesmo aumentar a eficiência em 10 pontos percentuais não seria suficiente para resolver o problema da fome no Brasil, sugerindo que a conclusão da afirmação é simplista ou enganosa. As fontes não sustentam a premissa de que essa economia 'acabaria com o problema da fome'.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
1:32:09Simone Tebetassertivo
Resumo
Afirma conhecer a realidade da infraestrutura do país por ser do Centro-Oeste, uma região produtora cortada por ferrovias.
Eu nasci numa cidade rasgada por ferrovias, sou do centro-oeste, do celeiro do Brasil e conheço bem essa realidade.
sou do centro-oeste, do celeiro do Brasil e conheço bem essa realidade.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria
VozCalmo
1:32:16Simone Tebetassertivo→ ataca Governo
Resumo
Critica a paralisação de projetos de infraestrutura e afirma que a construção de ferrovias no Brasil depende da iniciativa privada.
Nós temos projetos parados, e já não é de agora, para rasgar o Brasil de norte a sul, de leste a oeste com rodovias. Mas quem faz rodovia, rodovias, ferrovias no Brasil é a iniciativa privada.
quem faz ferrovias no Brasil é a iniciativa privada.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria · Auto correcao
VozEnfático
Comport.Auto-correção
1:32:28Simone Tebetassertivo
Resumo
Detalha o potencial de projetos de ferrovias parados, que poderiam injetar R$100 bilhões na economia, gerar 2,5 milhões de empregos e aumentar a competitividade do Brasil.
Só dos projetos que estão lá, 20 deles têm a capacidade nos próximos anos de injetar 100 bilhões de reais na economia brasileira. Nós podemos estar falando de algo em torno de 2 milhões e meio de empregos diretos e indiretos no Brasil. Rasgar o país de ferrovias significa trazer os grãos mais baratos, mais rápidos, de forma mais ecológica e fazendo com isso que nós possamos nos tornar mais competitivos ainda com o mercado internacional.
injetar 100 bilhões de reais na economia brasileira.
“Projetos de ferrovias parados têm capacidade de injetar R$100 bilhões na economia brasileira.”
Numérico
Sujeitoprojetos de ferrovias paralisados no BrasilValor100 R$ bi
Verificar contra: Outro: ANTT - Agência Nacional de Transportes Terrestres
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
As fontes confirmam que projetos ferroviários brasileiros estão associados a R$ 100 bilhões em investimentos previstos, mas se referem ao Plano Nacional de Ferrovias — um conjunto de novos projetos a serem licitados — e não especificamente a 'projetos parados'. Além disso, uma fonte mais recente menciona R$ 140 bilhões em leilões previstos para 2026 (https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202511/governo-do-brasil-preve-oito-leiloes-de-ferrovias-e-investimentos-de-r-140-bilhoes-em-2026), o que sugere que o valor de R$ 100 bi pode estar desatualizado ou parcialmente correto. A caracterização de 'projetos parados' não é corroborada diretamente pelas fontes disponíveis (https://abifer.org.br/plano-nacional-de-ferrovias-uma-injecao-de-animo-e-de-r-100-bi-no-modal-ferroviario/).
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Esses projetos podem gerar 2,5 milhões de empregos diretos e indiretos.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo10%confiança
Nenhuma das fontes fornecidas menciona a geração de 2,5 milhões de empregos diretos e indiretos associados a quaisquer projetos específicos. As fontes tratam de temas distintos: o plano da Petrobras (315 mil empregos), investimentos em papel e celulose (sem menção a empregos nesse número) e um armazém em Três Corações (180 empregos diretos). Não há base nas fontes para verificar ou refutar a afirmação.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Sem verificaçãoextraída pela IA · pendente revisão editorial
“Projetos de ferrovias podem gerar 2,5 milhões de empregos diretos e indiretos.”
Numérico
Sujeitoprojetos de ferrovias no BrasilValor2.5 milhões
Verificar contra: Outro: ANTT / Ministério da Infraestrutura
1:32:59Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
Elogia o agronegócio como o único setor competitivo globalmente e defende investimentos em infraestrutura para exportar produtos de maior valor agregado.
O agronegócio é um exemplo para o Brasil, é o único setor da economia que consegue competir na economia global. Portanto, infraestrutura para o agro é vital para continuarmos a exportar mais. E outra, para ajudar o agro, exportar não só commodity, mas valor, bens de maior valor agregado.
O agronegócio é um exemplo para o Brasil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério
VozFirme
1:33:18Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Critica duramente Lula por supostamente ter chamado o agronegócio de fascista, defendendo o setor como o motor da economia.
E é um absurdo, viu, Lula, chamar o agro de fascista. Isso é um absurdo. Esse é o motor da economia brasileira.
é um absurdo, viu, Lula, chamar o agro de fascista.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado · Balanca a cabeca negativamente
VozAgressivo
1:33:24Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
Exalta o agronegócio brasileiro como sustentável e um dos maiores produtores mundiais, afirmando que o mundo depende do Brasil para se alimentar.
Nós temos de ter orgulho do agronegócio brasileiro. Esse agro sustentável, que hoje é o maior produtor, um dos maiores produtores de soja, algodão do mundo. O mundo hoje depende do Brasil para ser alimentado.
O mundo hoje depende do Brasil para ser alimentado.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualOrgulhoso
VozEnfático
1:33:50Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Brasileiros
Resumo
Pede o fim do 'complexo de vira-lata' e defende que o Brasil deve se orgulhar e enaltecer seus sucessos, como o agronegócio.
O agro é o que fez a economia crescer, porque se você tirar o crescimento do PIB do agro, sabe quanto o Brasil teria crescido? Zero, zero. O mundo cresceu 32% de 2010 a 2020, e sabe quanto cresceu o Brasil? 2,5%. E se tirar o agro, cresceu zero.
Nós temos que parar com essa história, esse complexo de vira-lata
“O mundo cresceu 32% de 2010 a 2020, e o Brasil cresceu apenas 2,5%.”
Numérico
SujeitoPIB do BrasilValor2.5 %Período2010-2020
Verificar contra: IBGE Contas Nacionais
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
O artigo da FGV (portal.fgv.br) indica que o mundo cresceu em média quase 3,0% a.a. no período, o que acumulado de 2010 a 2020 seria aproximadamente 30-34%, compatível com a afirmação de 32%. Contudo, o crescimento do Brasil de 'apenas 2,5%' no período acumulado não é confirmado diretamente por nenhuma das fontes — o TCU (sites.tcu.gov.br) menciona desempenho fraco do PIB brasileiro desde 2010, mas sem citar esse percentual específico. A ausência de confirmação direta do número brasileiro exige revisão humana.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Se tirar o crescimento do PIB do agro, o Brasil cresceu zero no período.”
Avaliação automatizada
Falso85%confiança
As fontes contradizem a afirmação. Segundo o Portal CNA Brasil (https://www.cnabrasil.org.br/publicacoes/impulsionado-pelo-crescimento-de-11-7-da-agropecuaria-pib-brasileiro-fecha-2025-com-alta-de-2-3), sem o agro o PIB ainda teria crescido 1,5%, não zero. O O Globo (https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/31/mesmo-sem-o-agro-pib-teria-sido-positivo-impulsionado-por-bens-de-consumo-e-servicos.ghtml) reforça que, mesmo com crescimento zero do agro, o PIB avançaria próximo de 1%, sustentado pelo consumo das famílias e investimentos.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
1:34:07Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Estado brasileiro
Resumo
Conclui que o Estado, com burocracia e impostos, atrapalha quem produz, como o agronegócio, e entrega serviços de péssima qualidade, como a infraestrutura.
Portanto, nós temos de enfatizar o que é de valor no Brasil, que é o agro. E é por isso que a gente tem que tirar o estado das costas das pessoas que trabalham, que geram riqueza, que produzem. O estado brasileiro só inferniza a gente com burocracia e com imposto. Cada vez mais imposto sendo cobrado para prestar um serviço público de péssima qualidade, como é o caso da infraestrutura no Brasil, estradas esburacadas. É isso que é a ineficiência e a incompetência desses que governam o país.
a gente tem que tirar o estado das costas das pessoas que trabalham
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado
VozCrítico
1:34:30Felipe d'Avilaassertivo→ ataca governo
Resumo
Felipe d'Avila critica a ineficiência e incompetência do governo, citando estradas esburacadas, e pede que os eleitores parem de escolher o 'menos pior' para presidente.
cultura no Brasil, estradas esburacadas, é isso que é a ineficiência e a incompetência desses que governam o país. Chega de eleger o menos pior para a presidência da República.
Chega de eleger o menos pior para a presidência da República.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeriedade critica · Sobrancelhas franzidas
VozAssertivo enfatico
1:34:38Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Eleitores
Resumo
Faz um apelo para que os eleitores parem de votar no 'menos pior' para presidente.
Chega de eleger o menos pior para a presidência da República.
Chega de eleger o menos pior para a presidência da República.
O mediador Eduardo Oinegue informa que o pedido de direito de resposta do candidato Jair Bolsonaro foi recusado pela comissão.
A comissão avaliou o pedido de direito de resposta do candidato Jair Bolsonaro e foi recusado.
o pedido de direito de resposta do candidato Jair Bolsonaro e foi recusado.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal informativo
1:34:47Eduardo Oinegueneutro
Resumo
Eduardo Oinegue encerra o bloco do debate, agradecendo e mencionando os parceiros de mídia envolvidos na realização do evento.
Chegamos ao final deste bloco, no primeiro debate entre os candidatos à presidência, realizado aqui nos estúdios da Band em São Paulo, pelo grupo Bandeirantes, em parceria com a TV Cultura, a Folha de São Paulo e o portal UOL.
Chegamos ao final deste bloco, no primeiro debate entre os candidatos à presidência
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal apresentacao
1:34:47Eduardo Oinegueneutro
Resumo
Encerra o bloco do debate, agradecendo e listando os veículos de comunicação parceiros na realização do evento.
Chegamos ao final deste bloco no primeiro debate entre os candidatos à presidência, realizado aqui nos estúdios da Band em São Paulo, pelo grupo Bandeirantes, em parceria com a TV Cultura, a Folha de São Paulo e o portal UOL.
Chegamos ao final deste bloco
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
1:35:01Adriana Araújoneutro
Resumo
Adriana Araújo anuncia que o próximo bloco terá um novo confronto e que ela e Eduardo Oinegue serão substituídos pelos mediadores Leão Serva e Fabíola Cidral.
Depois do intervalo, mais um confronto direto entre os candidatos, só que agora eu e o Eduardo Oinegue nos despedimos, porque o próximo bloco será mediado pelos jornalistas Leão Serva da TV Cultura e Fabíola Cidral do UOL.
o próximo bloco será mediado pelos jornalistas Leão Serva da TV Cultura e Fabíola Cidral do UOL.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozAmigavel informativo
1:35:15Eduardo Oinegueneutro→ ataca eleitores
Resumo
Eduardo Oinegue faz uma breve chamada de encerramento para as eleições de 2022.
Olho no voto, eleições 2022.
Olho no voto, eleições 2022.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozFormal apresentacao
1:35:25Falante não identificadoassertivo
Resumo
A jornalista informa que estavam acompanhando as buscas no YouTube em tempo real na sala digital e destaca que a transmissão ao vivo bateu recorde de audiência.
Estávamos na sala digital acompanhando o termômetro das buscas no YouTube durante o debate, aqui pelo menos 120 pessoas entre os convidados dos candidatos e jornalistas, em tempo real, a gente mostrando os dados para vocês. Lembrando que a nossa live bateu recorde de usuários simultâneos no YouTube Brasil
nossa live bateu recorde de usuários simultâneos no YouTube Brasil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualEntusiasmo contido
VozInformativo animado
1:35:45Falante não identificadoneutro
Resumo
Cynthia Martins introduz a análise sobre o interesse dos eleitores, chamando Marco Túlio Pires do Google News Lab para apresentar os dados.
E a gente vê aqui o que mais despertou o interesse dos eleitores até aqui. Marco Túlio Pires, diretor do Google News Lab, mostra pra gente essa oscilação, né? Vamos lá.
o que mais despertou o interesse dos eleitores até aqui.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro focado
VozInformativo direto
1:35:53Falante não identificadoassertivo→ ataca Jair Bolsonaro, Soraya Thronicke, Simone Tebet
Resumo
Marco Túlio Pires explica que houve grande oscilação no interesse de busca pelos candidatos, destacando que Jair Bolsonaro lidera e que Soraya Thronicke e Simone Tebet cresceram após suas falas.
A gente quer ver aqui, na verdade, candidatos. A gente teve uma oscilação muito grande nesse último bloco, principalmente porque os candidatos começaram a falar muito uns com os outros e a gente teve uma alteração em relação ao início, né? Quando os candidatos estavam chegando aqui na emissora foi uma coisa e agora a gente vê que Jair Bolsonaro segue despertando o maior interesse e agora Soraya Thronicke e Simone Tebet, que falaram bastante nesse último bloco,
Jair Bolsonaro segue despertando o maior interesse e agora Soraya Thronicke e Simone Tebet, que falaram bastante nesse último bloco,
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro analitico
VozExplicativo
1:36:19Falante não identificadoassertivo
Resumo
Ela especifica que o recorde de audiência foi na categoria jornalismo, com mais de 1,5 milhão de espectadores simultâneos.
na categoria jornalismo, mais de 1 milhão e meio de pessoas conectadas ao mesmo tempo. É isso.
mais de 1 milhão e meio de pessoas conectadas ao mesmo tempo.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSatisfacao · Sorriso amplo
VozEntusiasmado
1:36:57Falante não identificadoassertivo
Resumo
Marco Túlio analisa os temas políticos mais buscados, destacando que 'corrupção' e 'Centrão' tiveram um grande salto no interesse do público durante o debate.
A gente passando aqui agora para política, dentro do assunto política, a gente teve uma variação muito grande de assuntos também, vendo que aí a corrupção, que foi também um dos temas mais trabalhados durante o bloco de debate, ela saiu de último lugar para primeiro, logo antes, depois, um salto muito grande depois que o que os candidatos começaram a chegar e permaneceu como assunto dentro do tema política, a corrupção, que despertou maior interesse aí nos usuários que estão usando o Google. E a gente teve outras variações também. Por exemplo, aqui o Centrão, ele saiu de último lugar também ali, logo depois que o debate começou, agora tá em segundo lugar, que foi também um dos temas que foi tratado aí durante o debate. A gente depois vê aí democracia, STF, o assunto fake news, que a gente já falou, imigração, Forças Armadas e também Operação Lava Jato.
a corrupção, que foi também um dos temas mais trabalhados durante o bloco de debate, ela saiu de último lugar para primeiro
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro analitico
VozExplicativo fluido
1:38:37Falante não identificadoneutro
Resumo
Cynthia Martins resume novamente a ascensão do tema 'corrupção' nas buscas do Google durante o debate, convidando o público a continuar assistindo.
Estamos aqui na sala digital, acompanhando o termômetro das buscas no Google durante o debate. Desde as 6:50 da tarde, o tema corrupção estava na última posição aqui na nossa tela, nessa lista no assunto política. E desde que o debate começou, passou aqui, então, para primeiro lugar na busca dos eleitores. Ainda tem muito debate pela frente, você pode ficar com a gente. Tchau, tchau.
o tema corrupção estava na última posição aqui na nossa tela, [...] e desde que o debate começou, passou aqui, então, para primeiro lugar
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro informativo
VozApresentacao clara
1:38:43Falante não identificadoneutro→ ataca eleitores
Resumo
Cynthia Martins reforça que os dados de busca mostrados são gerados em tempo real a partir das pesquisas do público e das falas dos candidatos.
Isso, lembrando que são tudo que você busca aí no seu celular, no seu desktop, vem aqui em tempo real, tudo que você digita, vai influenciar, os candidatos falam lá no estúdio, vem aqui pro dash que a gente construiu aqui pra Band. É isso, você vai buscando e a gente vem cá. Vamos lá.
tudo que você digita, vai influenciar, os candidatos falam lá no estúdio, vem aqui pro dash
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro focado
VozInformativo direto
1:39:44Falante não identificadoneutro→ ataca eleitores
Resumo
Lana Canepa convida os espectadores a acessarem os dados completos de busca do Google através de um QR code exibido na tela.
É isso. E para você acessar todas essas telas, esses dados, mais de 30 telas sobre as buscas no Google que a gente tá mostrando aqui ao vivo em tempo real, acesse o QR code que aparece aí na sua tela.
acesse o QR code que aparece aí na sua tela.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozAmigavel informativo
1:39:45Adriana Araújoneutro
Resumo
A apresentadora instrui o público a usar o QR code na tela para acessar os dados de busca do Google que estão sendo exibidos.
É isso. E para você acessar todas essas telas, esses dados, mais de 30 telas sobre as buscas no Google, que a gente tá mostrando aqui ao vivo em tempo real, acesse o QR code que aparece aí na sua tela.
acesse o QR code que aparece aí na sua tela
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso amigavel
VozInformativo entusiasmado
1:39:56Falante não identificadoneutro→ ataca Cynthia Martins
Resumo
Lana Canepa chama sua colega Cynthia para falar sobre o tema economia.
Vamos falar de economia, Cynthia?
Vamos falar de economia, Cynthia?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozTransicao
1:39:56Adriana Araújoneutro→ ataca Cynthia
Resumo
A apresentadora chama a colega para falar sobre o tema economia.
Vamos falar de economia, Cynthia?
Vamos falar de economia, Cynthia?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozTransicional
1:39:58Falante não identificadoassertivo
Resumo
A jornalista apresenta dados de busca do Google sobre economia, destacando que 'preços' é o termo mais procurado, seguido por dólar, emprego e outros.
Vamos sim, a gente mostra o assunto economia aqui, que dentro da economia, preços continua liderando nas buscas do que você faz aí na sua caixinha do Google, na sua casa. Na sequência, dólar, emprego, crédito, empréstimo, Petrobras, impostos, inflação. Preço ainda dominando, então, quando a gente fala de categoria em primeiro lugar, no momento que você tá buscando aí de casa, desde que a gente começou o monitoramento ali por volta de 6:55, ou melhor dizendo, dentro das últimas 4 horas, né, até o momento em tempo real, agora há pouquinho, 10:36, mais ou menos, a gente fazendo esse monitoramento em tempo real da busca que você faz aí. Então, dentro do assunto economia, preços ainda liderando nos assuntos mais buscados, mais comentados por você na internet. A gente continua aqui fazendo essa, essa busca, né, esse monitoramento de tudo que você comenta aí e busca na sua telinha, na caixinha do Google. Até já.
dentro do assunto economia, preços ainda liderando nos assuntos mais buscados
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualFocada explicativa
VozInformativo claro
Usa um telão para ilustrar os dados.
1:39:58Falante não identificadoneutro
Resumo
Cynthia Martins concorda e inicia a apresentação sobre o tema economia.
Vamos sim, a gente mostra o assunto economia.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozConcordancia
1:40:46Adriana Araújoneutro
Resumo
A apresentadora anuncia o início do último bloco do debate, ressaltando seu caráter histórico como o primeiro das eleições.
Fique agora com o último bloco do debate, que foi histórico, o primeiro dessas eleições.
Fique agora com o último bloco do debate
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozFormal anuncio
1:41:28Leão Servaneutro
Boa noite.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozCordial
1:41:30Fabíola Cidralneutro
Resumo
A mediadora saúda o público e reintroduz o debate, destacando ser o primeiro das eleições e mencionando os veículos de comunicação parceiros.
Boa noite. Boa noite. Voltamos ao vivo para todo o Brasil com este que é o primeiro debate das eleições 2022 entre os candidatos à presidência da República. O encontro promovido em parceria entre o grupo UOL, Bandeirantes, TV Cultura e Jornal Folha de São Paulo.
primeiro debate das eleições 2022 entre os candidatos à presidência da República
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso formal
VozFormal claro
1:41:46Leão Servaassertivo
Resumo
O mediador ressalta a importância histórica do debate para a democracia e informa sobre as plataformas de transmissão.
Um momento histórico para a democracia brasileira. É a primeira oportunidade que os eleitores têm para comparar num mesmo programa as propostas, as ideias e as reações dos candidatos. Lembro que o debate está sendo exibido na internet pelos canais digitais de todas as empresas do pool e também nas rádios Cultura Brasil e Cultura FM.
Um momento histórico para a democracia brasileira.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio formal
VozFormal pausado
1:42:07Fabíola Cidralneutro
Resumo
A mediadora anuncia o início de uma nova rodada de confronto direto e introduz a recapitulação das regras do debate.
E esse bloco abre com mais uma rodada de confronto direto entre os candidatos. Vamos então relembrar as regras que foram aprovadas por todos os partidos.
mais uma rodada de confronto direto entre os candidatos
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro formal
VozFormal anuncio
1:42:19Falante não identificadoneutro
Resumo
Um narrador explica as regras do bloco, detalhando os tempos de pergunta, resposta, réplica, tréplica, e as considerações finais.
Cada candidato escolhe quem vai responder e tem um minuto para a pergunta e um minuto para a réplica. A resposta e a tréplica terão o tempo acumulado de 4 minutos para ser administrado pelo candidato. Os candidatos só podem responder uma vez. Na sequência do bloco, mais uma rodada com perguntas sobre programas de governo para todos os candidatos. Serão três perguntas, cada uma respondida por dois dos candidatos. O tempo de resposta é de 1 minuto. Logo após essa rodada, os candidatos terão 2 minutos para as suas considerações finais em ordem invertida ao início do debate.
A resposta e a tréplica terão o tempo acumulado de 4 minutos
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNarrativo formal
Voz de locutor sobre animação gráfica.
1:42:58Leão Servaneutro
Resumo
O mediador inicia o segundo bloco de confronto direto e reforça a regra de que cada candidato só pode responder uma vez.
Vamos começar então esse segundo momento de confronto direto. Eu lembro que cada candidato só pode responder uma vez.
cada candidato só pode responder uma vez
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio focado
VozFormal direto
1:43:06Fabíola Cidralneutro→ ataca Simone Tebet
Resumo
A mediadora anuncia que, por sorteio, Simone Tebet iniciará a rodada de perguntas e a questiona sobre quem ela escolherá para responder.
E pelo sorteio prévio, quem começa essa rodada, indicando quem vai responder, é a candidata Simone Tebet. A quem a senhora pergunta, candidata?
quem começa essa rodada, indicando quem vai responder, é a candidata Simone Tebet
Tebet acusa Bolsonaro de um histórico de misoginia e violência contra mulheres, citando votos e declarações, e pergunta diretamente o motivo de sua 'raiva das mulheres'.
Ah, eu vou reformular a minha pergunta, até porque eu vi que ele fez um pedido de resposta e não foi atendido, eu gostaria de dar a oportunidade a ele. Então, vou reformular a minha pergunta. O candidato Bolsonaro, como deputado, defendeu um assassino de mulheres, de uma mulher no Senado. Defendeu um torturador de mulheres, assim mesmo, no plural. Votou contra os direitos das empregadas domésticas, votou contra o contrato de trabalho e os direitos trabalhistas das mulheres. Ameaça jornalistas, comete misoginia, agride as mulheres brasileiras. Eu mesma já fui vítima, repito aqui, de violência política de seus ministros. Eu quero de forma bem objetiva, não voltar, voltar na questão do robô, que não me intimida, dos recortes de fake news que são divulgados a todo momento, inclusive sobre a minha candidatura, mas a pergunta é bem objetiva. Candidato Bolsonaro, por que tanta raiva das mulheres?
Candidato Bolsonaro, por que tanta raiva das mulheres?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria firme acusatoria · Franzir testa
VozIncisivo acusatorio
A pergunta é uma série de acusações diretas sobre o histórico do adversário.
Bolsonaro nega as acusações de Tebet, afirmando que seu governo foi o que mais sancionou leis em defesa das mulheres e cita o trabalho da primeira-dama.
Me acusa sem prova nenhuma. Começa dizendo que eu defendi um estuprador. Qual? Qual estuprador? Porque essa forma barata de me acusar como se eu não gostasse de mulheres. Eu fui o governo que mais sancionou leis defendendo mulheres. Hoje é o dia do voluntariado. Eu quero cumprimentar a primeira dama pelo brilhante trabalho que ela faz nessa área. Nunca foi procurada por vossa excelência para tratar desse assunto. Duas mulheres foram na CPI da Covid. A senhora Nise Yamaguchi e a senhora Mayra, lá do Ceará. Foram maltratadas, foram
Eu fui o governo que mais sancionou leis defendendo mulheres.
Qualidade da resposta · Respondeu parcialmente
PerguntaPor que tanta raiva das mulheres
RespostaNegação das acusações e lista de políticas para mulheres
Bolsonaro negou as acusações e listou políticas para mulheres, mas não respondeu à questão central sobre o comportamento agressivo com jornalistas e senadoras.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIrritacao contida · Apertou labios · Olhar para baixo · Olhar para cima a direita
VozDefensivo irritado
Comport.Negação categórica inesperada · Mudança de assunto
Inicia a resposta negando as acusações e contra-atacando a forma da pergunta.
Ele acusa a senadora de se omitir quando duas mulheres foram maltratadas na CPI da Covid, da qual ela fazia parte.
E duas mulheres, quem tem algo contra a Nísia Magucci, meu Deus do céu? Quem tem algo contra a senhora Maira, lá do Ceará, duas médicas? O que a senhora fez? Vem com um discurso barato que eu ataco, que eu agrido as mulheres, não cola mais, não cola isso.
Onde estava vossa excelência, que era da comissão da Covid? Estava escondidinha.
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Whataboutism78% confiança
“O que a senhora fez? Vem com um discurso barato que eu ataco, que eu agrido as mulheres, não cola mais, não cola isso.”
Bolsonaro desvia das acusações de misoginia questionando o que Tebet fez na CPI quando mulheres foram maltratadas, em vez de responder às acusações específicas. (Desvia para apontar problema do oponente em vez de responder)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado · Franzir a testa · Apertou labios
Bolsonaro argumenta que mulheres devem responder por seus erros como qualquer pessoa e critica o que chama de 'vitimismo'.
Repito, sancionei mais de 60 leis em defesa das mulheres. E eu tenho certeza que uma grande parte das mulheres no Brasil me amam, porque eu defendo a família, eu sou contra a liberação das drogas, que tem muita gente aqui que é favorável à liberação das drogas. Essa pessoa não sabe o que é uma mãe que tem um filho em casa drogado.
Bolsonaro lista ações de seu governo que, segundo ele, beneficiam as mulheres, como a posse de armas para defesa, a entrega de títulos de reforma agrária e o Auxílio Brasil.
Eu defendo as mulheres. Quando eu defendo a arma no campo em especial, tá, é para dar chance para a mulher se defender. Eu dei mais de 300, mais de 370.000 títulos da reforma agrária no Brasil, seu estado foi muito beneficiado, e deixo claro, 90% desses títulos foram para mulheres. Dos 20 milhões de pessoas que recebem auxílio Brasil, em torno de 15 milhões são mulheres.
“O governo Bolsonaro deu mais de 370.000 títulos de reforma agrária, com 90% para mulheres.”
Numérico
Sujeitotítulos de reforma agrária emitidos pelo governo BolsonaroValor370000 títulos
Verificar contra: Outro: INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
O número de títulos é aproximadamente correto — fontes confirmam cerca de 362–370 mil documentos entregues pelo governo Bolsonaro (https://www.cnnbrasil.com.br/politica/fatos-primeiro-bolsonaro-acerta-sobre-numeros-de-titulacao-de-terras-mas-omite-dados-de-reforma-agraria/, https://www.cartacapital.com.br/sociedade/quase-90-dos-titulos-de-terras-concedidos-por-bolsonaro-sao-apenas-provisorios/). Contudo, quase 90% desses documentos são concessões provisórias (CCU), não títulos definitivos de reforma agrária, o que torna a caracterização como 'títulos de reforma agrária' enganosa segundo as fontes (https://www.cartacapital.com.br/sociedade/quase-90-dos-titulos-de-terras-concedidos-por-bolsonaro-sao-apenas-provisorios/). A afirmação de que 90% foram para mulheres não é confirmada nem refutada pelas fontes disponíveis, tornando esse dado inconclusivo.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Dos 20 milhões de pessoas que recebem Auxílio Brasil, em torno de 15 milhões são mulheres.”
Numérico
Sujeitobeneficiárias mulheres do Auxílio BrasilValor15 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: Outro: Ministério da Cidadania / Dataprev
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
Os dados do Auxílio Brasil (outubro de 2022) mostram que, de 21,13 milhões de lares beneficiários, 17,2 milhões eram chefiados por mulheres (81,5%), não 15 milhões como afirma a declaração (https://www.gov.br/cidadania/pt-br/noticias-e-conteudos/desenvolvimento-social/noticias-desenvolvimento-social/mulheres-sao-responsaveis-familiares-em-81-5-dos-lares-que-recebem-auxilio-brasil). O número total de 20 milhões de beneficiários é compatível com o período do Auxílio Brasil, mas a estimativa de '15 milhões de mulheres' está subestimada em relação ao dado oficial de 17,2 milhões. Vale notar que o programa foi renomeado para Bolsa Família em 2023, e dados mais recentes indicam proporções similares ou superiores de mulheres responsáveis.
Simone Tebet acusa o candidato de fabricar e divulgar notícias falsas.
Líder da bancada feminina, nós tínhamos um rodízio, podíamos início ficar uma única mulher. Assim que eu vi a doutora Nise sendo agredida, e ela, ela foi vítima de violência política, sim, não concordo com as ideias dela, mas ela foi vítima de violência política, liguei para a senadora Leila, que era aquela que estava no rodízio, ela foi lá e mesmo sendo da oposição do atual presidente, defendeu a doutora Nise, exigindo que ela fosse respeitada e pudesse ter voto.
o candidato fabrica fake news e divulga fake news.
Ele acusa a senadora de fazer 'joguinho de mimimi', a desafia a falar sobre liberdade de imprensa e a critica por não defender empresários investigados.
Para com essa mania, faz política, fala coisa séria, não fica aqui fazendo joguinho de mimimi, roubou. Olha, meu Deus do céu, qual é a tua posição sobre liberdade de imprensa? Não vi ninguém do seu lado falar, né, sobre essa, essa agressão contra os empresários que tiveram uma busca e apreensão na tua casa, porque estavam discutindo numa rede privada. Que negócio é esse? Qual a defesa que a senhora faz da liberdade de imprensa, da liberdade em toda a sua, em toda a sua, sua plenitude? Para de fazer discurso barato, prezada, eh, senadora.
Para de fazer discurso barato, prezada, eh, senadora.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIrritado · Franzir a testa · Apertou labios
VozAgressivo
1:48:22Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
Bolsonaro reafirma suas posições em defesa da família, contra o aborto e contra a liberação das drogas.
Defesa da família, contra o aborto, nós somos a favor da vida desde a sua concepção, contra a liberação das drogas.
Defesa da família, contra o aborto, nós somos a favor da vida desde a sua concepção, contra a liberação das drogas.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério · Piscar lento
VozCalmo
1:48:36Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
Ele continua listando suas pautas, incluindo a defesa da propriedade privada e o direito à legítima defesa, especialmente para as mulheres.
Nós defendemos a propriedade privada. Nós demos, demos através de decretos e portarias, o legítimo direito à defesa a todos, em especial às mulheres.
o legítimo direito à defesa a todos, em especial às mulheres.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério
VozCalmo e firme
1:48:49Jair Bolsonarodefensivo→ ataca Oposição política
Resumo
Bolsonaro se descreve como um presidente que une e não divide, e questiona se os ataques que sofre são por ter acabado com a 'harmonia da corrupção'.
É um governo que faz por todos. É um governo que não divide, que não fala grosso para tentar intimidar quem quer que seja, só porque é mulher. Nós somos um só país, uma só pátria, um só povo. Nós pregamos a união, o amor, a compreensão. Por que me atacar porque eu acabei com a harmonia da corrupção de muita gente por aí? É por isso? Por isso essa raiva de todos contra, contra Jair Bolsonaro?
Por que me atacar porque eu acabei com a harmonia da corrupção de muita gente por aí?
Auto-contradição— afirmações conflitantes no mesmo turno
70% confiança
Disse
“É um governo que não divide, que não fala grosso para tentar intimidar quem quer que seja, só porque é mulher.”
Mas também disse
“Por que me atacar porque eu acabei com a harmonia da corrupção de muita gente por aí?”
Bolsonaro afirma que seu governo não divide e não intimida, mas no mesmo segmento usa linguagem agressiva e acusa adversários de atacá-lo por interesses corruptos, contradizendo a postura conciliadora que afirma ter.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério e questionador
VozIndignado
1:49:31Soraya Thronickeassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
A candidata questiona seu oponente sobre os problemas da inflação e desemprego, que, segundo ela, são agravados pela alta carga tributária federal.
Candidato, o brasileiro sofre hoje com dois problemas econômicos muito graves, que são a inflação e o desemprego. E a cobrança excessiva de impostos federais agrava muito esses dois problemas, porque impede a criação de novos postos de trabalho e também rouba grande parte do poder de compra das famílias.
o brasileiro sofre hoje com dois problemas econômicos muito graves, que são a inflação e o desemprego
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria · Apertar lábios
VozFirme
lendo_anotações
1:49:53Soraya Thronickeagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
A candidata critica o oponente por ter governado por 14 anos e retornar agora sem propostas claras para reduzir a carga tributária e aumentar o poder de compra.
O senhor começou a governar 20 anos atrás, ficou no governo por 14 anos, e agora volta. Volta sem proposta. Não sei o que vai fazer para acabar com a carga tributária, melhorar o poder de compra das pessoas. Gostaria de ouvir do senhor, porque não consegui entender até agora no seu plano.
Ela critica o presidente por mentir, dividir e destilar ódio, e propõe um governo de amor e cuidado para mudar o Brasil.
Mas é isso, vamos parar de briga. Lugar de presidência é lugar de exemplo, de coisa séria. Não podemos ter um presidente que mente, que cria fake news, que divide as famílias, que destila ódio, que agride da forma, mesmo desrespeitosa, qualquer pessoa que de alguma forma lhe aponte a verdade. Mas vamos fazer diferente. O nosso governo será um governo de amor, de cuidados verdadeiros e só assim nós mudaremos o Brasil de verdade.
Não podemos ter um presidente que mente, que cria fake news, que divide as famílias, que destila ódio.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria e determinada
VozFirme e propositivo
1:50:16Luiz Inácio Lula da Silvadefensivo→ ataca Soraya Thronicke
Resumo
O candidato agradece a pergunta e sugere que a oponente não acompanhou os acontecimentos políticos e econômicos do país durante seu governo.
Ah, candidata Soraya, obrigado pela pergunta. Eu acho que Vossa Excelência não deve ter acompanhado o que aconteceu nesse país.
Vossa Excelência não deve ter acompanhado o que aconteceu nesse país.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério · Franzir testa
VozCalmo
1:50:27Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Soraya Thronicke
Resumo
O candidato relembra a situação econômica do Brasil em 2003, citando alta inflação, desemprego e dívidas pública e externa para contextualizar o início de seu governo.
Não sei se a senhora tem memória que quando eu tomei posse em 2003, o Brasil estava quebrado. Nós tínhamos uma inflação de 12%, desemprego de 12%. Nós tínhamos uma dívida pública de 60.4% e nós tínhamos uma dívida externa de 30%.
quando eu tomei posse em 2003, o Brasil estava quebrado.
“Quando Lula tomou posse em 2003, o Brasil tinha inflação de 12%, desemprego de 12%, dívida pública de 60,4% do PIB e dívida externa de 30%.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro65%confiança
A inflação de 12% é corroborada por múltiplas fontes (https://www.cnnbrasil.com.br/politica/fatos-primeiro-lula-acerta-ao-dizer-que-emprestou-dinheiro-ao-fmi-mas-exagera-no-valor/ e https://al1.com.br/colunistas/arnobio-cavalcanti/130962/a-trajetoria-da-economia-brasileira-nos-governos-lula-i-e-ii-2003-2010), mas o desemprego apontado nas fontes varia entre 12% (citado pelo próprio Lula) e 13,4% (https://al1.com.br). A dívida pública de 60,4% do PIB é aproximadamente compatível com os 60% mencionados em https://www.institutolula.org/legado/brasil-da-mudanca/economia/macroeconomia, porém a CNN Brasil aponta 65% de dívida pública interna, gerando divergência; já a dívida externa de 30% não é confirmada nem refutada por nenhuma das fontes disponíveis.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Sem verificaçãoextraída pela IA · pendente revisão editorial
“Quando Lula tomou posse em 2003, o Brasil tinha inflação de 12%.”
Numérico
Sujeitoinflação no BrasilValor12 %Período2002
Verificar contra: Banco Central SGS
Sem verificaçãoextraída pela IA · pendente revisão editorial
“Quando Lula tomou posse em 2003, o Brasil tinha dívida pública de 60,4% do PIB.”
Numérico
Sujeitodívida pública líquida do BrasilValor60.4 %Período2002
Verificar contra: Banco Central SGS
1:50:47Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
O candidato lista suas realizações, como a redução da dívida pública, controle da inflação, criação de 22 milhões de empregos e o aumento das reservas internacionais.
Esse que vos fala reduziu a dívida pública líquida para 39%. Esse reduziu a a a inflação que foi para dentro da meta, sabe, de 5, 5,5, 6, 4,5, porque era dois para mais e dois para menos. Esse que vos fala gerou 22 milhões de emprego nesse país e mais ainda, nós conseguimos começar uma reserva internacional que deu ao país uma estabilidade que jamais o país teve.
Esse que vos fala gerou 22 milhões de emprego nesse país
“O governo Lula reduziu a dívida pública líquida para 39%.”
Numérico
Sujeitodívida pública líquida do BrasilValor39 %Período2010
Verificar contra: Banco Central SGS
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
Uma fonte partidária (www.mariliacampos.com.br) indica que a dívida pública líquida recuou para 38% do PIB ao final do primeiro governo Lula (2003-2010), não exatamente 39%. O número citado na afirmação é próximo, mas ligeiramente diferente. As demais fontes não abordam diretamente esse percentual específico, tornando a verificação parcial.
O candidato afirma que retorna com o compromisso de superar seu desempenho anterior, pois, caso contrário, não valeria a pena voltar a governar.
País que tinha quebrado duas vezes em 1998. E obviamente que eu volto com um único compromisso, e possivelmente eu seja a única pessoa a dizer isso, que eu não posso voltar e fazer menos do que eu fiz, porque seria melhor não voltar então.
eu não posso voltar e fazer menos do que eu fiz, porque seria melhor não voltar então.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério · Olhar para cima
VozDeterminado
1:51:35Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
O candidato detalha seus objetivos caso eleito: gerar empregos, aumentar salários e aprovar uma reforma tributária, mencionando tentativas anteriores frustradas.
Eu quero voltar para ver se esse país volta a gerar emprego, para ver se esse país volta a aumentar salário, para ver se o salário mínimo volta a aumentar, para ver se a gente consegue fazer uma reforma tributária que eu mandei duas reformas tributárias para o Congresso Nacional e não passa.
para ver se a gente consegue fazer uma reforma tributária
0%
Promessa vaga· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualFocado
VozEnfático
1:52:21Soraya Thronickeagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
A candidata ataca o partido do oponente, chama a descrição de seu governo de propaganda e afirma que seus economistas estão ultrapassados.
O seu partido, um corrupto confesso. E esse mundo lindo que o senhor fala só existe na propaganda eleitoral do senhor. O Brasil precisa mudar e mudar de verdade para valer. Precisa do mundo digital, nós já estamos caminhando e os seus economistas são todos mofados.
os seus economistas são todos mofados.
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Apelo à autoridade72% confiança
“Não é milagre, tem contas, são 30 anos de estudo do professor Marcos Cintra e eu e eu eh desafio qualquer economista a discutir comigo o imposto único federal.”
Soraya apela à autoridade do professor Marcos Cintra (30 anos de estudo, Harvard) como substituto de uma explicação do mecanismo do imposto único, sem apresentar os dados que sustentam a proposta. (Cita autoridade fora do domínio em discussão)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIrritada · Franzir testa · Apertar lábios
VozAgressivo
bebe_água_no_início_da_fala
1:53:00Soraya Thronickeassertivo
Resumo
A candidata apresenta sua principal proposta econômica: o imposto único federal, que substituiria 11 tributos com uma alíquota de 1,26% para aumentar o poder de compra.
Além disso, isentar de imposto de renda e de INSS quem ganha até cinco salários mínimos. Tudo aquilo que é descontado do teu salário vai sobrar no seu bolso. Como nós vamos fazer isso? Não é milagre, tem contas, são 30 anos de estudo do professor Marcos Cintra e eu e eu eh desafio qualquer economista a discutir comigo o imposto único federal.
a solução do imposto único federal
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAssertiva · Gestos enfáticos com as mãos · Apontar o dedo
VozFirme
1:53:08Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
O candidato defende que é possível consertar o país, citando o crescimento econômico e a inclusão social de seu governo como prova, e o classifica como o mais importante da história nesse quesito.
Este país é possível ser consertado. Eu já provei uma vez. Eu tenho o prazer de quando eu deixei a presidência, a economia crescia 7,5%, o comércio varejista crescia 13%, e a gente estava vivendo uma situação em que o trabalhador mais pobre tinha recebido 80% de aumento, enquanto o rico recebeu apenas 20% de aumento. Não era tudo, não era, mas foi o mais importante governo de inclusão social da história desse país.
foi o mais importante governo de inclusão social da história desse país.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualOrgulhoso · Sorriso contido
VozConfiante
1:54:30Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Governo atual
Resumo
Lula promete restaurar direitos trabalhistas, criticando a precarização do trabalho e propondo a formalização de trabalhadores de aplicativos como pequenos empreendedores.
É assim que vai voltar a ser. O pobre deste país vai voltar a ser respeitado. Ele não vai ter emprego verde e amarelo, ele vai ter emprego efetivamente, sabe, com descanso semanal remunerado, com direito a férias. Porque esse país acabou a escravidão em 1888. Não é possível que o trabalhador hoje fique trabalhando como se fosse um entregador de comida, sentindo o cheiro da comida, sem poder comprar o que comer. É preciso que a gente legalize a vida desse cidadão, transformá-lo num pequeno empreendedor, é dar cidadania para ele. É fazer com que ele tenha direito quando a sua moto quebra, quando o seu carro quebra, quando a sua bicicleta quebra. E é isso que nós vamos fazer, porque é isso que nós sabemos fazer. E é isso que nós fizemos a vida inteira. Nada de escravidão no século XXI. É preciso voltar ao tempo da liberdade que eu aprendi desde o movimento sindical.
Nada de escravidão no século XXI.
0%
Promessa vaga· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDeterminado · Gestos enfaticos com as maos · Franzir a testa
VozFirme
1:55:26Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora chama Ciro Gomes para fazer a próxima pergunta.
Candidato Ciro Gomes, o senhor é o próximo a perguntar, a quem o senhor pergunta?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozProfissional
1:55:34Ciro Gomesagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ciro critica a política econômica do PT, que combinou expansão de crédito com juros altos, resultando em endividamento, e pergunta a opinião de d'Avila sobre sua proposta de refinanciamento de dívidas.
Meu caro professor, o, esse mundo mágico do, do PT, que o Lula corta a conclusão dele que deu no Jair Bolsonaro. Terminou com a expansão do crédito de 15 para algo ao redor de 52% no período do Lula e do PT. Porém, na mesma data, foram praticados os mais altos juros do planeta Terra, consistentemente, lá como hoje. E hoje, o Brasil tem 66 milhões e 600 mil jardineiros, motoristas, empregadas domésticas, 66 milhões e 600 mil pessoas humilhadas no SPC. Eu tenho uma proposta para refinanciar essa dívida de todos os brasileiros que estão humilhados no SPC e de 6 milhões de empresas que também caíram no conto do juro alto e que estão no Serasa. Qual é a sua opinião sobre essa proposta?
esse mundo mágico do, do PT, que o Lula corta a conclusão dele que deu no Jair Bolsonaro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualCritico · Apertou labios · Gesto com a mao direita
“O crédito no Brasil expandiu de 15% para cerca de 52% do PIB no período do governo Lula e do PT.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
Nenhuma das fontes fornecidas apresenta dados sobre a evolução do crédito como percentual do PIB (de 15% para 52%) durante os governos do PT/Lula. As fontes disponíveis tratam de expansão de crédito ao consumo em 2024 e do crescimento da dívida pública, sem mencionar os números específicos da afirmação.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“66 milhões e 600 mil brasileiros estão negativados no SPC.”
Numérico
Sujeitobrasileiros negativados no SPCValor66.6 milhõesPeríodo2022
Verificar contra: Outro: SPC Brasil / Serasa Experian
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
Os dados do CNDL/SPC Brasil confirmam que o número de brasileiros negativados esteve próximo de 66 milhões, mas a cifra exata de 66,96 milhões refere-se a janeiro de 2024 (https://cndl.org.br/varejosa/6696-milhoes-de-brasileiros-estao-negativados-aponta-cndl-spc-brasil/), não 66,6 milhões como afirmado. Dados mais recentes apontam valores superiores: 68,83 milhões em janeiro de 2025 e 71,37 milhões em julho de 2025 (https://site.cndl.org.br/inadimplencia-cresce-e-atinge-6883-milhoes-de-consumidores-em-janeiro-aponta-cndlspc-brasil/). O número citado está desatualizado e ligeiramente impreciso.
Ciro Gomes escolhe Felipe d'Avila para responder sua pergunta.
Ao professor D'Avila.
Ao professor D'Avila.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
1:56:29Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
D'Avila critica duramente o legado do PT, listando desemprego, recessão, corrupção e o enfraquecimento da democracia como resultados dos 14 anos do partido no poder.
Bom, Ciro, nós vivemos nesse país do realismo mágico, né? Se nós pegarmos, que nem um jogo de futebol, quando terminar lá os 45 minutos do segundo tempo, depois de 14 anos no poder, qual foi o Brasil que o PT deixou para nós? 13 milhões de desempregados, a maior recessão econômica da história, contas públicas estouradas, o maior escândalo de corrupção do mundo, o início do nós e eles, que começou a esgarçar a democracia brasileira. A democracia brasileira começa a ser fragilizada com a corrupção, a corrupção das instituições, a corrupção dos valores, a corrupção de honrar o contrato que não foi mais respeitado. E o que foi esse gigantismo do Estado? Destruiu empregos e deixou muita gente rica. Lembra? Oi, lembra EBX? Tudo usado com o seu dinheiro. Sabe qual foi o rombo só das estatais, se nós pegarmos aí 2011 a 2020? 160 bilhões de reais, dinheiro do nosso imposto, nós que trabalhamos, que a União teve que pagar para cobrir rombo de estatal. Esses cabides de emprego, esses lugares onde é o antro da corrupção do Brasil.
qual foi o Brasil que o PT deixou para nós? 13 milhões de desempregados, a maior recessão econômica da história
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Falso dilema80% confiança
“se o PT voltar ao poder, a chance do Brasil voltar a crescer de forma sustentável, abrir a economia, competir no comércio global, gerar renda e emprego, tirar o estado pesado das costas de todos nós que trabalhamos, produzimos, é zero, zero.”
D'Avila apresenta um falso dilema: ou o Brasil segue o modelo liberal do NOVO ou não crescerá, ignorando modelos mistos e outras alternativas econômicas viáveis. (Apresenta só duas opções quando há mais)
“O PT deixou 13 milhões de desempregados ao final de seu governo.”
Numérico
Sujeitodesempregados no BrasilValor13 milhõesPeríodo2016
Verificar contra: IBGE Sidra
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
As fontes indicam que o número de desempregados ao final do governo Dilma (PT) e início do governo Temer era de aproximadamente 13,7 milhões, não exatamente 13 milhões. A fonte do Diário do Poder menciona '13,7 milhões dos sem-emprego no início do governo Michel Temer' (https://diariodopoder.com.br/claudio-humberto-home/desemprego-provocado-pela-covid-rivaliza-com-pandemica-era-dilma), e o próprio PT reconhece cifras de 13,5 milhões em 2017 (https://pt.org.br/desemprego-fecha-em-13-com-dilma-taxa-foi-de-48/). O número citado na afirmação (13 milhões) é aproximado, mas subestima ligeiramente o valor documentado nas fontes.
Verificar contra: Outro: SEST - Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo20%confiança
Nenhuma das fontes fornecidas menciona o valor específico de R$160 bilhões como rombo acumulado das estatais entre 2011 e 2020. A fonte do Valor Econômico (https://valor.globo.com/opiniao/coluna/rombo-das-estatais-e-o-maior-em-um-quarto-de-seculo.ghtml) menciona déficits iniciados em 2012 e superávit no governo Bolsonaro, mas não apresenta um total acumulado para o período citado. As demais fontes tratam de períodos distintos e também não corroboram nem contradizem o valor alegado.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
1:57:56Felipe d'Avilaagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
D'Avila afirma que um eventual retorno do PT ao poder anularia as chances de o Brasil crescer de forma sustentável, pois o partido representa um modelo fracassado.
Portanto, essa é a forma fracassada. Não há a menor dúvida se o PT voltar ao poder, a chance do Brasil voltar a crescer de forma sustentável, abrir a economia, competir no comércio global, gerar renda e emprego, tirar o estado pesado das costas de todos nós que trabalhamos, produzimos, é zero, zero. Chega de autoengano.
se o PT voltar ao poder, a chance do Brasil voltar a crescer de forma sustentável (...) é zero, zero.
Ele defende que o brasileiro só quer liberdade para trabalhar e empreender com regras claras, criticando a incompetência da gestão pública e a criação de programas emergenciais.
Olha, só tem uma forma para o Brasil voltar a crescer. Primeiro, é abrir a economia. Nenhum país do mundo ficou rico fechando sua economia, criando reserva de mercado, tendo um monte de estatal, 500 estatais que o Brasil tem. Tem que privatizar, abrir a economia, fazer com que o investimento externo volte a ajudar o Brasil a crescer. Precisamos investir na educação, precisamos aproveitar essa enorme oportunidade do meio ambiente. Nós precisamos olhar para o mercado. Sabe o que acontece? O governo não chama quem gera riqueza, que é o setor privado, para conversar. O governo só cria problema para quem produz nesse país, gera riqueza, que é o setor privado.
Tá na hora do Estado servir o cidadão, ao invés de se servir do cidadão.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio enfatico
VozAssertivo elevado
Aumenta o tom de voz e a gesticulação no final.
1:59:30Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Governo
Resumo
Felipe d'Avila defende a privatização e a abertura da economia, criticando o estatismo e a falta de diálogo do governo com o setor privado como causas da estagnação econômica.
no Brasil. Tem que privatizar, abrir a economia, fazer com que o investimento externo volte a ajudar o Brasil a crescer. Precisamos investir na educação, precisamos aproveitar essa enorme oportunidade do meio ambiente. Nós precisamos olhar para o mercado. Sabe o que acontece? O governo não chama quem gera riqueza, que é o setor privado para conversar. O governo só cria problema para quem produz nesse país, gera riqueza, que é o setor privado. Portanto, gente, não se iluda, essas formas desse estatismo, que é uma doença nesse Brasil, jamais o Brasil vai voltar a crescer, a gerar renda e emprego de forma sustentável, jamais vai tirar a gente da pobreza, vai ter que ficar criando problema e programa emergencial a vida inteira para sustentar as pessoas. E sabe o que é que as pessoas querem? A dignidade do trabalho. Aí eu pergunto a você, a sua vida melhorou ou piorou nos últimos 10 anos?
O governo não chama quem gera riqueza, que é o setor privado para conversar.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio enfatico · Sobrancelhas franzidas · Movimento de cabeca afirmativo
VozAssertivo urgente
Usa gestos enfáticos com as mãos.
2:00:25Ciro Gomesassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ciro explica sua proposta de refinanciar dívidas das famílias através de um leilão com credores para reativar o consumo, que segundo ele, é o motor da economia.
A minha ideia é de que 60% do PIB brasileiro, quando cresce ou não cresce, depende do consumo das famílias. E o consumo das famílias vem de emprego e renda, que só aparecem depois que a economia volta a crescer, e faz 11 anos, oito de PT, três de Bolsonaro, que o país cresce perto de zero. Portanto, renegociar a dívida, refinanciar as dívidas é relativamente simples. Procure no cirotv.com.br, cirogomes, ciro.gomes, cirogomes.com.br os detalhes disso, mas é simples. Um grande leilão, todos os crediaristas, as contas que estão aí, os credores que derem o maior desconto, eu tenho conseguido no Ceará 90% de desconto, traz a dívida média sua de R$ 1.400. Refinanciar esses R$ 1.400 em muitas prestações, 36 vezes, com juro moderado, é simples e eu posso fazer.
renegociar a dívida, refinanciar as dívidas é relativamente simples.
50%
Bem definida· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante · Gestos explicativos
VozDidatico
2:00:27Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Eleitores
Resumo
O candidato afirma que a vida dos brasileiros piorou, critica a falta de crescimento econômico e pede que os eleitores parem de votar no 'menos pior', defendendo o setor privado.
Todo mundo que eu converso nesse Brasil me fala, a minha vida piorou muito. É lógico que piora, a economia não cresce. A dignidade do emprego não existe. Portanto, gente, para de votar no menos pior. Vamos olhar para o Brasil que dá certo, é o Brasil do setor privado. Deixa as pessoas trabalharem e gerarem riqueza, que esse Brasil vai ser uma potência mundial.
para de votar no menos pior.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio indignado · Apertou labios
VozIndignado
2:01:27Jair Bolsonaroneutro
Candidato, para quem pergunta?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozQuestionador
2:01:31Eduardo Oinegueneutro
A senadora Simone Tebet, Soraya Thronicke. O Ciro Gomes também.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
2:01:42Jair Bolsonaroassertivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Jair Bolsonaro lista programas de seu governo voltados para mulheres, como o 'Qualifica Mulher' e o microcrédito da Caixa, e pergunta a Ciro Gomes sua opinião sobre essas políticas e se ele as ampliaria.
Ô Ciro, defesa da mulher é uma obrigação nossa. Nós tivemos vários programas, né? Além das quase 70 leis aprovadas. Tivemos o programa Qualifica Mulher, que estimula ações que promovam autonomia econômica das mesmas. Programa Mães do Brasil para amparar mulheres no exercício de sua maternidade. Casa da Mulher Brasileira, também, é outra ação nossa. E nós temos também um grande programa de microcrédito na Caixa Econômica Federal. Esse último programa, né, que busca inserir a mulher no mercado de trabalho com esse microcrédito que ela pode fazer um empréstimo e abrir seu salão de beleza, por exemplo. Políticas como essa, o que que você acha? Você tem como ampliá-las?
defesa da mulher é uma obrigação nossa.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio concentrado · Apertou labios
VozExpositivo
Lê de um papel durante a maior parte da fala.
2:02:04Eduardo Oinegueneutro
O próximo a perguntar é o candidato Jair Bolsonaro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
2:02:09Jair Bolsonaroneutro
Quem tá sobrando aí?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualCurioso
VozInformal
2:02:27Ciro Gomesassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ciro Gomes critica a postura de Bolsonaro em relação às mulheres, afirmando que ele não demonstra o respeito e a profundidade necessários, e cita seu próprio relacionamento de respeito com a jornalista Vera Magalhães, apesar das críticas dela.
Presidente Bolsonaro, a grande questão da incompreensão e da crítica que muitos fazemos é que o senhor aparentemente não percebe ou não dá valor, ou não respeita, com a devida delicadeza, com a devida profundidade, que todos nós devemos, essa grave questão feminina. Nós assistimos todos aqui, a jornalista Vera Magalhães, quantas vezes já me criticou, quantas vezes já me me me trouxe algum dissabor, no seu jeito, no seu estilo de fazer, é a mim é uma amiga que eu respeito, que eu quero bem e respondo às vezes, assim, com certa dureza.
o senhor aparentemente não percebe ou não dá valor, ou não respeita, com a devida delicadeza, com a devida profundidade, que todos nós devemos, essa grave questão feminina.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio critico · Sobrancelhas levantadas
VozCalmo ponderado
2:02:57Jair Bolsonaroneutro→ ataca Ciro Gomes
Vou perguntar para o Ciro. Bater um papo sobre mulher aqui, Ciro. Tá?
Bater um papo sobre mulher aqui, Ciro.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro · Olhar para baixo
VozDecidido
Consulta anotações.
2:03:29Ciro Gomesagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ciro Gomes relembra a fala de Bolsonaro sobre ter tido uma filha após uma 'fraquejada', apontando que esse tipo de declaração faz com que as políticas do presidente para mulheres sejam desconsideradas.
A minha obsessão, a minha obsessão é entender que uma mãe, quando o filho pede um bocado de, um pedaço de pão seco para comer e não tem, ela parte, rasga o coração, isso é, só quem não, não compreende, é preciso ter um programa de renda mínima que erradique a miséria, porque o Brasil tem comida, diferente do fundão da África.
nasceu uma filhinha porque teve uma fraquejada.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualCritico reprovador · Balancar de cabeca negativo · Apertou labios
VozCritico
2:03:50Ciro Gomesassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ciro Gomes propõe uma lei contra a 'ganância' para quitar dívidas e critica o modelo econômico, afirmando que o governo do PT transferiu trilhões em juros para os bancos, em contraste com um valor muito menor para políticas sociais.
A lei que eu quero propor de, de combate à ganância, simplesmente faz com que a quitação da dívida das pessoas aconteça quando ela duplicar o gasto. Não é razoável essa escravidão eterna, que é o mesmo modelo econômico. O Lula se zanga, o presidente Lula se zanga às vezes, é uma crítica que não é pessoal. O governo do PT transferiu para os bancos 4 trilhões e 88 bilhões de reais de juro. Eu fui fazer a conta com o mesmo critério, transferiu com políticas importantes para o povo, 330 bilhões de reais para os pobres.
O governo do PT transferiu para os bancos 4 trilhões e 88 bilhões de reais de juro.
“O governo do PT transferiu para os bancos 4 trilhões e 88 bilhões de reais em juros.”
Numérico
Sujeitopagamento de juros da dívida pública no governo PTValor4088 R$ biPeríodo2003-2016
Verificar contra: Banco Central SGS
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
As fontes disponíveis registram a afirmação de Ciro Gomes de que 'R$ 4,88 trilhões' foram transferidos para bancos via juros durante os governos em que o PT esteve no poder, não 'R$ 4 trilhões e 88 bilhões' como consta na alegação — trata-se de R$ 4,88 trilhões (quatro trilhões e oitocentos e oitenta bilhões), o que é numericamente diferente do valor citado na afirmação (https://www.correiodopovo.com.br/notícias/política/ciro-diz-que-governo-lula-transferiu-mais-dinheiro-a-bancos-do-que-a-pobres-1.804401; https://noticias.r7.com/brasilia/ciro-diz-que-governo-lula-transferiu-mais-dinheiro-a-bancos-do-que-a-pobres-28062022/). Além disso, as fontes não verificam de forma independente a metodologia ou a veracidade do número citado por Ciro, e nenhuma fonte confirma ou refuta diretamente o valor exato mencionado na alegação.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O governo do PT transferiu 330 bilhões de reais em políticas para os pobres.”
Numérico
Sujeitopolíticas sociais do governo PTValor330 R$ biPeríodo2003-2016
Verificar contra: Outro: IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Inconclusivo30%confiança
As fontes fornecidas não mencionam diretamente a cifra de 330 bilhões de reais em transferências para os pobres. A fonte do PT (pt.org.br) cita R$ 168,3 bilhões transferidos pelo Bolsa Família em 2024, mas isso se refere apenas a um programa e a um ano específico, não ao total alegado. As demais fontes não abordam o valor em questão.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
2:04:30Ciro Gomesagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ciro Gomes afirma que colaborou com o governo Bolsonaro na pandemia, mas critica a incapacidade do governo de resolver a crise econômica herdada do PT e de mudar a governança política, aliando-se a Valdemar Costa Neto.
é razoável o Brasil viver como está vivendo. E nós precisamos desse conjunto de políticas para fazer. Portanto, eu aplaudo, colaboro, coopero todas as iniciativas do seu governo, sabe disso. Na pandemia, o deputado Mauro Benevides Filho desenhou junto comigo, pergunta ao Paulo Guedes, um projeto para botar 170 bilhões de reais de fundos setoriais que não tinham sido aplicados para financiar o socorro emergencial. Portanto, eu não sou daqueles críticos que esquece a realidade, nem os limites. Apenas o seu governo não conseguiu responder nem a questão econômica trágica que herdou, porque é verdade que o senhor herdou uma tragédia econômica do PT, e nem conseguiu mudar aquilo que foi promessa solene, a governança política do país. O senhor está filiado ao partido do Valdemar Costa Neto, a quem o Lula deu o DNIT para roubar no escândalo do Mensalão. O Brasil não aguenta mais isso.
O senhor está filiado ao partido do Valdemar Costa Neto, a quem o Lula deu o DNIT para roubar no escândalo do Mensalão.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio assertivo · Franzir testa
VozEnfatico
Gesticula com as mãos para enfatizar os pontos.
2:05:21Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Bolsonaro se desculpa por um comentário anterior sobre 'fraquejada' e imediatamente ataca Ciro Gomes, citando uma fala antiga de Ciro sobre sua ex-esposa.
Ô, Ciro, eu já muito falei da fraquejada, já me desculpei, peço desculpa novamente. Agora você... Não, mas você... Peraí, é minha vez de falar. Agora você falou que a missão mais importante da tua esposa era dormir contigo. Pelo amor de Deus, Ciro. Pelo amor de Deus, espero que você peça desculpas também aí, tá?
Agora você falou que a missão mais importante da tua esposa era dormir contigo.
Auto-contradição— afirmações conflitantes no mesmo turno
80% confiança
Disse
“Ô, Ciro, eu já muito falei da fraquejada, já me desculpei, peço desculpa novamente.”
Mas também disse
“Agora você falou que a missão mais importante da tua esposa era dormir contigo. Pelo amor de Deus, Ciro.”
Bolsonaro pede desculpas por uma fala machista própria e imediatamente usa uma fala machista de Ciro para atacá-lo, revelando que o pedido de desculpas é instrumental e não reflete mudança de postura.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio contrariado · Apertou labios
VozFirme agressivo
Comport.Mudança de assunto
Interrompe Ciro para iniciar sua fala.
2:05:39Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
Bolsonaro defende suas políticas para mulheres, destacando que o Auxílio Brasil e a titulação de terras priorizam o público feminino como resposta aos efeitos da pandemia.
Então, no tocante à questão de mulher, uma coisa muito importante, não deixa de ser o tal do auxílio Brasil. Porque com a política do fica em casa, a economia a gente vê depois, levou muita gente para raias da miséria em nosso país. E quando nós criamos o auxílio emergencial, nós procuramos atender primeiro a mulher. Em uma família, ela passou a receber o auxílio emergencial. E depois, o auxílio Brasil também. Tanto é verdade que 75% do auxílio Brasil vão para as mulheres. Como disse agora há pouco, a titulação de terras também, demos prioridade às mulheres e não aos homens.
Tanto é verdade que 75% do auxílio Brasil vão para as mulheres.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio defensivo
VozAssertivo
2:06:20Ciro Gomesagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ciro Gomes se desculpa por uma fala antiga, mas acusa Bolsonaro de falta de caráter, de corromper sua família e de ser insensível durante a pandemia da Covid-19.
20 anos atrás, eu cometi uma absoluta infelicidade de fazer uma gracinha com uma mulher extraordinária que foi minha, minha mulher durante 18 anos. Já me desculpei por isso um milhão de vezes. E isso é de se desculpar a vida inteira. Não é disso que eu tô falando, Bolsonaro. Eu tô falando da sua falta de escrúpulo. Você corrompeu todas as suas ex-esposas, todas elas estão envolvidas em escândalos. Você corrompeu seus filhos. Essa é a questão, tendo prometido que ia combater a corrupção do PT e do Lula. Essa é a grande contradição que você precisa explicar. Eu não queria trazer esse tipo de argumento aqui, a não ser pela sua falta de caráter de trazer um assunto pessoal de 20 anos atrás, pelo qual já disse, me desculpei muitas vezes, foi uma infelicidade de alguém criado em ambiente machista, reproduzir cultura machista. Mas eu aprendi isso, você é que não aprende nada nunca. Porque, porque você é uma pessoa que não tem coração. Sabe, simular sufocamento na hora que o povo brasileiro estava faltando oxigênio em Manaus. Sabe, dizer que não é coveiro na hora que milhões de famílias brasileiras e amigos nos enlutamos. O Brasil tem 3% da população do mundo e morreu 11% das pessoas que morreram no mundo.
Eu tô falando da sua falta de escrúpulo. Você corrompeu todas as suas ex-esposas, todas elas estão envolvidas em escândalos. Você corrompeu seus filhos.
“O Brasil tem 3% da população do mundo e morreu 11% das pessoas que morreram no mundo por Covid.”
Numérico
Sujeitomortes por Covid-19 no Brasil em relação ao mundoValor11 %Período2020-2022
Verificar contra: Outro: Our World in Data / OMS
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
O Brasil representa cerca de 2,7% da população mundial, não 3% como afirmado. Quanto à proporção de mortes, os dados variam conforme o período: em outubro de 2021, o Brasil respondia por 12,4% das mortes globais por Covid segundo o G1 (https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/10/08/como-o-brasil-se-compara-a-outros-paises-em-mortes-por-covid-casos-confirmados-e-vacinas-aplicadas.ghtml), enquanto a BBC registrou 33% das mortes diárias globais em 31 de março de 2021 (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56607007). O percentual de 11% pode ter sido válido em algum momento específico, mas as fontes disponíveis apontam valores distintos dependendo do período analisado.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
2:07:00Eduardo Oinegueneutro→ ataca Ciro Gomes
Candidato Ciro, 30 segundos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
2:07:34Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora informa que Jair Bolsonaro solicitou direito de resposta e que a comissão está analisando o pedido.
O candidato Jair Bolsonaro pediu direito de resposta. A nossa comissão julgadora está analisando, daqui a pouquinho a gente traz a resposta.
O candidato Jair Bolsonaro pediu direito de resposta.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
2:07:41Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora anuncia que é a vez de Luiz Inácio Lula da Silva perguntar e lhe apresenta as opções de candidatas para responder.
Pela ordem do sorteio, o próximo a perguntar é o candidato Luiz Inácio Lula da Silva. Candidato, o senhor tem duas opções: as candidatas Simone Tebet ou a candidata Soraya Thronicke.
o próximo a perguntar é o candidato Luiz Inácio Lula da Silva.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFormal
2:07:51Luiz Inácio Lula da Silvaneutro→ ataca Simone Tebet
Resumo
Lula escolhe a candidata Simone Tebet para responder à sua pergunta.
Eu vou perguntar para a candidata Simone Tebet.
Eu vou perguntar para a candidata Simone Tebet.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozDecidido
2:07:56Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Simone Tebet
Resumo
Lula elogia a atuação de Simone Tebet na CPI da Covid e a questiona sobre a existência de corrupção e negligência do governo na gestão da pandemia e na compra de vacinas.
Ah, candidata, ah, a senhora teve uma participação extraordinária na CPI da Covid. E eu queria, ah, que a senhora dissesse: houve ou não houve corrupção no processo de tratamento da Covid? Houve ou não houve negligência do governo no cuidado da vacina? Quer dizer, o que que se explica o sigilo de 100 anos para o ministro da Saúde que agiu de forma totalmente irresponsável no trato do Covid? O que que se explica para a sociedade um presidente brincar com uma doença que matou 682.000 pessoas e ele não foi capaz de derramar uma única lágrima por uma das pessoas que morreram? A senhora que participou ativamente.
houve ou não houve corrupção no processo de tratamento da Covid?
“O presidente Bolsonaro brincou com uma doença que matou 682.000 pessoas.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
As fontes confirmam que Bolsonaro fez declarações de deboche e menosprezo à pandemia de COVID-19, como 'tá com medinho de pegar vírus? Tá de brincadeira' (https://www.brasildefato.com.br/2020/08/06/bolsonaro-e-as-quase-100-mil-mortes-trapalhadas-omissao-e-desprezo-as-vitimas/). No entanto, os números de mortes citados nas fontes variam entre 65 mil, 100 mil e 162 mil mortes no Brasil, não chegando a 682.000 — esse número total pode se referir ao acumulado final da pandemia no Brasil, mas não é confirmado pelas fontes disponíveis (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54902608). A conduta de 'brincar' com a doença é corroborada, mas o número específico de 682.000 mortes não é sustentado pelas fontes fornecidas.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O ministro da Saúde do governo Bolsonaro tem sigilo de 100 anos.”
Avaliação automatizada
Enganoso72%confiança
As fontes confirmam que houve um sigilo de 100 anos decretado, mas ele se refere ao processo interno do Exército contra Eduardo Pazuello (ex-ministro da Saúde) por participar de uma motociata ao lado de Bolsonaro — não ao ministro em si nem ao seu mandato/cargo. A afirmação, como formulada, sugere que o ministro da Saúde enquanto tal foi classificado com sigilo, o que é uma simplificação enganosa do que realmente ocorreu (https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2022/08/14/interna_politica,1385604/em-100-anos-sabera-os-sigilos-decretados-na-era-jair-bolsonaro.shtml; https://valor.globo.com/politica/noticia/2022/10/06/o-que-bolsonaro-colocou-sob-sigilo-de-100-anos.ghtml).
Simone Tebet responde a Lula afirmando que a gestão da pandemia foi marcada pela insensibilidade do presidente e confirma que houve tentativa de corrupção na compra de vacinas superfaturadas, como no caso da Covaxin.
Esse tema é um tema muito difícil para eu falar até hoje, candidato Lula, porque eu entrei na CPI comovida com a dor de famílias e saí totalmente indignada. Sim, pela insensibilidade do atual presidente da República, negou vacina, atrasou 45 dias, muitas pessoas poderiam estar entre nós, não estão por culpa da insensibilidade de um governo que não colocou vacina no braço do povo brasileiro. Aliás, até hoje deu o maior exemplo e dá mau exemplo e não se vacinou. Mas eu quero sim confirmar, eu vi, houve corrupção, tentativa de comprar vacinas superfaturadas. Os documentos estão aí, Covaxin é o contrato mais escabroso que eu vi. Tentaram pagar antecipadamente 45 milhões de dólares para serem pagos no paraíso fiscal por uma vacina que não tinha comprovação científica para poder trazer para cá sem nenhum critério.
eu vi, houve corrupção, tentativa de comprar vacinas superfaturadas.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria indignada · Negar com a cabeca · Apertar labios
“Houve atraso de 45 dias na compra de vacinas contra Covid-19 pelo governo Bolsonaro.”
Avaliação automatizadaRevisão necessária
Parcialmente verdadeiro55%confiança
As fontes confirmam que houve atraso significativo na compra de vacinas pelo governo Bolsonaro, mas os números divergem da afirmação de '45 dias'. Segundo o El País (https://brasil.elpais.com/brasil/2021-05-13/diretor-da-pfizer-escancara-atraso-letal-do-governo-bolsonaro-na-compra-de-vacinas.html), o contrato com a Pfizer foi assinado 234 dias após a primeira oferta da empresa, não 45 dias. O relatório da CPI do Senado (https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2021/10/22/relatorio-acusa-governo-federal-de-atraso-na-compra-de-vacinas-e-de-negociacoes-ilicitas-no-caso-covaxin) também aponta atrasos, mas sem mencionar o prazo específico de 45 dias.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O contrato da Covaxin previa pagamento antecipado de 45 milhões de dólares em paraíso fiscal por vacina sem comprovação científica.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
As fontes confirmam que houve pressão para pagamento antecipado de US$ 45 milhões à empresa Madison Biotech, sediada em Singapura (descrita como paraíso fiscal), mas indicam que esse pagamento antecipado NÃO estava previsto no contrato original — o que contradiz a afirmação de que o contrato 'previa' tal pagamento (https://g1.globo.com/politica/cpi-da-covid/noticia/2021/09/24/contrato-para-compra-da-vacina-covaxin-nao-tinha-garantia-do-fabricante-apontam-documentos.ghtml; https://www.dw.com/pt-br/o-que-se-sabe-sobre-a-compra-da-covaxin-pelo-governo-federal/a-58009094). Quanto à ausência de 'comprovação científica', o G1 menciona falta de garantias do fabricante, mas as fontes não detalham suficientemente esse aspecto para confirmação plena.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Havia tentativa de cobrar 1 dólar de propina por vacina na compra da Covaxin.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
As fontes confirmam que havia uma tentativa de cobrar propina de US$ 1 por dose de vacina, mas as denúncias se referem à AstraZeneca/Davati, não à Covaxin. Segundo a Folha (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/06/exclusivo-governo-bolsonaro-pediu-propina-de-us-1-por-dose-diz-vendedor-de-vacina.shtml) e a CNN Brasil (https://www.cnnbrasil.com.br/politica/propina-de-us-1-por-vacina-audio-exposto-as-frases-de-dominguetti-a-cpi/), o valor de US$ 1 por dose foi mencionado por Dominguetti no contexto da negociação de vacinas da Davati/AstraZeneca. A afirmação de que a propina estava associada especificamente à Covaxin não é sustentada pelas fontes fornecidas, que tratam de negociações distintas.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
Sem verificaçãoextraída pela IA · pendente revisão editorial
“O contrato da Covaxin previa pagamento antecipado de 45 milhões de dólares em paraíso fiscal.”
Numérico
Sujeitocontrato CovaxinValor45 milhões de dólaresPeríodo2021
Verificar contra: Outro: CPI da Covid - Senado Federal
2:09:30Simone Tebetassertivo→ ataca Governo Bolsonaro
Resumo
A oradora afirma que houve tentativa de corrupção na compra de vacinas superfaturadas, citando o contrato da Covaxin como o mais escabroso que já viu.
Houve corrupção, tentativa de comprar vacinas superfaturadas. Os documentos estão aí, e com vacina é o contrato mais escabroso que eu vi.
com vacina é o contrato mais escabroso que eu vi
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria e assertiva · Apertou labios · Franziu a testa
VozFirme e acusatorio
2:09:33Eduardo Oinegueneutro
Candidato.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
2:09:42Simone Tebetagressivo→ ataca Governo Bolsonaro
Resumo
Ela detalha a tentativa de pagamento antecipado de 45 milhões de dólares em um paraíso fiscal por uma vacina sem comprovação científica.
Tentaram pagar antecipadamente 45 milhões de dólares para serem pagos no paraíso fiscal, por uma vacina que não tinha comprovação científica, para poder trazer para cá sem nenhum critério. E quando nós denunciamos, como denunciamos a tentativa de levar vantagem de 1 dólar por vacina,
levar vantagem de 1 dólar por vacina
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignada · Apontar dedo acusadoramente
VozEnfatico
Usa gestos enfáticos com as mãos e dedos para pontuar suas acusações.
2:10:05Simone Tebetassertivo→ ataca Governo Bolsonaro
Resumo
A candidata menciona que foi processada por um ministro do atual governo após denunciar a corrupção, mas ressalta que a corrupção não começou agora.
nós, eu, especialmente, fui processada no Supremo Tribunal Federal por um ministro do atual presidente. Mas eu gostaria só de dizer
fui processada no Supremo Tribunal Federal por um ministro do atual presidente
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria e resoluta · Apontar dedo
VozFirme
2:10:14Simone Tebetagressivo→ ataca Governo Bolsonaro
Resumo
Ela afirma que a corrupção é um problema de governos passados e atuais, detalhando como ela afeta a vida da população, e acusa tanto o governo atual quanto o de Lula de terem esquemas de corrupção.
que a corrupção não começou nesse governo. A corrupção é fruto de governos passados e a corrupção mata. Ela tira remédio do posto, ela tira médico da cirurgia, ela tira merenda no posto de saúde, ela tira o dinheiro que está faltando pra gente fazer os investimentos necessários para gerar emprego e renda para a população brasileira. Então eu só quero dizer que este governo tem esquemas de corrupção, como lamentavelmente teve o governo de vossa vossa excelência.
este governo tem esquemas de corrupção, como lamentavelmente teve o governo de vossa vossa excelência
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria e grave · Olhar para baixo brevemente
VozSolene e acusatorio
2:10:52Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Ele contrapõe seu governo ao atual, destacando medidas de transparência como o Portal da Transparência e a Lei de Acesso à Informação, e critica o uso do sigilo de 100 anos pelo governo Bolsonaro.
Porque a diferença é que no meu governo, nós fizemos, e a senhora como senadora sabe, não teve nenhum processo que facilitou mais a investigação, que melhor remunerou a Polícia Federal, que contratou mais Polícia Federal, que não tinha procurador engavetador, era abertura total e transparência total. O portal da transparência, se lembra? A lei do acesso à informação, tudo isso foi coisas que o PT criou, aonde até o papel higiênico que se forçava no palácio, as pessoas poderiam acompanhar. Hoje qualquer coisinha é um sigilo de 100 anos. Sigilo de 100 anos por cartão corporativo, sigilo de 100 anos. Enquanto o nosso, eu tirei ministro porque comeu um pastel ou porque comeu uma tapioca e não conseguiu provar.
Hoje qualquer coisinha é um sigilo de 100 anos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAssertivo · Gestos com as maos para enfatizar
VozFirme e comparativo
2:11:21Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Simone Tebet
Resumo
O candidato explica que sua pergunta anterior visava saber a opinião da candidata Simone Tebet sobre o sigilo de 100 anos imposto pelo governo atual.
Ah, eu, eu perguntei porque eu imaginei que a candidata ia falar se ela concorda ou não com ah, o sigilo de 100 anos.
se ela concorda ou não com o sigilo de 100 anos
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualCalmo e questionador · Leve inclinacao de cabeca
VozCalmo e ponderado
2:11:56Simone Tebetagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ela retoma o tema da corrupção, posicionando-se contra a reeleição e citando os escândalos do Mensalão e Petrolão como exemplos de corrupção para garantir poder.
Mas eu quero retornar a essa questão da corrupção. Por isso é que eu sou contra a reeleição. Já fui a favor um dia. Acho que precisamos imediatamente assumir um compromisso, todos que estão aqui, pelo fim da reeleição. Para se ganhar a eleição no passado, se criou o mensalão, comprando através de mesada voto de consciência de parlamentares. Depois, quando foi descoberto, inventou-se o petrolão, quase se quebrou uma estatal brasileira,
A candidata critica o fatiamento de estatais, faz um 'mea culpa' pelo seu partido, e aponta o orçamento secreto como o maior escândalo de corrupção, sucessor do Mensalão e Petrolão.
fatiando inclusive com parcela do meu partido, e eu faço mea culpa, inclusive de parlamentares que não nem nos apoiam e estão hoje apoiando o atual, o atual candidato do PT. Depois de descoberto, quase se quebrou a Eletrobrás para se poder segurar os preços da, da energia numa, e depois a conta veio muito cara para nós, para se ganhar a reeleição da ex-presidente Dilma. E agora, talvez o maior escândalo da história do Brasil de corrupção, o tempo dirá, o orçamento secreto. 16 bilhões de reais todos os anos, dizendo que tá indo para o interior do Brasil, sabendo que essas notas são frias, que esses serviços não são executados, que esse dinheiro volta na integralidade para o bolso de quem o entregou. Esse vai ser, sem dúvida nenhuma, a consequência do mensalão, do petrolão, vai ser do orçamento secreto.
o orçamento secreto. 16 bilhões de reais todos os anos
“O orçamento secreto distribui R$16 bilhões por ano.”
Numérico
Sujeitoorçamento secreto (emendas de relator)Valor16 R$ biPeríodo2021-2022
Verificar contra: Senado
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro72%confiança
As fontes confirmam que o orçamento secreto atingiu aproximadamente R$ 16 bilhões em 2022 e estimativa similar para 2021, conforme https://pt.wikipedia.org/wiki/Or%C3%A7amento_secreto e https://www.brasildefato.com.br/2022/12/15/como-funciona-o-orcamento-secreto-que-esta-em-julgamento-pelo-supremo-tribunal-federal/. Porém, o valor variou entre anos (R$ 13,1 bi em 2020, R$ 17,14 bi em 2021, R$ 16 bi em 2022), portanto a afirmação de que distribui 'R$ 16 bilhões por ano' como valor fixo anual é uma simplificação — o número se aplica especificamente a 2022, não a todos os anos.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“O governo Bolsonaro vetou o orçamento secreto, mas o parlamento derrubou o veto.”
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro82%confiança
As fontes confirmam que Bolsonaro vetou o orçamento secreto (ao menos em 2021), e que o Congresso derrubou o veto — o que sustenta o núcleo da afirmação (https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2022/noticia/2022/10/bolsonaro-criou-ou-vetou-o-orcamento-secreto.ghtml). Contudo, as fontes indicam que houve mais de um veto (2020 e 2021) e acrescentam contexto relevante: o governo não teria feito esforço para manter o veto, e a narrativa de que Bolsonaro 'vetou' é considerada parcialmente enganosa por omitir esses detalhes (https://www.cut.org.br/noticias/bolsonaro-mente-sobre-orcamento-secreto-que-ele-manteve-para-2023-4730; https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/08/31/governo-bolsonaro-orcamento-secreto-veto.htm). A afirmação é factualmente correta em linhas gerais, mas simplifica uma situação mais complexa.
A candidata responde que sua posição contra o sigilo de 100 anos é óbvia e que seu governo terá transparência total, pois quem esconde algo deve explicações.
Bom, esta, esta resposta é a conhecida por todos, por isso que não respondi, é óbvio. No meu governo vai ser transparência total. Sigilo de 100 anos para quê? Quem quer esconder por 100 anos alguma coisa, deve algo ao Brasil.
Sigilo de 100 anos para quê?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualFirme e decidida · Gestos com as maos abertas
VozAssertivo
2:13:14Simone Tebetemocional
Resumo
Ela lamenta a situação do Brasil, citando o caso de uma criança com fome e famílias buscando ossos para se alimentar, e conclui que sem políticos sérios, o país dependerá de auxílios sem a dignidade do trabalho.
Triste Brasil que tem que conviver com isso, quando nós estamos diante de de crianças que ligam para o 190, no, em Belo Horizonte, um menino de 11 anos de nome Miguel, que pede, pelo amor de Deus, eu tô aqui ligando porque eu, minha mãe tá chorando e nós estamos há três dias sem comer. Onde nós temos fila de famílias atrás de osso para poder fazer o mínimo de caldo para ter proteína para seus filhos. Enquanto nós tivermos essa situação, enquanto nós não tivermos políticos sérios que realmente cuidem das pessoas, se importem, prezem pelo dinheiro público, o Brasil vai lamentavelmente, ano após ano, viver de auxílio emergencial e sem a dignidade do trabalho.
minha mãe tá chorando e nós estamos há três dias sem comer
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualEmocionada e grave · Olhos marejados
VozEmocionado e solene
2:13:55Adriana Araújoneutro→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
A mediadora informa que o segundo pedido de direito de resposta de Jair Bolsonaro foi negado, mas o primeiro foi aceito, concedendo-lhe 45 segundos para falar.
O presidente Jair Bolsonaro, candidato, pediu o segundo direito de resposta. Foi considerado aqui pela comissão julgadora negado, foi negado, porém o seu primeiro pedido de resposta foi aceito. O senhor tem 45 segundos.
O senhor tem 45 segundos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutra
VozNeutro
2:14:11Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Em seu direito de resposta, o candidato ataca Lula, citando uma fala controversa do adversário sobre o coronavírus e o chamando de 'ex-presidiário' para desqualificá-lo.
Bem, eh, do Lula, ainda bem que a natureza criou esse monstro do coronavírus. Que moral tu tem para falar de mim, ô, ô ex-presidiário? Tá? Nenhuma moral.
Que moral tu tem para falar de mim, ô, ô ex-presidiário?
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Ad hominem97% confiança
“Que moral tu tem para falar de mim, ô, ô ex-presidiário? Tá? Nenhuma moral.”
Bolsonaro ataca o histórico pessoal de Lula (prisão) em vez de responder ao argumento sobre gestão da pandemia, usando a condição de 'ex-presidiário' para desqualificar o oponente. (Ataca a pessoa em vez do argumento)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIrritado e desdenhoso · Apertou labios
VozAgressivo
2:14:22Jair Bolsonarodefensivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Ele se defende sobre o sigilo de 100 anos e o orçamento secreto, afirmando que vetou a medida e que a lei do sigilo é do governo Dilma, e ironiza a acusação de corrupção na compra de vacinas.
Sigilo de 100 anos, é uma lei lá do tempo da Dilma, para as questões pessoais, meu cartão de vacina, ou quem me visita no Alvorada. Nada mais além disso. O orçamento secreto, eu vetei. O parlamento derrubou o veto, é lei. O seu partido, Lula, votou para derrubar o veto no tocante ao orçamento secreto. Não tenho nada a ver com isso. E dizer a vocês também, a vacina corromper, tentou contar, ele está, tá de brincadeira, nobre senadora.
O orçamento secreto, eu vetei.
Auto-contradição— afirmações conflitantes no mesmo turno
72% confiança
Disse
“Sigilo de 100 anos, é uma lei lá do tempo da Dilma, para as questões pessoais, meu cartão de vacina, ou quem me visita no Alvorada. Nada mais além disso.”
Mas também disse
“O orçamento secreto, eu vetei. O parlamento derrubou o veto, é lei.”
Bolsonaro minimiza o sigilo de 100 anos como algo restrito a questões pessoais, mas ao mesmo tempo admite que o orçamento secreto (que usa sigilos) existe como lei — contradizendo a narrativa de que o sigilo é apenas para proteção pessoal.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDefensivo · Gestos negativos com a mao
VozFirme e defensivo
2:14:30Jair Bolsonarodefensivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro nega responsabilidade pelo orçamento secreto, afirmando que o vetou, mas o parlamento, com votos do partido de Lula, derrubou o veto.
além disso. Orçamento secreto, eu vetei. O parlamento derrubou o veto, é lei. O seu partido, Lula, votou para derrubar o veto no tocante ao orçamento secreto. Não tenho nada a ver com isso.
Bolsonaro nega veementemente as acusações de corrupção na compra de vacinas, classificando-as como "fake news" e exigindo provas.
E dizer a vocês também, a vacina, corromper, tentou contar, tá de brincadeira, nobre senadora. Tentou corromper? Cadê a corrupção? Cadê o contrato assinado? Cadê a nota? Não tem nada. Só fake news e mentira a meu respeito.
O candidato nega veementemente as acusações de corrupção na compra de vacinas, exigindo provas como contratos e notas fiscais, e classifica as denúncias como 'fake news'.
Tentou corromper? Cadê a corrupção? Cadê o contrato assinado? Cadê a nota? Não tem nada. Só fake news e mentira a meu respeito.
Cadê a corrupção? Cadê o contrato assinado?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado · Balancar de cabeca negativo
VozIrritado
Comport.Negação categórica inesperada
2:15:01Leão Servaneutro
Resumo
O mediador informa que o candidato Lula solicitou um direito de resposta, que será analisado pela comissão.
Eh, o candidato Lula pediu um direito de resposta, a comissão vai analisar.
o candidato Lula pediu um direito de resposta
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
2:15:06Leão Servaneutro
Resumo
O mediador anuncia a última pergunta da rodada, do candidato Felipe d'Avila para a senadora Soraya Thronicke, corrigindo o sobrenome dela.
A última pergunta dessa rodada é do candidato Felipe Dávila. Candidato, pode perguntar para a senadora Simone Tonique. Soraya Thronicke, perdão.
A última pergunta dessa rodada é do candidato Felipe Dávila.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro · Leve sorriso ao corrigir
VozNeutro formal
Comport.Auto-correção
Corrige o nome da senadora que seria questionada.
2:15:18Felipe d'Avilaassertivo→ ataca Outros candidatos
Resumo
Felipe d'Avila critica o foco no passado e defende que o debate deveria ser sobre o futuro, crescimento econômico e geração de renda.
Nós temos de falar do futuro, como o Brasil vai crescer, gerar renda, emprego. Para de ficar discutindo só o passado, gente. O que a gente quer saber é como é que vai ter dinheiro no bolso.
Questionando a dignidade da política, d'Avila critica a aprovação do fundo eleitoral de R$ 5 bilhões, que, segundo ele, desvia recursos de áreas essenciais para financiar campanhas.
E a minha pergunta, eu quero até pegar um gancho aí na senadora Tebet, que falou uma coisa, tem que resolver, restaurar a dignidade da política. Tem que restaurar sim. E minha pergunta, Soraya, é a seguinte: que dignidade é essa de se aprovar um fundão eleitoral de 5 bilhões de reais, tirar dinheiro da educação, do combate à pobreza, de atendimento médico, para financiar campanha política, para todo mundo vir aqui no debate de jatinho, enquanto tem gente passando fome. Qual é a dignidade de se aprovar uma excrescência que é esse fundo eleitoral, uma indecência.
Qual é a dignidade de se aprovar uma excrescência que é esse fundo eleitoral, uma indecência.
Cita Simone Tebet para introduzir sua pergunta a Soraya Thronicke.
2:16:09Soraya Thronickedefensivo→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
Soraya Thronicke responde que nem todos os candidatos possuem o patrimônio de d'Avila ou de seus doadores para financiar uma campanha, que é muito cara.
Candidato, nem todos têm o patrimônio que o senhor tem e que muitos doadores da campanha de vocês têm para tocar uma campanha, que é caro, muito cara.
nem todos têm o patrimônio que o senhor tem
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSeria defensiva · Apertou labios
VozFirme controlado
2:16:21Soraya Thronickeassertivo→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
Ela defende o fundo eleitoral como necessário para financiar a democracia, argumentando que sem ele, mulheres e outros grupos teriam acesso negado à política.
Se nós não tivéssemos o fundo eleitoral para financiar a democracia, nós nunca, principalmente nós mulheres, jamais teríamos acesso à à política. Ainda é necessário. Nós não temos a cultura, como acontece nos Estados Unidos, de doar. E é difícil, é difícil sim.
Se nós não tivéssemos o fundo eleitoral para financiar a democracia, nós nunca, principalmente nós mulheres, jamais teríamos acesso à à política.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAssertiva · Balancou cabeca negativamente
VozAssertivo
2:16:44Soraya Thronickeagressivo→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
Thronicke acusa membros do partido de d'Avila de criticarem o fundo eleitoral enquanto se beneficiam dele, questionando a origem dos recursos de suas campanhas.
Mas tem muita gente ali no no próprio partido de Vossa Excelência que tá usando sim, tá falando mal da campanha eleitoral, mas aparece na campanha eleitoral. Isso custa, da onde sai, eu não sei, vocês vão ter que explicar.
tá falando mal da campanha eleitoral, mas aparece na campanha eleitoral.
Ela reitera a importância de financiar a democracia para evitar que apenas candidatos apoiados por governadores e pelo presidente, que controlam a máquina pública, sejam eleitos.
É importante neste momento do país, financiar a democracia, porque senão, somente os candidatos dos governadores e do presidente da República estariam eleitos, porque eles estão com a máquina na mão.
somente os candidatos dos governadores e do presidente da República estariam eleitos
Thronicke relata a dificuldade das mulheres em financiar campanhas e critica a falta de cultura de doação no Brasil, além de acusar ex-presidentes de viverem em um mundo irreal.
E eu presido o União Brasil Mulher Nacional. Estou vendo a dificuldade das mulheres de conseguirem financiar as suas as suas campanhas. E os brasileiros não têm a cultura de doar. Tem que começar a ter a cultura de doar. Mas mais do que isso, nada mais me deixa indignada que é ver pessoas, os os candidatos que já foram, um que é presidente, o outro que era presidente, falarem no mundo que não existe.
Estou vendo a dificuldade das mulheres de conseguirem financiar as suas as suas campanhas.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignada · Franzir testa
VozIndignado
2:17:20Falante não identificadoassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
A jornalista questiona Lula e Tebet se eles se comprometem a formar um ministério com pelo menos 50% de mulheres, destacando a baixa representação histórica, inclusive nos governos de seus partidos.
As suas campanhas têm propostas de fortalecimento das mulheres, e acho que esse debate mostrou o quanto isso ainda é muito importante no Brasil. Mas existe uma política de valorização feminina que depende só do presidente da República, que é a escolha de quem vai ocupar os cargos do ministério, os cargos mais importantes do governo. No entanto, desde que a democracia voltou para o Brasil, mais de 600 pessoas já se sentaram numa cadeira de ministro e só uma ministra mulher para cada 15 ministros homens. E isso aconteceu também nos governos dos partidos dos senhores, do PMDB e do PT, que já ocuparam a presidência da República mais de uma vez, e em nenhum desses governos o número de ministras mulheres foi equilibrado. A minha pergunta é: aqui, agora, ao vivo, falando para todo o Brasil, os senhores podem se comprometer a preencher com pelo menos metade de ministras mulheres, com ministras mulheres, pelo menos metade das vagas do ministério dos senhores?
os senhores podem se comprometer a preencher com pelo menos metade de ministras mulheres
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSéria · Sobrancelhas franzidas
VozInquisitivo
2:18:11Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Afirmando ter coragem e não ter "rabo preso", Thronicke defende que suas propostas para o país são bem fundamentadas.
Eu tenho coragem, eu não tenho rabo preso com nada e com ninguém. Tudo o que nós estamos fazendo e propondo para esse país tem uma explicação.
Ela critica o ministro da economia do governo Bolsonaro por reduzir impostos de itens de luxo, como jet skis, em vez de alimentos básicos, o que a deixa indignada.
Quando a gente tem um Posto Ipiranga que não sabe o que é o princípio da essencialidade e abaixa imposto de jet ski, de videogame, num momento onde tinha que abaixar o imposto do arroz, do feijão e do leite, isso me deixa muito mais indignada.
abaixa imposto de jet ski, de videogame, num momento onde tinha que abaixar o imposto do arroz, do feijão e do leite
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignada · Franzir testa · Apertar lábios
VozIndignado
Refere-se a Paulo Guedes como 'Posto Ipiranga'.
2:19:09Soraya Thronickeemocional→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
Thronicke se diz preocupada com o "Brasil real" e defende o fundo eleitoral como ferramenta para que pessoas comuns, especialmente mulheres, possam romper o coronelismo partidário e entrar na política.
Se não deixa Vossa Excelência, eu sinto muito, mas é com isso que eu tô preocupada, com o Brasil real que passa fome. E por isso eu vou lutar, sim, para que todas as mulheres e todas as pessoas que não teriam jamais a porta aberta por conta do coronelismo neste país dentro de partidos, tenham a condição de romper essa barreira, como a barreira que eu rompi. Eu tava aí, ó, sentada na cadeira como você, assistindo isso aqui. Jamais imaginei conseguir estar aqui um dia. A única forma que você tem é assim, com um pouquinho de financiamento. E se você for dividir todo o fundo eleitoral pelo número total de candidatos, é bem pouco, senhor candidato.
é com isso que eu tô preocupada, com o Brasil real que passa fome.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualEmocional determinada · Apontou para a camera
VozEmocional firme
Dirige-se diretamente ao eleitor ('como você').
2:19:31Soraya Thronickeassertivo→ ataca Felipe d'Avila
Resumo
A candidata se conecta com o eleitor, afirmando que superou barreiras para chegar à política e defende o financiamento público, argumentando que o valor por candidato é baixo.
ção de romper essa barreira, como a barreira que eu rompi. Eu tava aí, ó, sentada na cadeira como você, assistindo isso aqui. Jamais imaginei conseguir estar aqui um dia. A única forma que você tem é assim, com um pouquinho de financiamento. E se você for dividir todo o fundo eleitoral pelo número total de candidatos, é bem pouco, senhor candidato.
Eu tava aí, ó, sentada na cadeira como você, assistindo isso aqui.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAssertiva · Apontar para a câmera · Piscar de olho esquerdo
VozFirme e enfático
Utiliza gestos para enfatizar a fala, apontando para a câmera ao se dirigir ao eleitor.
Ele argumenta que bons candidatos conseguem financiamento privado e apoio popular para campanhas baratas, citando o governador Zema como exemplo.
E sabe, candidata, a senhora que gosta de mercado, é exatamente isso. Candidato bom consegue levantar dinheiro e não é dinheiro pessoal, não. Nós temos candidato no Brasil inteiro, mostrando aí, governador Zema, nossos deputados federais, estaduais, que levantam dinheiro e fazem campanha barata e fazem campanha com o apoio das pessoas, que são pessoas aguerridas, que querem ver a representação política no Brasil mudar no congresso, que isso é uma vergonha.
Candidato bom consegue levantar dinheiro e não é dinheiro pessoal, não.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualAssertivo · Gestos enfáticos com as mãos
VozFirme
2:20:24Soraya Thronickeassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Thronicke critica Lula por não apresentar um plano para baixar impostos e a inflação, e apresenta sua própria proposta, elaborada pelo economista Marcos Cintra.
O candidato Lula até agora não explicou como é que ele vai baixar os impostos e acabar com a inflação. Não tem. Nós temos sim uma proposta, uma proposta estudada há 30 anos, com muito, muito afinco pelo, pelo professor Marcos Cintra. É um homem que passou 17 anos em Harvard, tem livros escritos, não é qualquer pessoa.
Nós temos sim uma proposta, uma proposta estudada há 30 anos
O candidato afirma que o fundo eleitoral não promove renovação, mas perpetua uma oligarquia política que representa corporações em vez do pagador de impostos.
Ninguém representa o pagador de imposto no Congresso Nacional. Só se representa no Congresso Nacional interesse das corporações. E a utilização do fundão é mais uma arma da perpetuação da oligarquia política. Não tem nada de renovação política, Soraya. Você sabe muito bem que um candidato que tem um patrimônio de mais de 10 milhões de reais declarados, recebe 10 vezes mais do que o de 50.000. Não não democratizou a política, o que ela fez foi perpetuar a oligarquia política.
A utilização do fundão é mais uma arma da perpetuação da oligarquia política.
Ele conclui sua crítica ao fundo eleitoral, afirmando que o modelo beneficia candidatos ricos e perpetua a oligarquia política em vez de democratizar o processo.
Você sabe muito bem que um candidato que tem um patrimônio de mais de 10 milhões de reais declarados, recebe 10 vezes mais do que o de 50.000. Não não democratizou a política, o que ela fez foi perpetuar a oligarquia política.
Não democratizou a política, o que ela fez foi perpetuar a oligarquia política.
O mediador informa que o pedido de direito de resposta do candidato Bolsonaro foi negado pela comissão.
É, o candidato Bolsonaro pediu direito de resposta, mas a comissão negou.
a comissão negou
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
2:24:44Adriana Araújoneutro
Resumo
A mediadora introduz a próxima pergunta, a ser feita pela jornalista Ana Estela de Souza Pinto, e anuncia que os candidatos a responder são Lula e Simone Tebet.
A segunda pergunta será feita pela jornalista Ana Estela de Souza Pinto, da Folha de São Paulo. Por ordem de sorteio, quem responde são os candidatos Lula e Simone Tebet. Olá, Ana, boa noite.
quem responde são os candidatos Lula e Simone Tebet
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualProfissional
VozClaro
2:24:56Falante não identificadoneutro
Resumo
A jornalista cumprimenta os candidatos.
Boa noite, candidatos.
Boa noite, candidatos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozCalmo
2:26:01Luiz Inácio Lula da Silvaevasiva→ ataca Ana Estela de Souza Pinto
Resumo
Lula se recusa a se comprometer com uma cota de 50% de mulheres no ministério, afirmando que a escolha deve ser baseada na capacidade, embora se diga orgulhoso de suas nomeações e aberto a ter mais mulheres.
Olha, primeiro, eu não sou de assumir o compromisso de me comprometer a fazer metade, a indicar religioso, a indicar mulher, a indicar negra, a indicar homem, ou seja, você vai indicar as pessoas que têm capacidade para assumir determinados cargos. Eu tenho orgulho de ter indicado o primeiro negro para a Suprema Corte, eu tenho orgulho de ter indicado a Carmen Lúcia para a Suprema Corte, e poderia indicar muito mais. Pode se indicar muito mais, pode até ter maioria mulher. O que não dá é para você assumir um compromisso numericamente, ou seja, você pode ter maioria de mulher, você pode ter maioria de mulher no congresso, você pode ter maioria de mulher no senado. Eu fui no México agora, na Câmara dos Deputados, as mulheres têm maioria no Senado. Deus queira que tenha condições de colocar mais da metade para ser da Suprema Corte. Eu acho que é plenamente possível fazer isso, mas eu não vou assumir compromisso, sabe, de que eu tenho que ter determinada pessoa obrigatoriamente, porque se não for possível, eu passarei por mentiroso.
eu não sou de assumir o compromisso de me comprometer a fazer metade
Qualidade da resposta · Esquivou
PerguntaCompromisso com pelo menos 50% de mulheres no ministério
RespostaDefesa de escolha por capacidade e não por cotas
Lula recusou explicitamente assumir o compromisso de 50% de mulheres no ministério, desviando para falar sobre mérito e citando nomeações anteriores.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSério · Apertou labios
VozPonderado
Comport.Evasiva à pergunta
2:27:01Adriana Araújoneutro→ ataca Simone Tebet
Resumo
A mediadora passa a palavra para a candidata Simone Tebet responder à pergunta.
Candidata Simone Tebet, a senhora tem um minuto para responder.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozClaro
2:27:26Simone Tebetassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Simone Tebet se compromete com um ministério paritário entre homens e mulheres, com participação de negros, e acrescenta que não nomeará ninguém envolvido em escândalos de corrupção.
O candidato Lula não pode assumir esse compromisso, não quer assumir esse compromisso, mas eu já o fiz. A primeira coisa que fiz quando lancei a minha candidatura e foi homologada pelo meu partido, foi dizer que o meu ministério será paritário entre homens e mulheres, sim. Basta ver competência e experiência administrativa, e isso nós sabemos que as mulheres têm. Nós temos condições de colocar 50% e mais, nós teremos participação de negros, mas há um terceiro requisito que eu divijo do ex, do ex-presidente. O meu ministério terá paridade de mulheres e homens, terá negros, mas não terá ninguém envolvido em escândalo de corrupção, mesmo que seja do meu partido, que esteja envolvido em escândalo de corrupção, não será ministro de Estado.
não terá ninguém envolvido em escândalo de corrupção
25%
Parcialmente concreta· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualDeterminada · Olhar direto
VozFirme
2:29:30Felipe d'Avilaassertivo
Resumo
O candidato defende que o Brasil só evoluirá com o cumprimento da lei, que deve ser igual para todos, um princípio liberal fundamental.
K nova e não fazendo cumprir a lei, o Brasil não evolui. Nós precisamos ter um princípio liberal fundamental, a lei tem que ser igual e valer para todos.
a lei tem que ser igual e valer para todos
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio assertivo · Franzir testa levemente
VozFirme enfatico
2:29:40Adriana Araújoneutro→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
A mediadora anuncia o tempo de fala do candidato Jair Bolsonaro.
Candidato Jair Bolsonaro, o senhor tem um minuto.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
mediadora
2:29:43Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
O candidato afirma que os números de mortes violentas, incluindo as por arma de fogo, diminuíram em seu governo.
Os números têm demonstrado que desde quando eu assumi, o número de mortes violentas, aí incluída a arma de fogo, obviamente, tem diminuído no Brasil.
o número de mortes violentas... tem diminuído no Brasil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio concentrado · Piscar lento
VozCalmo expositivo
2:29:55Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
Ele destaca que a redução no número de vítimas de violência no país também se aplica às mulheres.
E nesse universo que tem diminuído o número de vítimas no Brasil, estão as mulheres.
nesse universo que tem diminuído o número de vítimas no Brasil, estão as mulheres
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio · Olhar para o lado
VozExpositivo
Comport.Olhar evasivo
2:30:02Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
O candidato classifica sua política de segurança como universal, beneficiando a todos.
É uma política universal que atinge a todo mundo.
É uma política universal que atinge a todo mundo.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozFirme
2:30:06Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
Ele argumenta que a valorização das mulheres, através de medidas como titulação de terras e auxílio emergencial, contribui para a diminuição da violência.
Ao você valorizar as mulheres, você diminui a violência. Como, por exemplo, titulação de terras, auxílio emergencial, entre outras medidas.
Ao você valorizar as mulheres, você diminui a violência.
O candidato menciona o trabalho voluntário da primeira-dama como uma ação relevante.
A questão do voluntariado também, praticado pela primeira dama.
A questão do voluntariado também, praticado pela primeira dama.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozExpositivo
2:30:20Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
Ele afirma que seu governo está dialogando cada vez mais com as mulheres.
Cada vez mais conversando de fato com as mulheres.
conversando de fato com as mulheres
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio
VozFirme
2:30:24Jair Bolsonaroassertivo
Resumo
O candidato conclui que seu governo está no caminho certo, que não é preciso inventar novas políticas e que os resultados práticos mostram a diminuição da violência contra a mulher.
Estamos no caminho certo. Não temos que inventar mais políticas. Se aparecer boas políticas, vamos adotá-las. Agora, não tem que se inventar. A solução está aí. O meu governo tem mostrado na prática que o número de mulheres mortas e violentadas tem diminuído.
O meu governo tem mostrado na prática que o número de mulheres mortas e violentadas tem diminuído.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio assertivo · Apertou labios
VozFirme conclusivo
2:30:43Eduardo Oinegueneutro
Resumo
O mediador anuncia o fim da rodada de perguntas e respostas.
Esta foi a última resposta dessa rodada.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
mediador
2:30:45Eduardo Oinegueneutro
Resumo
O mediador informa que os candidatos terão dois minutos para as considerações finais.
A partir de agora, cada candidato terá dois minutos para as suas considerações finais.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
mediador
2:30:50Adriana Araújoneutro→ ataca Ciro Gomes
Resumo
A mediadora explica a ordem invertida das considerações finais, anunciando que Ciro Gomes será o primeiro a falar.
A ordem agora será invertida em relação ao início do debate, portanto, quem começa com as considerações finais é o candidato Ciro Gomes. O senhor tem dois minutos.
quem começa com as considerações finais é o candidato Ciro Gomes
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
mediadora
2:31:00Ciro Gomesconciliador→ ataca Eleitores
Resumo
Ciro Gomes agradece aos eleitores que assistiram ao debate, reconhecendo suas dificuldades, e também aos seus opositores pela oportunidade de debater e aprender.
Eu quero, perdão, eu quero agradecer, antes de mais nada, a você, meu irmão, minha irmã, que ficaram até essa hora. Muitos não tinham sequer condição de ficar porque tem que ir para a batalha da vida. E eu preciso agradecer a você, porque é assim que nós vamos achar juntos a saída para a mais profunda, grave, complexa e renitente crise econômica da nossa história. Quero agradecer aos ilustres opositores, não é, a oportunidade de debater e aprender consigo.
é assim que nós vamos achar juntos a saída para a mais profunda, grave, complexa e renitente crise econômica da nossa história
O candidato afirma que sua luta não é pessoal contra os adversários, mas sim contra o modelo econômico vigente há décadas, que transfere renda dos trabalhadores para o setor financeiro.
E dizer a cada um e a cada uma de vocês, a minha luta não é contra nenhum deles pessoalmente, por mais que a gente tenha que explicar as nossas diferenças, a minha luta é contra um modelo econômico, que é o mesmo, rigorosamente há 25, 30 anos no Brasil, que montou uma máquina perversa de transferir renda de quem produz e de quem trabalha, de você, para o setor financeiro.
Ele critica o alto valor pago em juros da dívida, comparando-o aos gastos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança para ilustrar a distorção.
É uma coisa absurda. Nos últimos 12 meses, o Brasil pagou 500 bilhões de reais de juros. Só para você ter uma ideia, tudo que se gastou em saúde, educação e segurança não chega a 300 bilhões.
“Nos últimos 12 meses, o Brasil pagou R$500 bilhões em juros.”
Numérico
Sujeitopagamento de juros da dívida públicaValor500 R$ biPeríodo2021-2022
Verificar contra: Banco Central SGS
Avaliação automatizada
Parcialmente verdadeiro62%confiança
Uma fonte do PT (pt.org.br) confirma que o governo federal pagou R$ 500 bilhões em juros em 12 meses até maio (sem especificar o ano), apoiando a cifra da afirmação. Contudo, dados mais recentes do Observatório de Política Fiscal da FGV indicam que, nos 12 meses até julho de 2024, a despesa líquida com juros atingiu R$ 870 bilhões (https://observatorio-politica-fiscal.ibre.fgv.br/politica-economica/pesquisa-academica/decomposicao-de-juros-nominais-liquidos-no-brasil-2002-2024), sugerindo que R$ 500 bilhões pode ser um valor desatualizado ou referente a um período anterior. A afirmação é parcialmente verdadeira, pois o valor foi correto em algum momento, mas pode estar defasado dependendo do período de referência.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
“Tudo que se gastou em saúde, educação e segurança não chega a R$300 bilhões.”
Avaliação automatizada
Falso85%confiança
O Orçamento federal de 2025 prevê R$ 245 bilhões apenas para saúde e R$ 226 bilhões para educação, totalizando R$ 471 bilhões somente nessas duas funções no governo federal, segundo o Senado (https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/04/14/orcamento-2025-quase-r-1-trihao-para-previdencia-e-r-245-bilhoes-para-saude). Adicionando segurança pública, o total supera amplamente R$ 300 bilhões. O relatório do Ministério da Fazenda reforça que apenas os municípios gastam R$ 282,4 bilhões em saúde (https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/relatorio-traz-despesas-por-funcao-das-tres-esferas-de-governo-sob-otica-que-permite-comparacoes-internacionais), tornando a afirmação de que o total das três áreas não chega a R$ 300 bilhões claramente incorreta.
Avaliação automatizada — sujeita a revisão editorial. Modelo claude-sonnet-4-6 · 29 de abr.
2:32:02Ciro Gomesemocional→ ataca Eleitores
Resumo
O candidato pede uma oportunidade para mudar tanto o modelo econômico quanto o modelo de governança política do país.
Eu peço uma oportunidade para mudar isso. E para mudar também o modelo de governança política do Brasil.
Eu peço uma oportunidade para mudar isso.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSuplicante serio
VozSuplicante
2:32:08Ciro Gomesagressivo→ ataca Sistema político
Resumo
Ciro critica o foco do debate em corrupção, argumentando que ela é resultado de um modelo de governança falido, onde a presidência se submete ao Congresso para obter apoio.
Se você olhar, é deprimente um país como o nosso ficar discutindo quem é mais corrupto, quem é menos corrupto, que contradição de corrupção. Nós precisamos banir, porque a corrupção não é uma maldade da alma de nenhum deles. A corrupção é uma prostração moral que todos eles fizeram a um modelo de governança política em que a ideia de que você só vai governar se tiver sustentação no congresso, se transformar a presidência da república em testa de ferro de roubalheira.
transformar a presidência da república em testa de ferro de roubalheira
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado frustrado · Apertar labios
VozCritico elevado
2:32:36Ciro Gomesemocional→ ataca Eleitores
Resumo
Em um apelo final, Ciro Gomes pede humildemente uma oportunidade ao eleitor, reafirmando sua paixão e compromisso moral em lutar para mudar o Brasil e dar dignidade a todos.
Eu lhe peço, com muita humildade, em nome do seu filho, em nome dos pobres do Brasil, de todos os trabalhadores, me dê uma oportunidade. É a quarta vez que eu sou candidato. Minha paixão não se abateu em nenhuma, porque o amor da minha vida é o Brasil. O sentido moral da minha vida é lutar para mudar o Brasil. Eu quero um lugar na história de quem mudou o Brasil e deu oportunidade de crescer e de dignidade para todos.
o amor da minha vida é o Brasil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualEmocionado sincero · Olhos marejados
VozEmocionado suplicante
98wpm1hedges
2:33:03Eduardo Oinegueneutro→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
O mediador anuncia o tempo de fala para as considerações finais do candidato Lula.
Candidato Lula, dois minutos para as suas considerações finais.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
mediador
2:33:07Luiz Inácio Lula da Silvaconciliador→ ataca Simone Tebet
Resumo
Lula inicia suas considerações finais expressando solidariedade à senadora Simone Tebet e à jornalista agredida durante o debate.
Olha, eu queria terminar essa participação nesse debate, me solidarizando, ah, senadora Simone e a jornalista que foi agredida.
me solidarizando, ah, senadora Simone e a jornalista que foi agredida
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio solene · Aceno de cabeca
VozCalmo respeitoso
2:33:33Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo
Resumo
Lula afirma ter consciência de suas realizações e planos futuros, e por isso evita fazer promessas fáceis, pois conhece as dificuldades de governar.
Eu sei o que fiz, sei o que vou fazer e por isso eu não entro no campo da promessa fácil, porque eu sei como é difícil.
eu não entro no campo da promessa fácil, porque eu sei como é difícil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio confiante · Sobrancelhas levantadas
VozFirme convicto
2:33:47Luiz Inácio Lula da Silvadefensivo→ ataca Ciro Gomes
Resumo
Lula rebate Ciro Gomes, citando dados econômicos de seu governo, como a redução dos juros, da inflação e do desemprego, além da criação de empregos.
O meu amigo Ciro se esquece de dizer que quando eu cheguei na presidência da República, o juro estava 26% e deixei com 10. Ele esquece de dizer que a inflação estava com 12, nós deixamos com 5%. Ele esquece de dizer que o desemprego era 12 e nós deixamos com 22 milhões de empregos.
o juro estava 26% e deixei com 10
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio confrontador · Apontar dedo
VozFirme corretivo
2:34:09Luiz Inácio Lula da Silvadefensivo→ ataca Eduardo Cunha
Resumo
O candidato defende o legado de Dilma Rousseff, destacando o baixo desemprego em seu primeiro mandato e atribuindo a crise posterior a um golpe articulado por Eduardo Cunha e Aécio Neves.
Tive o prazer de indicar a primeira mulher candidata a presidente da República, que quando deixou o mandato, deixou o mandato em 2014, quando venceu o primeiro mandato, o desemprego era apenas 4.5%, padrão Finlândia, padrão Noruega. E depois o Eduardo Cunha, o Aécio Neves, junto no Congresso Nacional, resolveram preparar o golpe que culminou com o desastre, porque aqui se fala do governo da Dilma, mas ninguém falou do golpe que a Dilma sofreu em 2016.
ninguém falou do golpe que a Dilma sofreu em 2016
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignado serio · Franzir testa
VozIndignado enfatico
2:34:30Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula defende o governo de Dilma Rousseff, afirmando que ela sofreu um golpe, e critica a falta de obras do governo atual.
preparar o golpe que culminou com o desastre, porque aqui se fala do governo da Dilma, mas ninguém falou do golpe que a Dilma sofreu em 2016. Ninguém falou, sabe, que derrubaram uma mulher por causa de uma pedalada e não se derruba um cara por causa de uma motociata. Ou seja, esse país vai fazer o julgamento histórico da presidenta Dilma. E eu tô muito tranquilo porque eu pensei em falar de obras públicas que eu fiz aqui, mas é tão medíocre o Brasil de obras, eu não vou falar para não humilhar quem tá governando o Brasil.
não vou falar para não humilhar quem tá governando o Brasil.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao assertiva · Apontar o dedo · Franzir a testa
VozFirme e elevado
Gesticula bastante para enfatizar seus pontos.
2:34:40Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula critica a desproporcionalidade entre o motivo do impeachment de Dilma (pedalada fiscal) e a tolerância com as motociatas do atual presidente, afirmando que a história fará justiça.
Ninguém falou, sabe, que derrubaram uma mulher por causa de uma pedalada e não se derruba um cara por causa de uma motociata. Ou seja, esse país vai fazer o julgamento histórico da presidenta Dilma, e eu tô muito tranquilo porque eu pensei em falar de obras públicas que eu fiz aqui, mas é tão medíocre
derrubaram uma mulher por causa de uma pedalada e não se derruba um cara por causa de uma motociata
A mediadora anuncia que Jair Bolsonaro tem dois minutos para suas considerações finais.
O candidato Jair Bolsonaro tem agora dois minutos para as suas considerações finais.
Falácias lógicas detectadas— descritivas, sujeitas a revisão editorial
Derrapagem88% confiança
“Quem o ex-presidiário apoiou no passado? Apoiou Chávez, apoiou Maduro. Para onde foi a Venezuela? [...] O que vai acontecer com o nosso Brasil se esse ex-presidiário voltar para a cena do crime”
Bolsonaro usa a falácia da derrapagem: porque Lula apoiou líderes de esquerda na América Latina que tiveram resultados negativos, o Brasil necessariamente seguiria o mesmo caminho — ignorando diferenças contextuais e institucionais. (Alega que aceitar X levará a uma cadeia até Y)
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
2:35:12Jair Bolsonaroagressivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Bolsonaro ataca Lula, associando-o a líderes de esquerda da América do Sul e alertando sobre os riscos para o Brasil.
Deus, pátria, família e liberdade. Desculpe os demais candidatos, mas tá polarizada as eleições. Quem o ex-presidiário apoiou no passado? Apoiou Chávez, apoiou Maduro. Para onde foi a Venezuela? Hoje recebemos mais de 500 pessoas por dia lá em Pacaraima, fugindo da fome, da miséria, da violência, pesando em média 15 kg a menos. E o Lula apoiou essas candidaturas. Olha para onde está indo a economia da nossa Argentina. O presidente da Argentina, antes de ser presidente, visitou o Lula em Curitiba, na cadeia. E o Lula apoiou ele na Argentina. Hoje, 40% da população da Argentina está na linha da miséria. Lula apoiou o presidente do Chile também, o mesmo que praticava atos de tocar fogo em em metrôs lá no Chile. Para onde está indo o nosso Chile? Lula apoiou também Petro na Colômbia. Medidas dele, liberação de drogas, liberação de presos. Para onde está a nossa Colômbia? Também, o nosso prezado ex-presidente Lula apoiou na Nicarágua, Ortega, que agora persegue cristãos, prende padres, expulsa freiras. Uma perseguição religiosa sem tamanho. E quando ele é questionado sobre isso, ele diz, não devemos meter o nariz em outros países. O que vai acontecer com o nosso Brasil se esse ex-presidiário voltar para a cena do crime, juntamente com Geraldo Alckmin, um homem religioso, católico, mas que resolveu cantar a Internacional Socialista. É a união do tudo que não presta no Brasil. Nós, nós não merecemos isso para nossa pátria.
O que vai acontecer com o nosso Brasil se esse ex-presidiário voltar para a cena do crime
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio preocupado · Labios comprimidos · Olhar para cima
VozSolene acusatorio
69wpm⏸2disfluências1trocas verbais
Usa o termo 'ex-presidiário' repetidamente.
2:35:19Luiz Inácio Lula da Silvaassertivo→ ataca Geraldo Alckmin
Resumo
O candidato justifica a escolha de seu vice, Geraldo Alckmin, destacando sua longa experiência como governador de São Paulo para auxiliá-lo a governar o Brasil.
A segunda coisa é dizer para vocês que eu fui procurar um companheiro com a experiência de 16 anos de governo de São Paulo para me ajudar a governar esse país.
um companheiro com a experiência de 16 anos de governo de São Paulo para me ajudar a governar esse país
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio explicativo
VozCalmo assertivo
2:37:14Leão Servaneutro
Resumo
O mediador anuncia a vez de Simone Tebet para as considerações finais e informa que um pedido de direito de resposta de Lula será analisado.
Pela ordem, quem faz agora suas considerações finais é a candidata Simone Tebet. O candidato Lula pediu um direito de resposta e a comissão vai analisar.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
2:37:25Simone Tebetassertivo→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Simone Tebet critica a polarização entre Lula e Bolsonaro, se apresenta como uma alternativa e promete focar nos problemas sociais do Brasil.
Lamentável. Lamentável num país da fome, da miséria, do desemprego, do desespero, do desalento, temos dois candidatos falando do passado, alimentando o ódio, dividindo as famílias e polarizando o Brasil. O Brasil é muito maior que Lula e Bolsonaro. O Brasil pertence aos 200, quase 215 milhões de brasileiros. Triste o Brasil que tem que escolher entre o escândalo do petrolão e do mensalão do PT e o escândalo de corrupção da educação e do orçamento secreto do atual governo. Mas nós, nós vamos fazer a diferença. Nós vamos colocar as pessoas em primeiro lugar. Nós vamos diminuir a desigualdade social e a miséria, acabar com a fome. Para isso, nós não vamos estar sozinhos. Nós vamos combater a discriminação na sua totalidade e vamos impedir retrocessos no Brasil. Vou contar com a ajuda valorosa da minha vice-presidente da República, Mara Gabrilli, uma mulher tetraplégica há 28 anos, se tornou senadora da República e sabe como fazer. Mara querida, Simone e Mara, juntas, nós vamos reconstruir o Brasil de verdade. Eu tenho experiência política, eu sou ficha limpa, eu sou mãe. Eu e Mara, juntas, com a alma de uma mulher e o coração de uma mãe, nós vamos resolver definitivamente os problemas das pessoas. Comida mais barata, educação, saúde de qualidade, emprego e renda para as pessoas. Fui prefeita duas vezes, reeleita com 76% dos votos. Fui vice-governadora, fui deputada estadual, hoje sou senadora da República, sou advogada e sou professora. Quero dizer que o Brasil, o Brasil que verdadeiramente precisa mudar, precisa da sensibilidade e da alma das mulheres brasileiras. E eu conclamo todas vocês a se somar conosco. E assim, juntos e juntas, que nós vamos mudar com coragem e o amor, o Brasil de verdade.
Menciona sua vice, Mara Gabrilli, como um diferencial.
2:39:24Leão Servaneutro
Resumo
O mediador concede o direito de resposta a Lula, informando que ele tem 45 segundos.
Candidato Lula pediu um direito de resposta e a comissão considerou procedente. Candidato tem 45 segundos para sua resposta.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro informativo
2:39:30Eduardo Oinegueneutro
e 45 segundos para sua resposta.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
2:39:33Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Em seu direito de resposta, Lula acusa Bolsonaro de irresponsabilidade por chamá-lo de 'presidiário' e afirma que sua prisão foi política.
É apenas para dizer da irresponsabilidade de quem exerce o cargo de Presidente da República, que me chamou duas vezes de presidiário. Ele sabe a razão pelas quais eu fui preso. As razões pelas quais eu fui preso foi para ele se eleger presidente da República, porque era preciso tirar o Lula do pedaço. Eu, nesse processo todo, estou muito mais limpo do que ele ou qualquer outro parente dele.
As razões pelas quais eu fui preso foi para ele se eleger presidente da República
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIrritacao contida · Apertar labios · Franzir a testa
VozFirme e acusatorio
2:39:33Luiz Inácio Lula da Silvaagressivo→ ataca Jair Bolsonaro
Resumo
Lula se defende da acusação de ser 'presidiário', afirmando que sua prisão foi uma manobra política para eleger seu adversário e que foi inocentado por múltiplas instâncias, prometendo apagar os sigilos de Bolsonaro se eleito.
É apenas para dizer da irresponsabilidade de quem exerce o cargo de presidente da República, que me chamou duas vezes de presidiário. Ele sabe a razão pelas quais eu fui preso. As razões pelas quais eu fui preso foi para ele se eleger presidente da República, porque era preciso tirar o Lula do pedaço. Eu, nesse processo todo, estou muito mais limpo do que ele ou qualquer outro parente dele. Porque eu fui julgado, fui considerado inocente, sabe, pela Suprema Corte, pela primeira instância da ONU, pela segunda instância plena da ONU, e estou aqui candidato para ganhar as eleições. E aí sim, num decreto só, eu vou apagar todos os seus sigilos, que eu quero. Candidato, terminou seu tempo.
num decreto só, eu vou apagar todos os seus sigilos
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualIndignacao contida · Apertou labios · Franziu a testa
VozFirme indignado
Bate na mesa para enfatizar um ponto.
2:40:22Luiz Inácio Lula da Silvaneutro→ ataca Adriana Araújo
O que é que você disse?
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfuso
VozQuestionador
Continua falando após o tempo acabar.
2:40:23Adriana Araújoneutro→ ataca Luiz Inácio Lula da Silva
Resumo
Informa ao candidato que seu tempo de fala terminou.
Seu tempo tá, seu tempo foi esgotado, candidato.
seu tempo foi esgotado, candidato.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozFirme
2:40:27Adriana Araújoneutro
Resumo
Anuncia que o candidato Jair Bolsonaro também solicitou direito de resposta e que a decisão será comunicada em breve.
Ah, o candidato Jair Bolsonaro também pediu direito de resposta. A comissão julgadora está analisando, daqui a pouquinho a gente traz a resposta.
O candidato Jair Bolsonaro também pediu direito de resposta.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
2:40:35Adriana Araújoneutro
Resumo
Chama a candidata Soraya Thronicke para suas considerações finais.
Agora é a vez da candidata Soraya Thronicke com as suas considerações finais, 2 minutos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
2:40:41Soraya Thronickeconciliador
Resumo
Agradece aos veículos de comunicação organizadores do debate pela oportunidade de participar.
Eu quero aqui agradecer ao grupo Bandeirantes, a TV Cultura, Jornal Folha de São Paulo, Portal UOL, pela oportunidade de estar aqui podendo debater o nosso país.
agradecer ao grupo Bandeirantes, a TV Cultura, Jornal Folha de São Paulo, Portal UOL, pela oportunidade
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozCalmo formal
Lê de um papel.
2:40:53Soraya Thronickeconciliador→ ataca União Brasil
Resumo
Agradece ao seu partido, União Brasil, e seus líderes.
Quero também agradecer ao meu partido, União Brasil, o maior partido desse país, em nome do nosso presidente Luciano Bivar e do vice Antônio de Rueda.
Quero também agradecer ao meu partido, União Brasil
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso leve
VozFormal
Lê de um papel.
2:41:01Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Agradece seu vice, Marcos Cintra, e apresenta sua proposta de imposto único para reduzir o preço dos alimentos e isentar de impostos quem ganha até cinco salários mínimos.
Quero agradecer ao meu vice-presidente, Marcos Cintra, um homem de exatas e eu de humanas, o perfeito equilíbrio para que a gente consiga levar esse país adiante. Temos um projeto estruturante, um projeto real que pode ser aplicado imediatamente e com ele nós iremos sim, com um imposto só, diminuir o preço dos alimentos, trazer mais dignidade para todas as pessoas. Iremos tirar o imposto de renda e o INSS de todos aqueles que recebem até cinco salários mínimos. Essa proposta está madura e ela sim pode ser aplicada e eu desafio qualquer pessoa para que debata essa proposta conosco, não que diga ao Léo.
com um imposto só, diminuir o preço dos alimentos, trazer mais dignidade para todas as pessoas.
50%
Bem definida· concretude da proposta
métricaprazomecanismofonte
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualConfiante
VozFirme persuasivo
2:41:54Soraya Thronickeassertivo
Resumo
Faz um apelo final, pedindo união e paz, e se apresenta como a candidata que traz soluções, mencionando seu número de urna (44).
Quero dizer para vocês que para tirar o nosso país do atoleiro, meus amigos, tem que ser traçado, tem que ser 4x4, tem que ser 44. Chega de briga e de confusão. O Brasil precisa de paz e precisa de união, precisa de alguém que cuide das pessoas. Eu, ao lado de Marcos Cintra, sou esse alguém. Muito obrigada pela oportunidade. O que eu quero é resolver e trazer solução para sua vida. Eu saí da fila dos que reclamam e vim para a fila dos que fazem. Eu critico, mas eu trago a solução. Obrigada.
Eu saí da fila dos que reclamam e vim para a fila dos que fazem.
Informa que o pedido de direito de resposta do candidato Jair Bolsonaro foi negado pela comissão.
Candidato Jair Bolsonaro havia pedido direito de resposta, a comissão considerou improcedente.
a comissão considerou improcedente.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozInformativo
2:42:41Eduardo Oinegueneutro
Resumo
Anuncia que o próximo a falar nas considerações finais é o candidato Felipe d'Avila.
Então, seguindo a ordem, quem fala agora é o candidato Felipe D'Avila. Dois minutos.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro
VozNeutro
2:42:48Felipe d'Avilaassertivo→ ataca eleitores
Resumo
Felipe d'Avila conclui sua participação defendendo um governo que apoie quem produz riqueza e pede votos para si e para os deputados de seu partido.
Para mudar o Brasil, nós precisamos de um projeto de país. Nós precisamos de gente competente. Nós precisamos de gente com caráter, liderança e coragem para transformar o Brasil. Não é gente profissional da política que só pensa em criar um estado pesado, cheio de privilégio para um monte de gente, tirando mais dinheiro do nosso bolso, nós que trabalhamos, tocamos os nossos negócios, produzimos.
tirando o estado das costas e acreditando que é com caráter e liderança e honrando a política que nós vamos
Critica a falta de debate sobre crescimento econômico, defende a redução do Estado, e usa governos de seu partido (NOVO) em Minas Gerais e Joinville como exemplos de gestão competente e honesta, pedindo votos.
O Brasil para mudar, vocês viram aqui, não teve nenhuma conversa de como vai fazer a economia crescer. Sabe por quê? Porque só tem um jeito da economia crescer, é tirar poder do Estado, dar mais poder para quem empreende, para quem gera riqueza, tirar esse estado pesado que vem sufocando a gente há anos. A economia brasileira jamais vai voltar a crescer do estado sendo gerado do jeito que é. Nós precisamos de gente com caráter e competência. E daí, o exemplo que eu tenho orgulho do Partido Novo. Não precisa fazer política com mensalão, orçamento secreto, para dizer que isso é governabilidade. Nós não queremos essa governabilidade, nós não compactuamos com essa governabilidade vergonhosa. Está aí o exemplo de Minas Gerais, Romeu Zema, um governo de gente impoluta, séria, competente, atraiu mais de 280 bilhões de reais em investimento para o estado, melhorou a saúde, a educação. Está o nosso prefeito Adriano Silva em Joinville, a melhor cidade do Brasil, deu mais título de regularização fundiária em 11 meses do que em 11 anos da cidade. É gente que assume o poder para resolver a vida daqueles que produzem e geram riqueza. É assim que o Brasil vai voltar a crescer, olhando para frente, tirando o estado das costas e acreditando que é com caráter e liderança e honrando a política que nós vamos. Por isso, vote nos deputados do Novo, vote em Felipe D'Avila.
só tem um jeito da economia crescer, é tirar poder do Estado, dar mais poder para quem empreende
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSerio convicto
VozFirme persuasivo
2:44:51Adriana Araújoneutro→ ataca audiência
Resumo
A mediadora Adriana Araújo encerra formalmente o debate presidencial, agradecendo e listando os veículos de comunicação parceiros na organização do evento.
E termina aqui esse primeiro debate entre os candidatos à presidência da República nas eleições de 2022. Uma parceria entre o grupo Bandeirantes, TV Cultura, UOL, o jornal Folha de São Paulo, com apoio também do YouTube e do Google.
E termina aqui esse primeiro debate entre os candidatos à presidência da República
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso profissional
VozFormal agradavel
Encerra o debate e lista os parceiros de mídia.
2:45:06Leão Servaneutro→ ataca audiência
Resumo
O mediador Leão Serva anuncia a data de um eventual debate de segundo turno e agradece aos candidatos e à audiência em nome do pool de empresas de comunicação.
Em caso de segundo turno, já está definida a data da da realização do próximo debate. Anote aí, dia 9 de outubro. Em nome das empresas do pool, eu agradeço a presença de todos os candidatos e a sua audiência em casa. Boa noite.
Em caso de segundo turno, já está definida a data da da realização do próximo debate.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualNeutro formal
VozInformativo formal
Fornece informações sobre o próximo debate e faz agradecimentos.
2:45:22Adriana Araújoneutro→ ataca audiência
Resumo
A mediadora se despede da audiência desejando uma boa noite e uma boa semana.
Uma boa noite, uma boa semana a você.
Uma boa noite, uma boa semana a você.
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso amigavel
VozCordial
2:48:11Adriana Araújoneutro
Resumo
Encerra o debate, agradecendo e mencionando os parceiros de mídia.
E termina aqui esse primeiro debate entre os candidatos à presidência da República nas eleições de 2022. Uma parceria entre o grupo Bandeirantes, TV
E termina aqui esse primeiro debate
Sinais observados— descritivos, não diagnósticos
VisualSorriso amigavel
VozFormal agradavel
Momentos-chave
20 marcações
ataque1:06:28
Bolsonaro ataca jornalista Vera Magalhães ao vivo
Bolsonaro chama a jornalista Vera Magalhães de 'vergonha para o jornalismo brasileiro', acusando-a de parcialidade e dizendo que ela 'dorme pensando nele'. O ataque gerou reações imediatas de Ciro, Tebet e Soraya.
VM
Crítica
agressivo14:36
Bolsonaro acusa Lula de liderar a 'cleptocracia'
Bolsonaro afirma que o governo Lula foi 'o mais corrupto da história do Brasil', cita Palocci para dizer que 'tudo foi aparelhado' e define o modelo petista como 'cleptocracia baseada em roubo para comprar apoio parlamentar'.
Crítica
ataque1:43:18
Tebet pergunta a Bolsonaro 'por que tanta raiva das mulheres?'
Simone Tebet lista o histórico de Bolsonaro contra mulheres — votos, declarações, ataques a jornalistas — e encerra com a pergunta direta: 'Candidato Bolsonaro, por que tanta raiva das mulheres?'. Momento de alta intensidade emocional e política.
ST
Crítica
ataque31:49
Tebet acusa Bolsonaro de negar vacinas e corrupção na Covaxin
Simone Tebet afirma que Bolsonaro 'virou as costas para a dor das famílias enlutadas' e descreve o escândalo da Covaxin como tentativa de corrupção com pagamento de US$45 milhões em paraíso fiscal por vacina sem comprovação científica.
ST
Crítica
ataque1:12:38
Ciro responsabiliza Lula pelo surgimento de Bolsonaro
Ciro Gomes afirma categoricamente: 'Eu atribuo ao Lula, a contradição econômica do Lula, a contradição moral do Lula e do PT, o Bolsonaro.' Acusa Lula de se corromper ao se aliar a Geddel, Renan Calheiros e Eunício Oliveira.
Crítica
ataque2:35:12
Bolsonaro associa Lula a ditadores latino-americanos nas considerações finais
Bolsonaro lista países governados por aliados de Lula (Venezuela, Argentina, Chile, Colômbia, Nicarágua) e descreve suas crises, perguntando 'o que vai acontecer com o nosso Brasil se esse ex-presidiário voltar para a cena do crime'.
Alta
proposta23:38
Ciro denuncia 33 milhões com fome e propõe renda mínima de R$1.000
Ciro cita dados da Rede PENSSAN (33,1 milhões passando fome, 125 milhões sem três refeições) e propõe encerrar a 'disputa de Papai Noel' com um programa permanente de renda mínima de R$1.000 por domicílio.
Alta
ataque2:06:20
Ciro acusa Bolsonaro de 'corromper filhos e ex-esposas' e cita mortes da Covid
Ciro pede desculpas por fala machista antiga, mas acusa Bolsonaro de 'falta de escrúpulo', de ter corrompido sua família e de ser insensível durante a pandemia, citando que o Brasil tem 3% da população mundial mas 11% das mortes por Covid.
Alta
defesa13:36
Lula lista medidas anticorrupção de seu governo em resposta a Bolsonaro
Lula responde às acusações de Bolsonaro listando o Portal da Transparência, CGU, Lei de Acesso à Informação, Lei Anticorrupção, COAF e outras medidas, afirmando que 'não teve nenhum presidente que fez mais investigação para apurar a corrupção'.
Alta
ataque1:20:08
Tebet diz 'não tenho medo de você nem dos seus ministros' a Bolsonaro
Simone Tebet descreve violência contra mulheres e crianças, acusa Bolsonaro de usar fake news contra ela na CPI da Covid e declara que não tem medo do presidente nem de seus ministros que tentaram intimidá-la.
ST
Alta
ataque1:23:31
Soraya: 'Quando homens são tchutchuca com outros homens, mas vêm para cima da gente sendo tigrão'
Soraya Thronicke, solidarizando-se com Vera Magalhães, critica o comportamento agressivo de Bolsonaro com mulheres usando linguagem popular e colorida, afirmando que 'lá no meu estado tem mulher que vira onça, e eu sou uma delas'.
ST
Alta
proposta2:37:25
Tebet nas considerações finais: 'O Brasil é muito maior que Lula e Bolsonaro'
Simone Tebet critica a polarização, lista suas credenciais (prefeita, vice-governadora, senadora, professora, advogada) e apresenta sua vice Mara Gabrilli como símbolo de superação, pedindo às mulheres que se somem à sua candidatura.
ST
Alta
ataque04:54
Tebet: 'A resposta é precisamos trocar o presidente da República'
Respondendo sobre harmonia entre poderes, Tebet afirma que a desarmonia é culpa de Bolsonaro, que 'ameaça a democracia a todo momento', e propõe sua candidatura como a única capaz de garantir credibilidade e segurança jurídica.
ST
Média
proposta10:32
Ciro cita o Ceará como modelo educacional e propõe transformar educação brasileira em top 10 mundial
Ciro afirma que o Ceará tem 79 das 100 melhores escolas públicas do Brasil e propõe transformar a educação pública brasileira em uma das 10 melhores do mundo em 15 anos, mudando o modelo pedagógico e o financiamento.
Média
proposta35:07
Tebet propõe atualizar tabela SUS em 25% ao ano
Após visita ao Hospital do Amor em Barretos, Tebet propõe atualizar a tabela SUS em 25% ao ano até 100% em 4 anos, afirmando que a defasagem causa mortes prematuras de pobres que não conseguem acesso ao tratamento preventivo.
ST
Média
proposta44:03
Soraya propõe isenção de IR para todos os professores
Soraya apresenta como proposta 'revolucionária' a isenção de imposto de renda para todos os professores (público e privado), com impacto fiscal de R$10 bilhões por ano, financiada pelo imposto único federal.
ST
ST
Média
esquiva19:54
Bolsonaro defende governo durante pandemia e cita dados do IPEA sobre pobreza
Bolsonaro afirma que 'fez milagre durante a pandemia', cita dados do IPEA mostrando redução de famílias na extrema pobreza (de 5,1 para 4 milhões) e defende o Auxílio Brasil de R$600 como superior ao Bolsa Família do PT.
Média
emocional1:08:44
Ciro: 'A ciência da insanidade é repetir o passado e achar que vai ter resultado diferente'
Em apelo emocional, Ciro pede uma oportunidade ao eleitor, afirmando que repetir Lula ou Bolsonaro é insanidade e que quer 'um lugar na história de quem mudou o Brasil'.
Média
defesa2:39:33
Lula: 'Fui preso para ele se eleger presidente da República'
Em direito de resposta, Lula acusa Bolsonaro de irresponsabilidade por chamá-lo de 'presidiário' e afirma que sua prisão foi uma manobra política para impedi-lo de ganhar as eleições de 2018.
Média
proposta37:51
Felipe d'Avila propõe Brasil como primeira nação carbono zero
D'Avila propõe que o crescimento econômico do Brasil depende de tornar o país a primeira nação carbono zero entre as grandes potências, com potencial de sequestrar 50% do carbono mundial plantando árvores em 30 milhões de hectares degradados.